Nenhuma vaga nova no cemitério público

Cemitério de Maringá
Apesar do barulho sobre o esgotamento de espaço no Cemitério Municipal de Maringá, tornado público em novembro de 2011 por este modesto blog, e da manifestação da administração, em janeiro último, de que novas carneiras seriam construídas, nada mudou no campo santo. Nenhuma nova carneira foi construída; a única novidade é que a especulação imobiliária está forte por lá.
Levantamento feito extraoficialmente aponta que o local ainda comporta mais duas mil vagas. Enquanto nenhuma cova nova é aberta no cemitério, o Ministério Público ainda não procurou esclarecer o que aconteceu com a licitação de mais 1,4 mil vagas realizada em 2010, que ficou apenas no papel.
PS – Coincidiu com o fim do espaço no cemitério público o aumento considerável nos preços do único cemitério particular da cidade.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

4 pitacos em “Nenhuma vaga nova no cemitério público

  1. Zé, só Zé diz:

    Fácil de resolver a parada, ideia para a administração: cobrem IPTU sobre os jazigos , daí começa a dar lucro e com certeza investirão no cemitério.

  2. A capacidade do cemitério municipal se esgotou? Como serão encaminhadas as soluções. Os estudos já devem estar sendo gestados no Instituto e no Conselho.
    Conjecturemos então:
    1º Criar uma ONG:
    2º Criar uma OSCIP
    3º Já temos um ministério público para agir junto aos cemitérios? Então…
    4º Em decorrência do item terceiro, uma agência reguladora certamente deverá ser criada. Recursos públicos brotam como se aqui fosse um campo fértil.
    5º Já ouviram o conselho? Que conselho? Oras, tudo tem que ter conselho. Vai dizer que não existe um conselho para cemitério?
    6º Criar uma controladoria. Para controlar os mortos? Não para controlar esse monte de órgãos criados por demotucanos e que os petistas operam com desenvoltura. É o estado terceirizado. Mas e os mortos? Tá bom, cria outra controladoria específica.
    7º E o terreno? Que terreno? Para enterrar os mortos. Primeiro vamos cuidar dos vivos nesse monte de órgãos, que sofrem por não terem onde estacionar seus carros, depois nos ocupamos dos mortos. Veja se há capacidade nos cemitérios de Sarandi e de Paiçandu. Para que serve o consórcio? Consórcio? Isso é hora de comprar veículo à prazo? Consórcio municipal sua anta. Se funciona para os doentes e parturientes, deve funcionar para os mortos também.
    A evolução da administração pública e a racionalidade administrativa estão a premiar os fins em primeiro lugar…

  3. Douglas Benício diz:

    Em minha parca opiniao, o prefeito Silvio Barros II deveria ser preso por bullying contra familias de mortos que nao tem dinheiro para enterrar seus entes queridos.

    Alem de ser preso, deveria de ser julgado no Tribunal Internacional de Haia e ser condenado a morte por crimes contra a sociedade maringaense.

Deixe seu pitaco