Trade turístico real

volei de praia

Um dos maiores eventos esportivos deste ano em Maringá, o Campeonato Brasileiro Escolar espelha a realidade do trade turístico local.
Os (quatro) hotéis escolhidos não são filiados ao Convention & Visitors Bureau de Maringá.

Muitos mantenedores ponderando se vale a pena ou não se filiado à instituição que deveria ter um papel ativo e definido em prol do trade turístico, sem ter preferências e representando neutralidade.
A licitação milionária foi ganha por uma agência de Santa Catarina, que selecionou os melhores meios de hospedagem para atender ao evento.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

10 pitacos em “Trade turístico real

  1. Vc precisa conhecer a realidade dos fatos.

    O valor das diárias contratada pela licitação não
    foi cotada nos hotéis. Primeiro licitaram e depois
    correram atrás dos hotéis.

    E tem mais, quem disse que é preciso ser filiado ao Convention
    para mexer com turismo, o exemplo é claro.

  2. Realmente parece que a instituição tem problemas. Já ouvi muitas coisas negativas. Ao invés de servir os mantenedores e desenvolver o turismo, a instituição paga salários altíssimos que não podem ser divulgados. Muito complicado isso, sobretudo, quando sempre falam que não tem dinheiro para nada.

  3. Já ouvi dizer tb que tem funcionários além de ganhar altos salários não são registrados tampouco possuem contrato de trabalho, além de pegar dinheiro emprestado da instituição.

  4. Fui funcionário do CVB de Maringá. Tive que trabalhar de empregado para a diretora levando mercadorias e até compra de supermercado na casa dela. Pagamento que é bom, só teve enrolação. Não sei como está hoje, mas naquela época ela fazia o que queria e pintava e bordava. Além disso, quase não aparecia para trabalhar. Se colocarem um relógio de ponto a diretoria vai rodar…

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