O grande mundo de Ronnie Von


Quem quiser entender um pouco mais da música brasileira não pode deixar de ler “O príncipe que podia ser rei”
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Quem quiser entender um pouco mais da música brasileira não pode deixar de ler “O príncipe que podia ser rei”
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Verde, azul, vermelho, amarelado, prateado… as luzes se transformavam numa velocidade impressionante. Foguinho registrou as imagens, as quais eu vi no Jornal da Globo do mesmo dia
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Mesmo com a crescente especulação imobiliária e a descaracterização do projeto original, Maringá resiste com seu traçado de cidades jardim inglesas
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Em tempos bicudos, cuja tônica é o míssil ou o drone que atingiu o alvo na guerra de Trump contra o Irã, é de bom grado sossegar a mente
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A harpia (acima, no Parque das Aves, em Foz), que pairava sobre as florestas do norte e noroeste paranaense, capturava e carregava nas garras animais de até dez quilos, mas crianças que andavam sozinhas pelos terreiros poderiam se tornar presa da enorme ave de rapina
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“Quando vi pela primeira vez na tevê o cidadão que se intitulava João de Deus, não hesitei em dizer para minha mulher, ao lado: é bandido”
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Carreiro de 55 anos assume a condução do antigo meio de transporte que outrora puxava café e cereais e hoje é atração em tradicionais eventos no sul de Minas; Na foto, Eraso e, ao fundo, Chicuta, tradição do carro de bois é mantida em Monte Belo
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Para compreender a ascensão de Jesus em meio a outros candidatos a messias é preciso estudar os movimentos “com Jesus e sem Jesus”
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A paralisia infantil lhe tirou o movimento das pernas e o obrigou a andar de muletas e cadeira de rodas, mas não o impediu de se tornar um narrador de futebol referência no Paraná e no Brasil, transmitindo diversos eventos esportivos, incluindo sete Copas do Mundo, pela Rádio Paiquerê, de Londrina
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Textos leves, soltos e cheios de histórias e memórias. Que a gente lê em duas sentadas. Daqueles livros que os olhos e a mente pedem mais
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Charon diz que o espírito está imerso em boa parte das teorias físicas, mas nem sempre lhe dão importância
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Aos 93 anos, acamado, mas lúcido, Porto Alegre, apelido de Jácomo Trento, um dos líderes da Revolta dos Colonos, no sudoeste do Paraná, conta detalhes do conflito em entrevista por telefone, acrescida de dados de livro que retrata o assunto
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Loyola aborda o “alumiar de uma nova era” e o que virá depois. Um mundo cheio de novidades, mas instável
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O leitor se surpreende com a narrativa que coloca diante dos olhos um roteiro que se repete no segundo mandato de Trump e em outros governos comandados pela extrema direita
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O consagrado escritor gaúcho, que morreu em 30 de agosto de 2025, nos concedeu uma entrevista, em 2018, na qual fala de literatura, tecnologia da informação, criação literária, política, entre outros assuntos, na sua charmosa e histórica casa, que pertencera a seu pai Érico Veríssimo, no bairro Petrópolis, um dos mais tradicionais de Porto Alegre; na foto, ao fundo, em meio a outros objetos, o busto do seu pai
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Algumas correntes disputavam a hegemonia da nova religião. Venceu esta que se alastrou pelo mundo, cuja doutrina foi moldada pelos Concílios
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Freire quer que o aprendiz se descubra no mundo, seja um sujeito do processo histórico. Não mero repetidor de palavras
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A maioria foi pega de surpresa. Naquele tempo, as previsões do tempo eram pouco divulgadas. Nem havia como proteger as plantações
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O romance ensina que um golpe de Estado é arquitetado em detalhes. Demora, pois ao ser deflagrado só tem um caminho: derrubar o governo
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Candinho, único filho vivo de João Cândido (foto), marinheiro que liderou a Revolta da Chibata, exigindo o fim dos castigos na Marinha, vive em São João de Meriti (RJ) e luta para manter viva a memória do pai, cujo nome espera aprovação da Câmara dos Deputados para fazer parte do Livro de Heróis e Heroínas da Pátria


Baixinho, simpático, simples, carismático e exímio orador. Assim era José Mujica, o Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, que pertenceu ao grupo guerrilheiro Tupamaros e permaneceu 12 anos preso. Ele morreu de câncer no esôfago, nesta terça-feira, 13, aos 89 anos. Em julho de 2016, ele passou como um furacão por Curitiba, onde fez uma palestra para mais de sete mil pessoas no Clube Círculo Militar, com telão do lado de fora. Estive lá e participei de uma entrevista coletiva que ele concedeu após o evento na sede da APP-Sindicato. Entreguei-lhe um exemplar da Revista Tradição, de Maringá, para qual cobri o evento. A seguir, a matéria publicada na época
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