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Adriana Santana faz carreata

Carreata
Ontem à tarde aconteceu carreata da candidata a vereadora Adriana Santana (PV), ex-secretária executiva da RMM e atual coordenadora da Pastoral da Pessoa Idosa da Arquidiocese de Maringá, junto com o presidente Joba e lideranças da PPI e representantes da base sindical dos agentes penitenciários. A carreata aconteceu nos bairros da região norte da cidade (Novo Oásis, Pinheiros, Batel, Record, Conjunto Paulino de Carlos e outros).

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Que fim levou?

Lembram que no começo dos programas do horário eleitoral Pupin falava de um tal programa ‘mobilidade em ação’. Pois não é que sumiu? Questionamos o que seria e ele, não mais tocou no assunto. A bem da verdade era mais uma falácia, retórica, factoides, nem sei qual a palavra adequada, como tantas outras que estão sendo usadas. Agora vem com promessa de construção do terminal multimodal dizendo de boca cheia que é um projeto de R$ 88 milhões. Teria até túnel por baixo da UEM. Conta outra? Quem foi o autor do projeto? Como surgiu? Um especialista em computação gráfica faz milagres, em matéria de imagens para televisão. Como diria o caipira: “Ceis tá pensando que nois é troxa”. Até o povo menos esclarecido não cai mais nessas.
Akino Maringá, colaborador

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Ferdinandi pode ganhar, mas não levar

É bem provável que, numa reanálise do processo de Claudio Ferdinandi, o TRE chegue à conclusão que sua candidatura a vice possa ser liberada. Acontece que com a igualmente bem provável confirmação da impugnação do cabeça da chapa, o candidato a prefeito, de nada adiantará. Sua candidatura cairá junto, obviamente se não houver tempo hábil para substituição de Pupin, o que também não é improvável.
O sonho de Crispim, Grillo e John seria que, em caso de substituição de Pupin, Ferdinandi fosse alçado a cabeça de chapa. Eles deitariam e rolariam num eventual mandato do professor. Se hoje temos certeza que quem manda é Ricardo Barros, imaginem como seria se o prefeito fosse o atual candidato a vice. Que Deus nos livre, diriam os mais religiosos.
Akino Maringá, colaborador

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Também em Londrina?

O Ministério Público Eleitoral entrou com um pedido de investigação de abuso de poder político contra os candidatos a prefeito e vice-prefeito de Londrina, Marcelo Belianti e Junker Grassioto, e o delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial, Márcio Amaro. A promotora Suzana Lacerda descreveu uma aparição de Amaro no programa veiculado pela coligação encabeçada por Belinati. Ele aparece comentando as propostas de segurança pública do candidato e dá a entender que apoia as iniciativas. Segundo a promotora, a declaração leva a crer que toda a Polícia Civil está endossando a candidatura Marcelo Belinati, já que ao fundo aparece a imagem do símbolo da corporação, como se o vídeo tivesse sido gravado no interior da 10ª SDP. O Ministério Público pede a cassação do registro de candidatura de Marcelo Belinati e Junker Grassioto, além de uma multa à coligação. Continuar lendo

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O voto é do eleitor

Vou insistir na discussão sobre a frase da campanha de Pupin: ‘Meu voto é do onze, meu voto é do Pupin’. É bem típico de um grupo que quer se perpetuar no poder. Eles se consideram os donos da cidade e por esta razão procuram induzir o eleitor que o seu voto é deles.Percebam no tal ‘giro com prefeito’, que eles dizem: aqui fizemos isso, fizemos, aquilo, aqui eu vou fazer o asfalto, tudo como se donos fossem. Nem usam primeira pessoa do plural.
A propósito vejamos o trecho final do artigo do padre Orivaldo para refletirmos: “Em poucos dias, elegeremos 17 homens e mulheres para os nossos Executivo e Legislativo. Vamos confiar-lhes parte considerável do nosso destino comum. Então, senhor(a) prefeito(a) e vice, senhores e senhoras vereadores e vereadoras que elegeremos, vamos combinar? Que tal continuar sorrindo e visitando os bairros? Continuar lendo

» Memória

Santinhos de 1982 e 2000


JC Cecílio separou alguns santinhos de candidatos publicados em O Diário nas eleições de 1982 e de 2000. Tem gente que estava nessas duas eleições – Paulo Mantovani, Nereu Vidal Cezar e Mário Hossokawa – e é novamente candidato no pleito deste ano.

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Tudo para não desanimar a turma

Tendo o Sr. Avião como maior atração – como bem lembrou um leitor, o homem dos 2 milhões de votos tomou chá de sumiço nesta campanha -, hoje a partir das 9h30 toda a tropa da coligação “A mudança continua” reúne-se no Auditório Dona Etelvina, no Cesumar Dona Guiilhermina para mais uma injeção de ânimo. As notícias do final de semana foram doloridas – a Procuradoria Geral Eleitoral deu parecer pela manutenção da cassação da candidatura a prefeito do agropecuarista Carlos Roberto Pupin (PP) e o retorno do recurso do vice Claudio Ferdinandi (PMDB) ao TRE, para verificar o dolo das contas rejeitadas. Ou seja, gastarão muita saliva.
Nem todos vão. Essas reuniões, que juntam secretários, cargos comissionados e candidatos, são extenuantes. Fala-se em manutenção do poder a qualquer custo, e só. Raramente se discutem limites para se alcançar o objetivo.

