Injúrias e violência

É impressionante como a audiência de programas policiais, que divulgam crimes de desgraças têm audiência. Até a RPC se rendeu e o Jornal do Meio Dia, transformou-se, praticamente em programa policial, talvez por estar perdendo para os concorrentes policiais do horário.

Os tempos são de de injúrias e violência e a propósito reflitamos: ‘Jesus faz da brandura, da moderação, da mansuetude, da afabilidade e da paciência, uma lei. Condena, por conseguinte, a violência, a cólera e até toda expressão descortês de que alguém possa usar para com seus semelhantes. Raca, entre os hebreus, era um termo desdenhoso que significava – homem que não vale nada, e se pronunciava cuspindo e virando para o lado a cabeça. Vai mesmo mais longe, pois que ameaça com o fogo do inferno aquele que disser a seu irmão: És louco.
Evidente se torna que aqui, como em todas as circunstâncias, a intenção agrava ou atenua a falta; mas, em que pode uma simples palavra revestir-se de tanta gravidade que mereça tão severa reprovação? É que toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade que deve presidir às relações entre os homens e manter entre eles a concórdia e a união; é que constitui um golpe desferido na benevolência recíproca e na fraternidade; é que entretém o ódio e a animosidade; é, enfim, que, depois da humildade para com Deus, a caridade para com o próximo é a lei primeira de todo cristão’.
Tenhamos cuidados com o que assistimos e da forma como agimos com o próximo. Leia mais aqui.
Akino Maringá, colaborador

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