Ficha Limpa no Judiciário

O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, confirmou hoje  sua participação na 144ª sessão ordinária do Conselho Nacional de Justiça, que será realizada às 9h30 da próxima segunda-feira, em Brasília. A pauta de votações, com 126 itens, inclui ato normativo que propõe a edição de resolução proibindo a ocupação de função de confiança ou de cargo em comissão, no poder Judiciário, por pessoas que tenham sido condenadas por atos hoje tipificados como causa de inelegibilidade. Dessa forma, seriam aplicadas, no Judiciário, restrições equivalentes às previstas na Lei Complementar 135/2010 – conhecida como Lei da Ficha Limpa.

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Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

2 pitacos em “Ficha Limpa no Judiciário

  1. Seria cômico se não fosse trágico. Uma campanha dessas será que não envergonha as excelências? Se a decisão tiver que ir ao STF a votação será de 7×4 novamente? Quase que o ficha suja empata o jogo. Se a votação fosse secreta não sei não… Quem imaginaria que a tão discursada moralidade tivesse que ser encarada como uma adversária. E o tal do caráter ilibado, também o seria? O que será que o Daniel Dantas – que escutava demais – quis dizer que a república cairia se ele abrisse a boca?
    Lembrei-me da Cidinha Campos ao discursar na assembléia legislativa do RJ sobre um corrupto ser indicado para uma vaga no TCERJ. Somos ou não somos o País da piada pronta?

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