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Número de inelegíveis pode chegar a 37

Não são apenas os 21 vereadores da legislatura 2001-2004 que correm o sério risco de se tornarem inelegíveis por conta da famigerada verba de gabinete criada na gestão Walter Guerlles, além, é claro, do rombo no bolso (cada um deve devolver R$ 800 mil, em média, ao erário). É que o erro que resultou na condenação em primeira e segunda instância somente foi corrigido na primeira gestão de Mário Hossokawa – aliás, nos primeiros três meses de sua administração como presidente do Legislativo; até então, todos os vereadores que utilizaram-se da resolução (tinha que ser lei) incorreram no mesmo crime, incluindo os da legislatura 2005-2008 e da atual. Assim, 37 políticos estariam na mesma situação.

O vereador João Alves Correa (PMDB) ocupou a presidência da câmara por três vezes consecutivas, de 2003 a 2008, mas não se preocupou em regularizar a verba de gabinete.

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