Imagina na Copa!

Do site Migalhas:
A Copa das Confederações está exigindo cuidado redobrado dos advogados no exercício profissional. Os prazos processuais assumiram caráter instável, sendo suspensos por portarias assinadas em cima da hora, às vésperas dos jogos (e não apenas aqueles com participação da seleção canarinho). Diferentemente da suspensão de expediente influenciada pelas manifestações populares pelo Brasil, de proporção e datas inesperadas, é sabido, há quase seis anos, que o Brasil seria sede da Copa do Mundo e, consequentemente, das Confederações, o que permitiria planejamento por parte do Judiciário.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

Um pitaco em “Imagina na Copa!

  1. Maria Angelica diz:

    E aqui no Paraná, mais precisamente lá pelos lados da Sexta Vara Cível e Segunda Vara da Fazenda Pública, parece que Eles foram assistir os jogos ao vivo nos Estádios, porque as coisas simplesmente não andam. Estou acompanhando um processo de um amigo que está dormindo dentro da 2ª Vara da Fazenda Pública há muito tempo. Eita Justiça porreta!…. Coitado do cidadão está esperando uma indenização e vai morrer e não vai ver a cor do dinheiro. Mas é tanta lentidão, que para publicar um despacho de uma linha recentemente, a Justiça Estadual de Maringá levou mais de 60 dias para publicar no Diário da Justiça. Esse processo a que me refiro está na Justiça desde 2008 e até agora nada. Como não incluir este descontentamento nos protestos que estão acontecendo em Maringá. Eu sugiro a todos que levemos cartazes de protesto e passemos pelo Forum da Comarca, porque lá, Eles acham que está tudo uma maravilha. Para eles né, com seus gordos salários bancados por Nós. É por esta e outras que Eu vou protestar também, mas só que como não acredito em mudança neste Século, estou programando a minha saída defitiva desse “Paísinho atrasado”.
    Bye Bye Brazil!!! Até nunca mais!

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