Balbúrdia organizada

O movimento pró-Lepac, da UEM, promove uma “balbúrdia organizada” no estacionamento do Restaurante Universitário, hoje das 11h às 13h20.

Várias atividades estão programadas, entre elas mesa-redonda e apresentação de bandas. A manifestação se restringe ao campus-sede.

PS – A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em assembleia, decidiu participar da paralisação marcada para amanhã, a chamada greve nacional da educação. A ideia é demonstrar solidariedade às instituições de ensino e sair às ruas em defesa da educação pública.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.

Um pitaco em “Balbúrdia organizada

  1. Pra quem conhece bem o assunto, sabe que a verdadeira razão das manifestações, as quais são de grupos bem distintos, não é a solidariedade de um local de certa importância para ” a sociedade “, mas sim, uma tremenda rasteira nas prefeituras e entidades que utilizam o Lepac com a única intenção de pagar por exames que são caros para serem feitos nos laboratórios particulares. E se realmente o Lepac não puder mais atender os interesses dessas prefeituras, que são muitas, elas terão que desembolsar um bom dinheiro para os laboratórios particulares, e não mais poderem ” mamar na teta do governo”, o qual sempre alimentou indiretamente esses órgãos.
    Simples assim.

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