Ostentação

ostentação

Nos últimos dias ouvimos muito essa palavra, com referência ao casamento da deputada Maria Victória, filha do ministro Ricardo Barros e da vice-governadora Cida Borghetti. Buscamos na Wikipédia, a enciclopédia livre, o significado. A ostentação (do latim “ostentare”, que significa “mostrar”) é o ato ou efeito de exibir com vaidade e pompa, bens, direitos ou outra propriedade, normalmente fazendo referência à necessidade de mostrar luxo ou riqueza.[1]

O termo também pode contrair conotação positiva como por exemplo, apesar de franzino, o padre ostentava a fama de ser um grande ajudante da sociedade. A ostentação também está ligada ao apego aos bens materiais,o poder. É justo dizer, pensar que foi mesmo ostentação a festa de casamento? As manifestações fizeram sentido? Pessoalmente penso que cada um faz de sua vida o que bem entender e a festa da magnitude que puder. Eu não participaria dos protestos, ainda que estivesse em Curitiba. Mas acho que foi o erro, no momento como o que estamos vivendo, com tantas dificuldades para povo, os simples mortais, inclusive jovens eleitores da noiva, fazer uma festa deste porte. Casamentos, a meu ver, devem ser simples. Na Igreja só se os noivos forem realmente praticantes da religião. O que acontece, na maioria das vezes, é realmente satisfação da vaidade e este parece ser o caso. Havia intenção política? Não sei, mas se houve o tiro saiu pela culatra. Acho que a família sofreu um desgaste que poderia ser evitado, com um cerimônia íntimas, em família, sem divulgação. A benção poderia ser dada pelo próprio tio,religioso a ponto de nem participar em debates do por do sol da sexta ao por sol do sábado, ou um padre amigo. Que os acontecimentos não causem um trauma, pois a vida, independente da política, segue. Gostaria muito de ver os Barros, todos, na iniciativa privada, sem a preocupação de ‘ajudar o povo’ em cargos públicos. Oremos para que isso comece pela própria noiva e seus pais, ano que vem. Seria um gesto de grandeza de todos.
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

Um pitaco em “Ostentação

  1. Tiuzim da Roçadeira. diz:

    Bom o finado Paulichi caiu por ostentar……..puxou CANA, espero que a Receita Federal, Min. Público e até a P.F. tratem aqueles que usurpam do dinheiro público da mesma maneira.

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