Bretas, o Moro raiz, faz
a apologia do totalitarismo

Trecho de artigo (íntegra aqui)de Reinado Azevedo ao analisar tuíte do juiz Macelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal do Rio, em que faz a defesa de regime totalitário:

Os diálogos que o site “The Intercept Brasil” está trazendo à luz revelam não um desvio, mas um método da Lava Jato. A ficha de muita gente está caindo.

OBSERVEM COMO É FÁCIL ENGANAR MESMO OS DESCOLADOS DE ESQUERDA QUANDO O PRETEXTO É O COMBATE À CORRUPÇÃO. Bolsonaro tem truculência verbal, disposição para a arruaça e fascínio por armar a população. Mas lhe faltam ideologia, valores espirituais, utopia (ou distopia). Moros, “Submoros” e seus Dallagnois exercem esse papel. E com instrumentos de Estado nas mãos. Sim, existe Olavo de Carvalho. Mas este é só um bufão para sensíveis a seu tipo de humor involuntário e suas escatologias — em mais de um sentido. Na sexta, Bolsonaro voltou a atacar o Supremo em razão da criminalização da homofobia, decidida por aquele tribunal, e acenou, de novo, com a indicação de um evangélico para a Corte. E Bretas fez como o jacaré da piada. Abriu a bocarra: “Obaaa!!!” (…)
Isaías falava das coisas que não são deste mundo. Bretas fala das que são. No mercado do divino, o ente que soma todas aquelas qualidades é Deus. No mercado dos homens, poderia ser chamado de Hitler, Stálin, Mussolini, Pol Pot, vão escolhendo aí. Por enquanto, pode ser até um certo Messias. Mas o “escolhido” era… Moro!

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Pioneiro em blog político, foi repórter e apresentador de programas de rádio e televisão, além de ter editado jornais e revistas. É comentarista da Jovem Pan Maringá.