Quando o prejuízo é socializado

A propósito da nota de Verdelírio Barbosa, sobre o prejuízo que a recuperação judicial da BR Frango, em Santo Inácio, deu a empresas maringaenses, leitor lembra que são os pequenos que mais sofrem. A indústria deve mais de R$ 100 milhões. Há o caso de um que teve um prejuízo de R$ 19 mil com a empreitada do frango e outros R$ 48 mil com a Corol, de Rolândia, que tinha uma parceria, rompida recentemente, com a Cocamar. O duplo prejuízo complica a pequena empresa; as dificuldades para receber dos dois credores são aparentemente enormes. No caso da empresa de Reinaldo Morais, que foi candidato a vice-prefeito de Maringá em 2004, a proposta seria de pagar 70% do valor, diluído em vários anos. A Averama deixou de tocar a BR Frango no início deste mês, por causa de uma decisão judicial, e que resultou na demissão de 780 funcionários (aqui).

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

4 pitacos em “Quando o prejuízo é socializado

  1. Reinaldo Morais, é um homem bom e tem o apoio do deputado e advogado Wilson Quinteiro.
    Rigon, acredito que o preju dessa gente, será coberto por Deus lá do céu.

  2. Enquanto isso ele desfruta de um belo apartamento em SC num dos melhores condomínios da região ( Neymar, Tardelli, Diego tem aptos no mesmo).
    0B1001 REINALDO GOMES DE MORAES MARINGÁ/PR

    Será que esta no rol de bens da massa falida?

    • Esse Reinaldo Morais agora fugiu para Cuiabá – MT, está morando em um prédio chiquérrimo, 1 por andar, novinho, dando palestras pelo Brasil todo, com o seu jatinho bilionário. Leva uma vida de Rei aqui.

  3. Quero corrigir a matéria acima.
    Em primeiro lugar a Averama nunca teve 780 funcionários trabalhando nas instalações da BR Frango, portanto, é uma mentira deslavada. E os funcionários que estavam trabalhando para Averama (que não passavam de 300 funcionários) trabalhavam de 10 a 14 horas por dia recebiam salários de R380,00, porque descontavam até atestado médico de pré natal de gestantes.
    E o proprietário da Averama Sr. Celio Chegava de jatinho e helicóptero, comprados com trabalho mal remunerado de seus funcionários.
    Antes de publicar mentiras, procure levantar a real situação.

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