Cena da campanha eleitoral

Não é fácil administrar doze partidos numa coligação, como a organização partidária do sr. Ricardo Barros, em Maringá. Não foi à toa que Hamilton Cardoso, um dos quatro coordenadores da campanha de Carlos Roberto Pupin, quase apagou no último dia do prazo para registro de candidaturas. É como o artista circense cuidando dos pratos sobre as varetas.
O blog, por exemplo, ficou sabendo que pelo menos um dos partidos nanicos adquiridos pelo capo está de pernas para o ar: o presidente da sigla de aluguel teria negociado alguns cargos comissionados e R$ 30 mil (oficialmente, para repassar aos candidatos a vereador) e sumido. Estaria curtindo praia no sudeste do país. Desde que foram “vendidos”, há quase um mês, os candidatos a vereador estão sem pai nem mãe, desanimados e sem recursos. Nem o papa tem conseguido falar com o presidente, que está com o celular desligado.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

5 pitacos em “Cena da campanha eleitoral

  1. APARECIDO JOSÉ diz:

    “Pedrinho
    Publicado 23 de julho de 2012 em 22:36 | Permalink
    È isso ai! agora vão aprender a não se filiar em qualquer partido.”

    Responder

    EU QUE O DIGA…! CAÍ NO “CONTO DO VIGÁRIO”, DIGO, DO PASTOR…! RS.

  2. APARECIDO JOSÉ diz:

    “ANONIMO
    Publicado 24 de julho de 2012 em 12:35 | Permalink
    Vi dizer que Cardoso afastou da cordenação e assumiu o Vivaldo de Souza.”

    Responder

    O MEU “AMIGO” VIVALDO…!?

Deixe seu pitaco