Um boiadeiro errante em Maringá


De Donizete Oliveira, na revista Tradição:
“Com 1.800 bois/Eu saí de Rancharia/Na praça de Três Lagoas/Cheguei no morrer do dia”, diz trecho da moda Pretinho Aleijado, de Tião Carreiro e Pardinho. Era mais ou menos assim a vida de Jeferson de Oliveira, 72, boiadeiro aposentado, que mora na Vila Bosque, em Maringá. Ele nasceu em Mundo Novo, hoje Urupês SP. Desde menino tocava gado com o pai. Com 11 anos, fez sua primeira viagem. Eles levaram uma boiada de Catanduva, interior paulista, a Porecatu, no Paraná. Para ler na  íntegra, clique no PDF acima.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.