Malan na enquete do dia

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Antonio Malan, que tocava na extinta Banda Municipal de Maringá, foi um dos que opinaram na enquete que O Diário faz na página 2. Falou sobre futebol.
Malan, como contou o ex-presidente da Associação de Moradores da Vila Operária, Carlos Augusto Ferreira, é uma figura folclórica naquela região e tem uma história de vida interessante.

Quando alcoólatra, morando nas ruas, chegava na Igreja São José ou na Igreja Divino Espírito Santo e procurava um canto para dormir; quando elas estavam fechadas, dormia do lado de fora.
Em 5 de maio de 1995, o padre Bernard Abel Alphonse Cnudde, o monsenhor Bernardo (11/3/1939-20/11/2000), chamou-o e fez uma oração para que ele jamais voltasse a ingerir bebida alcoólica. Dito e feito. Todo o dia 5 de maio Malam comemora seu aniversário levando dois bolos para o salão de festa da Igreja Divino Espírito Santo, um pra ele e outro para o padre.
O sonho de Malan é ver a Banda Municipal de Maringá reerguida, e pelo menos duas vezes por semana leva sua reivindicação à prefeitura municipal.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

4 pitacos em “Malan na enquete do dia

  1. nereu vidal cezar diz:

    0 Malan e um velho amigo nosso, quando o Ricardo Maia foi vereador, ele era assiduo frequentador da Camara Municipal de Maringa, ficava sempre no Gabinete do Vereador Ricardo, mas era amigo de todos os 21 vereadores. Sempre bebia, mas era muito respeitoso com todos. Hoje nos temos um novo Malan.

    • Gente boa na verdadeira acepção da palavra. Conheço o Malan desde criança, início dos anos 70 do século passado, lá da Vila Operário, mais precisamente da Banda Municipal Joubert de Carvalho, da qual fizemos parte ao longo de grande parte de nossa existência. Fiquei muito feliz ao reencontrá-lo no ano passado, gozando de saúde e fazendo campanha visando à eleição do prefeito Ulisses Maia, e novamente dias atrás lá no paço municipal.

      aparecido baptista

      • PS: Fábula utilizada como subterfúgio (falta de dinheiro) pelo prefeito que ‘preteriu’ a banda na década de 70:

        A fábula do passarinho

        Um passarinho voava para o sul, para se preparar para o inverno.
        No caminho, encontrou uma forte nevasca.
        O frio era tão intenso, que o passarinho quase congelou e caiu no chão.
        Enquanto ele estava ali deitado, sem conseguir se mexer, quase morrendo, uma vaca que passava pelo local, defecou em cima dele.
        O passarinho começou a perceber o quão quente estava.
        O calor (da merda) do coco, o manteve aquecido e isolado do frio. Estava tão quentinho que ele começou a cantar de felicidade.
        Um gato passando nas proximidades, ouviu o canto e seguiu o som até encontrar o passarinho.
        Ao localizá-lo no meio (da merda) do coco, o gato imediatamente, tratou de retirá-lo dali e começou a limpá-lo.
        Depois, o gato pegou o passarinho limpo, colocou-o na boca e o comeu!

        Moral da história:
        Nem sempre aquele que te põe (na merda) em uma pior é seu inimigo.
        Nem sempre aquele que te tira (da merda) do sufoco é seu amigo.
        E quem está (na merda) em uma pior não tem que ficar cantando! Tem mais é que ficar quieto!

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