Justiça e liberdade

Se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo (Albert Camus). Usamos esta frase para uma reflexão sobre o momento político que vive o Brasil.

Esperamos justiça com a liberdade, mas o que temos visto é que a justiça, no nosso entendimento de leigo, tem falhado, por conceder liberdade demais (vide decisões de certos ministros do STF). A democracia pressupõe independência dos poderes e o Legislativo (vereadores, deputados e senadores), representa o povo, como procuração para fazer o melhor para esse. Tem toda a liberdade (parlamentares)? Estão agindo com justiça? Cuidam dos interesses do povo ou dos seus?. E os membros do judiciários, são ‘deuses’, intocáveis? Se formos para o executivo,ficaremos igualmente estarrecidos. O que pode um presidente da república? Tudo, o quase nada, como estamos vendo. É, precisamos conciliar justiça de liberdade, pois se falharmos nisso, tudo falha. Resta-nos a confiança na justiça divina, que nos dá a liberdade através do livre-arbítrio. sobre o que podemos apreender um pouco mais aqui.
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.