O novo capítulo da obsessão dos Barros em reduzir a pó a história de Maringá – como se ela não tivesse existido antes deles – deixa claro a fragilidade do jurídico da prefeitura. Permitir que se chegasse a esse ponto (e o que ainda virá, complicando certamente ainda mais os cofres públicos) é uma falha dolorida, ainda mais para quem bate no peito e diz que faz o que quer, independente de Justiça.
O procurador geral dos Barros, Luiz Manzato, como se sabe, prestou concurso para o departamento que dirige, meritoriamente (prestou muitos serviços ao deputado Ricardo Barros, defendendo-o em ações por improbidade, especialidade da casa), mas, infelizmente, não ficou entre os 100 primeiros colorados. Ruim, mas não tão ruim assim, porque chefia os aprovados. Um governo que num Estado de Direito não se sustenta num jurídico pelo menos razoável tem tudo para fechar uma conta muito cara para a sociedade que deveria, em tese, promover.