Sem indiretas
Ao usar este espaço, como colaborador, faço um trabalho voluntário, vou repetir pela enésima vez. Não tenho qualquer interesse em cargos, não vou disputar mandatos, não ganho um centavo, não achaco.
Sou um ‘servidor’, quero ser útil, penso no melhor para a cidade, para o estado, para o país. Sou um cidadão que conquistou um espaço de visibilidade, como o Blog do Rigon, que, queiram ou não, amem ou odeiem, é um dos mais acessados e respeitados do estado, um privilégio que uso para tentar fazer o bem. Só isso. Erro, engano? Como todo ser humano, mas procuro corrigir, retratar, pedir desculpas.
Muitas vezes posto textos filosóficos com objetivo de pensar e fazer pensar. Para quem? Ninguém especificamento e para todos nós. Não é uma indireta para este ou aquele. Doravante serei mais direto. Se o seu nome não consta da postagem, não estou me referindo a você, seja você quem quer seja. Muitas vezes a carapuça serve para qualquer um. Quantas vezes ouvimos uma palestra, um sermão, uma pregação e parece que estão falando para nós? Se o texto servir para você, analise, pense, procure outras fontes e veja se não é caso de mudar. Pode ser que você esteja errado. Se tiver convicção que não, desconsidere. Se considera -se superior, não dê importância a este modesto colaborador. Não leia, faça como eu, que só me concentro no que julgo realmente importante, bom. Como dizia antigamente no futebol de fazenda, vaiando alguém perna de pau: ‘esse a natureza marca’. Não serei tão radical como aquela música de Roberto Carlos: ‘Só vou gostar de quem gosta de mim’ . Sigo Jesus que recomenda amar os inimigos. Amo vocês! E amar, filosoficamente falando, no meu entendimento, é desejar o melhor, fazer o que for possível para ajudar, se necessário. Mas não compactuar com erro, e o melhor, algumas vezes, parece o pior naquele momento. Para políticos, que penso que não são bons desejo que não tenho votos, por exemplo, para que não continuem errado, pois é o melhor para eles, a longo prazo, considerando a eternidade (você acredita?). Acredite, ou não é uma realidade.
Akino Maringá, colaborador
*/ ?>
