Práticas conhecidas por aqui
Trecho da reportagem do Estadão sobre a prisão do governador do Amapá, ocorrida hoje: “De acordo com a PF, a maioria dos contratos administrativos firmados pela Secretaria de Educação não respeitavam as formalidades legais e beneficiavam empresas previamente selecionadas. Apenas uma empresa de segurança e vigilância privada manteve contrato emergencial por três anos com a Secretaria de Educação, com fatura mensal superior a dois milhões e meio de reais, e com evidências de que parte do valor retornava, sob forma de propina, aos envolvidos”.
Ou seja, isso lembra uma cidade do interior do Paraná…
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