Agronegócio

PR pode fornecer soja convencional ao Japão

O Japão enviou uma missão técnica ao Paraná para verificar a possibilidade de fornecimento de soja convencional para atender a demanda da indústria alimentícia daquele país. O Japão consome em torno de um milhão de toneladas de soja por ano somente com a produção de tofu e natto (soja fermentada naturalmente), base dos produtos utilizados na culinária japonesa. Atualmente, 75% desse volume é importado dos Estados Unidos. Agora o Japão está prospectando outros mercados que atendam aos critérios exigidos no país, como coloração do grão, teor de proteínas e tamanho dos grãos. Leia mais.

Grãos em alta

De Miriam Leitão:

As exportações do agronegócio devem crescer 20% este ano, por aumento de safra e preços altos. A ONU estima que os preços dos alimentos entre 2011 e 2020 serão maiores que os da década anterior. Os emergentes vão sustentar a demanda, mas a crise internacional provocará períodos de queda. O cenário favorece o Brasil desde que o avanço não seja feito com mais desmatamento. Leia mais.

A politicagem do crédito agrícola

De Valdir Fries:

Não deveria ser diferente dos governos que a antecederam, a presidenta Dilma lança o Plano Safra 2011/2012, prometendo mundos e fundos que ao final pouco beneficia os produtores rurais, até porque o montante, anunciado em números como o maior da história, significa pouco mais de 7 % do montante disponibilizado na safra passada. Tirada a inflação, nada significa, uma vez que o governo amplia os financiamentos destinando recursos a novas áreas de produção, como o financiamento a matrizes reprodutoras da pecuária de leite e corte, apoio à produção de cana de açúcar, estocagem de suco de laranja, e por fim financiar a palavra magica em apoio a sustentabilidade, palavra que aprenderam a pronunciar. Leia mais.

O desabafo do ministro

De Marcos Santos, em O Progresso, de Dourados (MS):

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, fez quase um desabafo durante a abertura da 47ª Exposição Agropecuária e Industrial de Dourados (Expoagro), sábado, no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho. Em alto e bom tom o ministro soltou a seguinte frase ao repudiar a indústria de invasões de terra: “nunca vi nego que invade propriedade alheia produzir 1 quilo de feijão”. O público, formado em sua maioria por produtores rurais, foi ao delírio com a fala firme do ministro, que fez uma defesa enfática do agronegócio, repudiando, inclusive, os estudos demarcatórios em favor de populações indígenas. “Está claro que os índios dessa região eram nômades e, portanto, não há que se falar em demarcação”, enfatizou Rossi. “O Congresso Nacional tem que acabar com isso, criando uma lei que coloque um ponto final nas demarcações”, defendeu. Leia mais.

Campanha Brasil Agro

De Valdir Fries:

A  partir de hoje devemos nos integrar a campanha Brasil Agro, que tem como objetivo principal levar ao conhecimento de toda sociedade Brasileira e principalmente das lideranças públicas a importância da cadeia do agronegócio brasileiro. A campanha Brasil Agro deve mostrar desde o valor do produtor rural, da produção agropecuária, das agroindústrias e de todo os setores que estão envolvidos econômica e socialmente de forma direta ou indireta ligados à produção, à armazenagem, ao transporte, à industrialização, distribuição, comercialização, e até mesmo o setor dos agentes financeiros envolvidos com toda cadeia produtiva do agronegócio que tanto tem produzido e gerado desenvolvimento social e econômico para este pais. Na íntegra.

Escritor maringaense fala da agricultura no Império

“A História da Agricultura no Império – pirataria no Éden” é tema de palestra que o jornalista e escritor maringaense Laurentino Gomes profere hoje na UEM. Gomes deve falar sobre as invasões estrangeiras no Brasil, as riquezas levadas para o exterior, a abertura dos portos, o início da exportação de produtos, a vinda da família real ao país e seu impacto na agricultura e na pecuária. A palestra começa às 15h, no Auditório Adelbar Sampaio, do Bloco F-67. Gomes é autor de dois best-sellers que abordam o tema História do Brasil no período colonial e imperial: “1808 – Como uma Rainha Louca, um Príncipe Medroso e uma Corte Corrupta Enganaram Napoleão e Mudaram a História de Portugal e do Brasil”, ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura de 2008, e “1822 – Como um Homem Sábio, uma Princesa Triste e um Escocês Louco por Dinheiro Ajudaram D. Pedro a Criar o Brasil, um País que Tinha Tudo para Dar Errado”. O evento é promovido pelo Núcleo de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável da UEM, com o apoio do Diretório Central dos Estudantes e do Grupo de Agroecologia de Maringá. As inscrições podem ser feitas no local gratuitamente. Informações pelo telefone (44) 3011-5825.

Novo Código Florestal demandará mobilização

Ao participar hoje do Seminário da Frente Parlamentar da Agropecuária sobre o novo Código Florestal, o deputado federal Abelardo Lupion (DEM) afirmou que a votação da matéria no Congresso Nacional depende de uma grande mobilização do setor agropecuário. Atento a tramitação do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) às alterações do PL 1876/99, que trata da reformulação da legislação ambiental brasileira, na Câmara dos Deputados, o parlamentar paranaense ressalta que o momento exige atenção de quem sabe da importância setorial para o Brasil e sua economia. “Nossa luta, desde que iniciamos esse debate em 2008, é colocar essa matéria na pauta do Legislativo. Para que ele seja votado os produtores rurais e as entidades do setor precisam vir a Brasília e participarem da grande mobilização que faremos no dia 5 de abril”, enfatiza. Rebelo disse que concorda com a reivindicação da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura e reduzir as áreas de proteção de margens de córregos e rios em 50%. “Estou de acordo porque acho justo o que pedem. As ONGs internacionais, e quem mais quiser, que fiquem contra”. Leia mais.

Por dois votos

O advogado Jonas Keiti Kondo foi eleito presidente da Cooperativa Agroindustrial do Noroeste Paranaense (Copagra), de Nova Londrina, na última sexta-feira, com uma diferença de apenas dois votos sobre Miguel Tranin, que concorria à reeleição. Foram 287 votos contra 285; brancos e nulos somaram 18 votos. Nesta eleição, o habitual número de associados que comparecia à assembleia praticamente dobrou. A primeira proposta do novo presidente foi o corte de 50% dos salários dos diretores executivos.

Mandioca em Paiçandu

Enfim, uma boa notícia envolvendo a Paiçandu do prefeito Vladão: saiu hoje na BandNews reportagem de Amaro de Oliveira sobre a produção de mandioca naquele município, que se tornou rentável pelo menos para um produtor familiar. Assista.