A gravidez precoce – que envolve problemas físicos, emocionais e sociais – continua sendo algo cada vez mais comum, apesar de chocante. Somente no final de semana, no Hospital Universitário Regional de Maringá, nasceram bebês cujas de mães de 14, 13 (duas) e, pasme, 11 anos.
Esta, segundo testemunha, “parecia uma boneca”.