O encolhimento do PT

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O PT encolheu 27% e perdeu 1.120 diretórios municipais, informa reportagem de Giuliano Gomes, ontem, na Gazeta do Povo.
Em Maringá, os números também mostram uma desidratação do partido.

No dia 9, na última convenção municipal – que por lá é chamada de PED, Processo de Eleição Direta – o presidente Carlos Mariucci foi eleito com 137 votos, contra 51 de Vilma Garcia, totalizando 188 votos válidos (o site do partido traz que foram 191 votos). Na convenção anterior, em 2013, votaram 387 filiados – e olha que tinha chapa única, não houve disputa como na deste ano.
A “fuga” do voto foi de 48,5% entre um PED e outro.
Das 4,1 mil cidades onde o partido está organizado, cerca de 1.120, 27% do total, não conseguiram organizar nem sequer uma chapa de 20 filiados para compor o diretório municipal. Nesses municípios, os diretórios serão substituídos por comissões provisórias. Entre eles estão cidades importantes como Uberlândia, a segunda maior de Minas Gerais. Sem contar as histórias de fraudes verificadas em várias cidades.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

4 pitacos em “O encolhimento do PT

  1. Osmar Xavier Aleixo diz:

    Já votei em candidatos do PT com um certo orgulho, isto quando em minha ingenuidade tinha o PT como partido de opisição. Hoje como a maioria dos Brasilieros torço para uma grande reforma política, caso contrário tudo vai continuar como está. Que os politicos do PMDB, PSDB, e DEM a maioria são corruptos eu já sabia, a decepção foi com o PT.

  2. Culpa de seus dirigentes que preferiram abraçar, Sarney, ACM, Collor, Renan, Coronéis da política, Cunha, Sérgio Cabral, Temer, Ricardo Barros… e assim por diante, em vez de abraçar o povo que acreditou e depositou esperança no rompimento com as “elites”, que só usavam o governo para interesse próprio, em detrimento dos pobres, pequenos e micro-empresários do campo e da cidade. Resultado dessa política, do “dando é que se recebe”, foi um mar de lama em Brasília, e indiretamente, um mar de Barro em Maringá. Princípios e história de luta, jogados na lata do lixo, por isso tanta sujeira, corrupção e propina. Tchau! PT saudações!

    INVESTIGADOR NILSON

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