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“O perigo do 13”

A estratégia de Ricardo Barros continua sendo escolher o 13 como principal adversário – e tenta culpar o PT pela aguardada saída de Pupin do páreo, embora c(*)gada tenha sido cometida por ele, que vem surpreendendo ao se revelar nem sombra do que já foi um dia como estrategista político. Basta ver que nas eleições de 2008 não conseguiu eleger muitos dos companheiros importantes, pois não soube distribuir as candidaturas a vereador pelos montes de partidos políticos que compõem seu condomínio, agora reforçado com o PMDB.
Em mensagem enviada por um ex-secretário de Silvio II na semana passada, ele fala do “perigo do 13”, reclama que Enio Verri virou o candidato “paz e amor”, critica a administração petista do início do século e encerra com uma mentira ao tentar imputar ao PT o indeferimento da candidatura do agropecuarista. Tudo para poupar Barros, que passa por seu pior momento político.

» Memória

No rio Ivaí, em 1949


Imagens feitas no rio Ivaí em 1949 por Eugênio Hauer Kwasinki, J.Prosdócimo, N.Klueppel e outros, disponibilizadas  no YouTube por Paulo José da Costa. Ao final, um encontro com indígenas. O blog já havia publicado um outro vídeo com imagens de Kwasinski em Vila Velha, em 44.

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Meu voto não é do 11

A psicologia talvez possa explicar esta frase, que é mote de campanha de Pupin, querendo colocar palavras na boca do eleitor: “Meu voto é do onze, meu voto é do Pupin”. Nosso voto não é nosso, não é de ninguém. Com ele sufragamos um nome para prefeito e outro para vereador. Com o sufrágio elegemos, escolhemos, contratamos uma pessoa para administrar nossa empresa, o município, que é propriedade de todos. O prefeito eleito é nosso gerente (empregado), e para isso pagamos um bom salário, no caso de Maringá R$ 20 mil mensais, mais mordomias e damos autonomia para que ele contrate assessores ( ecretários e comissionados). Eles (Barros) pensam que o município é propriedade de eles e que estão fazendo favor ao construir alguma coisa. Continuar lendo

» Má-ringá

Esportes: discurso e prática


As fotos mostram ginastas das equipes de Maringá e de Toledo aguardando do lado de fora do Ginásio Valdir Pinheiro, em Maringá, no último dia dos Jogos Abertos do Paraná. Eram por volta das 8h e s atletas, que se apresentaram a partir das 9h, tentam fazer a maquiagem na calçada. As fotos circulam pela internet com manifesto de revolta do autor diante do descaso, já que o tempo estava frio e as ginastas disputaram as finais. “Politico que não respeita crianças não merece meu voto”, escreveu Robson André dos Santos, que ao pedir compartilhametno das imagens disse acreditar que o mesmo aconteceu em outras modalides.

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Ministro libera candidata a prefeita

A professora Ana Neoli dos Santos (PSDB), da coligação “Unidos por Guaraniaçu”, conseguiu reverter no TSE sua candidatura a prefeita daquela cidade. Seu registro havia sido negado pelo juízo da 112ª Zona Eleitoral e mantida pelo TRE, sob a alegação de improbidade administrativa, por conta de reprovação de suas contas, resultado de convênio com secretaria de estado. Ela conseguiu provar que  a desaprovação ocorreu em virtude de aspectos formais, o que resulou em apenas medidas de regularização (houve gasto a menor do que o montante previsto, o que não caracterizaria improbidade administrativa). O ministro Arnaldo Versiani contrariou parecer da Procuradoria Geral Eleitoral e considerou que se dúvida há, no caso, em relação à conduta do candidato, sobretudo quando a decisão do Tribunal de Contas não menciona a existência de dolo ou de culpa, merece prevalecer o direito à elegibilidade.

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Substituição pode ser inócua

Há quem acredite que Ricardo Barros esteja preparando uma surpresa. Que na última hora derrubará Pupin e lançará um outro laranja. Veja o que diz um especialista, dr. Marcelo Brito, de Belo Horizonte, sobre o assunto: “Art. 67. É facultado ao partido político ou à coligação substituir candidato que tiver seu registro indeferido, inclusive por inelegibilidade, cancelado, ou cassado, ou, ainda, que renunciar ou falecer após o termo final do prazo do registro (Lei nº 9.504/97, art. 13, caput; LC nº 64/90, art. 17; Código Eleitoral, art. 101, § 1º). § 5º Na hipótese da substituição de que trata o parágrafo anterior, caberá ao partido político e/ou coligação do substituto dar ampla divulgação ao fato para esclarecimento do eleitorado, sem prejuízo da divulgação também por outros candidatos, partidos políticos e/ou coligações e, ainda, pela Justiça Eleitoral, inclusive nas próprias Seções Eleitorais, quando determinado ou autorizado pela autoridade eleitoral competente.” Continuar lendo

