Periculosidade

Em julgamento realizado em 10 de maio último, com acórdão publicado ontem, o Tribunal de Justiça do Paraná negou recurso à Universidade Estadual de Maringá e manteve decisão que determina que a instituição pague adicional de periculosidade de 30%, cessado ilegalmente desde maio de 2003, a servidores lotados no Departamento de Farmácia e Bioquímica (Bloco I-89). A UEM deverá fazer o pagamento das diferenças salariais com os acréscimos legais.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.