Tão perto, mas parece que não chega nunca

O Paraná empata e foi um verdadeira empata (ia escrever uma expressão chula), digo, atrapalha o prazer da conquista do décimo título brasileiro, pelo Palmeiras, que aconteceria ontem, não fosse o empate no último domingo.

A ansiedade só pode ser comparada ao começo do governo Bolsonaro e para sabermos na prática o quanto Sérgio Moro e Paulo Guedes podem ajudar efetivamente o Brasil e a ser um novo Brasil.
Sou um otimista inveterado e até quando Zélia Cardoso anunciou o bloqueio dos valores acima de cinquenta mil cruzeiros, na época, salvo engano, aplaudi a medida que achei necessária, para aquele momento, apesar de não ter votado em Color de Melo.
Pensando bem, até que o governo Temer não foi tão ruim, assim. Só não era tão otimista quando o Brasil de Lula alcançava o topo e a vida dos brasileiros aparentava melhor muito. O crescimento é movido á crédito, dizia eu, e isso não se sustenta. Tivesse Lula tomado as duras medidas que precisava, talvez Dilma não tivesse sido eleita em 2010, mas o Brasil estaria bem melhor hoje.
Se para o Palmeiras,muitos consideram que o título é questão de tempo (não conto com o ovo no fiofó da galinha, com se diz popularmente, mas acredito), para Bolsonaro não será fácil, mas acredito.
PS: “Falá verdade’, como diria o Neto, só vou ficar tranquilo, quando finalmente é título se confirmar. Vai que perde as duas e o Flamengo ganha. Difícil, mas não impossível. Já no governo Bolsonaro, acho que tem tudo para dar certo.
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

Deixe seu pitaco