Setor em crise

As demissões em veículos de comunicação do Paraná aumentaram consideravelmente este ano. O setor, que já não vinha bem, foi pego pela crise,
Pior mesmo são as conversas de bastidores. Dizem que pelo menos dois grandes jornais (um de Londrina, outro de Curitiba) não aguentam o primeiro semestre deste ano.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

7 pitacos em “Setor em crise

  1. OUtros também…de outras cidades próximas também estão na mesma situação….com a proliferação das informações pela rede social poucos ainda leem jornais…se vc fizer uma pesquisa entre jovens, adolescentes e até com adultos a grande maioria siquer olha para uma capa de jornal….são informados através do face e outros aplicativos da rede….então…jornal impresso está com dias contados…

  2. Sempre gostei de jornal até para ler em detalhes vários assuntos. Porém deixei de assinar porque os meios de comunicação escondem a situação verdadeira dos fatos e vendem porcarias de noticias.

    Tem um jornal da nossa região que não escreveu uma linha sequer da corrupção do Estado do Paraná então imagino cego é quem não quer ver e pensa que esta engando os outros.

    Só que a crise chegou e além de ficar ligando para retornar a assinatura vejo propaganda em canais de televisão, penso porquê?

  3. Edmundo pacheco diz:

    Olá amigo Rigon, quanto tempo…
    Me ligaram aqui falando desta nota, mas acho q deva ser velha… Imagino que do fim do ano passado, quando (tragicamente) fechou o Jornal de Londrina e a Gazeta do Povo fez um enxugamento para cortar gastos…
    Realmente o nosso setor, principalmente a mídia impressa, tem encontrado dificuldades quando se defronta com o digital. Daí a importância do branded content, como ferramenta mutiplataforma (http://jornalistaedmundopacheco.blogspot.com.br/2016/02/a-publicidade-permeia-o-conteudo-o.html).
    Aqui em Londrina, depois do triste fim do JL, hoje só há o Grupo Folha de Comunicação, mas vai bem, obrigado. Aliás, muito bem. Investindo em novos projetos como o da Fábrica de Conteúdos que dirijo; de crescimento, expansão e regionalização de mercado; e aquisição de novos produtos (recentemente adquiriu a Multitv aqui em Londrina e aí em Maringá o Ofertas Imobiliárias). Ainda bem, né?
    Abraços, parabéns pelo trabalho brilhante que sempre fez e sorte.

    Edmundo Pacheco

      • Edmundo pacheco diz:

        Deve ter algum outro interesse por traz disso que a gente desconhece, né Angelo? O Grupo Folha é sólido, composto pelos impressos Folha de Londrina e Nosso Dia com mais de 120 mil leitores/dia, além do quinzenal Ofertas Imobiliárias (Maringá); portais Bonde (15 milhões de views/mês), Vrum, Lugar Certo, Admite-se e FolhaWeb; FolhaTV e Multiv; e Grafipress (que atende cerca de mil publicações terceirizadas do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul)…

  4. desculpe, a minha faltade incongruencia, mas, penso, logo, existo, e pelas poarcas informações, que tenho acess, pelas, midias, noto que essa é a lei to valwe o quanto custa, vejamos exemplo claro de r,. marinho que herdou uma massa falida e a transformou em um império, aliado, as noticias proveitosas que podem ser publicadas, assim, como os advogados da o.a.b. se querem benesses que se candidatem, e e se a imprensa usufruiu, das benesses palacianas, e hoje veem a fonte secar e se preparam para pular de bar ! os ratos, são os primeiros a abandonar o barco, graças a internet, tbm, temos o diretos a muitas informações, que gerarão bilhoes as voces desde 1.964

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