Faltou leitura e agitação

O adiamento da votação do IPTU progressivo deixou claro que: ninguém da assessoria do vereador Paulo Soni (PSB) leu o projeto (ou ele já começou a retaliar o fato e a conta corrente de sua esposa ter sido bloqueada para pagar uma dívida com a prefetura) e que às vezes as sessões da Câmara Municipal de Maringá são modorrentas demais e dão sono. Entenda.