Quem se interessa pelo lixo?

Os cerca de R$ 300 milhões do PAC 1 destinados aos municípios brasileiros para projetos de tratamento de resíduos sólidos ficaram empacados na Caixa Econômica Federal. Os municípios, apesar das dificuldades com a questão do lixo, não se interessaram em apresentar projetos nesta área, revelou o superintendente nacional de Saneamento e Infraestrutura da CEF, ontem, em Brasília.

É impressionante – e incompreensível. Veja o caso de Maringá, que vem empurrando com a barriga a questão do tratamento de lixo, um dos problemas mais graves da cidade, mas que preferiu projetos que envolvem grandes obras civis e, consesquentemente, grandes empreiteiras.