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Tucano tem candidatura cassada em Ubiratã

O juízo da 98ª Zona Eleitoral de Ubiratã cassou o registro dos candidatos a prefeito e vice da coligação “Siga em frente Ubiratã”, Orlando Francisco Vieira Filho, o Orlandinho da Farmácia (PSDB), e Ionildo da Silva Pereira, o Nil. A sentença foi publicada hoje à tarde e além de cassar os registros torna os dois inelegíveis por oito anos; eles podem recorrer da sentença. Eles foram acusaados de “projeção política abusiva e indevida em programa habitacional, exercício da função pública de fato, propaganda eleitoral irregular, abuso da máquina administrativa e uso de bens e serviços públicos em prol da campanha eleitoral”.
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Ministro defere candidatura

O ministro Arnaldo Versiani, do TSE, liberou hoje a candidatura a vereador de Ronaldo dos Santos (PSC), o Ronaldo da Aplan, de Arapongas. Ele havia sido impugnado pelo TRE por ausência de juntada de certidão válida de segunda instância da Justiça Eleitoral. Ronaldo apresentou as certidões posteriormente, e elas indicam a inexistência de distribuição de ações criminais em seu nome nas justiças Federal e Estadual, o que levou ao deferimento da candidatura neste sábado, em decisão monocrática.

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“Não há mais possibilidade de se candidatar a prefeito”

O parecer da Procuradoria Geral Eleitoral que joga por terra a candidatura a prefeito de Carlos Roberto Pupin (PP) em Maringá, por assumiu como prefeito no prazo de seis meses anteriores às eleições em dois mandatos. Ser candidato agora caracteriza terceiro mandato, o que é expressamente proibido pela lei. A vice-procuradora-geral eleitoral cita justamente a decisão do ministro Ari Parglender em 2008, que este modesto blog, com a ajuda de Akino Maringá, já citou anteriormente. O caso Pupin, como se vê, não tem nunca teve nada a ver com o caso Geraldo Alckmin.
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Ferdinandi, o parecer da PGE

Parecer da vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau sobre a impugnação da candidatura do professor Claudio Ferdinandi (PMDB) como vice-prefeito na coligação “A mudança continua”. Sugere o retorno dos autos ao TRE e cita uma liminar oportunista.
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Assinou, mas não cumpriu

Campanha eleitoral
Olha só placa de quem apareceu em algumas praças e canteiros centrais de Maringá neste sábado: do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), que é quem sancionou a lei do vereador (e seu apoiador) João Alves Correa (PMDB), proibindo este tipo de campanha. Firmeza é isso aí. Sua propaganda aparece ao lado das de outros candidatos, como Dr. Batista (PMN), Maria Iraclézia (DEM) e Wilson Quinteiro (PSB), que entrou na justiça contra a inconstitucionalidade da lei.

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Vargas: “Maringá não precisa de um Belinati”


Do deputado federal André Vargas (PT), hoje de manhã, no comício com a ministra Gleisi Hoffmann na praça Raposo Tavares, em Maringá: “Escolher alguém que está inelegível, como aconteceu em Londrina na última eleição, é levar a cidade para a instabilidade política. Londrina viveu essa tragédia. Em 2008, escolheram alguém que estava sem condições de disputar a eleição e agora estamos no quarto prefeito. Maringá não precisa de um Belinati no segundo turno.”

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Sobre candidaturas de postes

Partidários da coligação “A mudança continua”, que acreditavam que em caso de impedimento de Carlos Roberto Pupin a aliança elegeria até um poste no lugar do agropecuarista, estão revendo suas posições. O imbroglio está criando no eleitor a concepção de que a situação não se reverterá – e olha que ninguém está se aproveitando para repercutir nacada derrota ocorrida. “Daqui a pouco, não conseguiremos eleger nem postinho de ponto de ônibus”, disse um, preocupado com a questão do tempo.

» Leitura

Para o meu professor, de coração

As Edições Paulinas publicaram o novo livro do professor e esccritor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi. Trata-se de um livro-presente que traz mensagens poéticas para os professores, “que exercem o dom do ensinar e partilham o seu saber na mais pura demonstração de amor por sua vocação e de esperança na humanidade, como sugestão para o Dia do Professor e para outras datas especiais, como aniversários ou formaturas. Intercalados às mensagens há textos bíblicos que enriquecem a obra e apresentam um conteúdo evangelizador, evidenciando a importância da educação e da transmissão do saber para a transformação da sociedade.”

» Opinião

O tamanho do Estado

Trecho de artigo de Xavier Vidal no El País:
Segundo o sociólogo, professor universitário, jornalista e pensador americano Daniel Bell, morto em 2011, “o Estado é muito pequeno para resolver os grandes problemas do mundo atual e muito grande para resolver os pequenos problemas do cotidiano dos cidadãos”. Desde então, o declínio do Estado cavalga a velocidade da luz. Especialmente na Europa, impulsionada pelas pinças fechadas entre a federalização comunitária e a globalização, entre a transferência da soberania para cima e a devolução de competências para baixo. Leia mais.