Akino

CQC no Paraná

São cada vez maiores o indícios de que o CQC deve vir ao Paraná. Primeiro  passando por Maringá para ver casos na Seduc (hoje vi nota numa coluna de jornal), depois indo a Curitiba para ver o escândalo na Assembleia, um dos maiores esquema de desvio de dinheiro  público  que se tem notícia.

Akino Maringá, colaborador

O freezer do Pinga Fogo

No Pinga Fogo na TV de ontem a apresentador, ao dizer que pediria uma ‘contribuição’, de R$ 500,00 para deputados, para ajudar um senhor que teve a casa queimada, comentou com o Beija-Flor: “Vocês acham que eles vão negar? Vão querem ir para o freezer?”. Comentarei depois o ‘sistema de ajudas’ que considero muito importante, louvável mesmo, mas que tem distorções como essas, a de obrigar políticos a contribuir. Depois eles terão que buscar na Verba de Ressarcimento (notas de combustíveis,por exemplo) e outras formas de compensar.

Akino Maringá, colaborador

Projeto cria problemas nos condomínios

Projeto do vereador Paulo Soni, aprovado ontem, em segunda votação, instituindo o Dia Municipal do Porteiro, criou um descontentamento nos condomínios. Zeladores e serventes de limpezas teriam se sentido discriminados. Por que só Dia Municipal do Porteiro? Sugiro ao vereador que apresente outros dois criados o Dia do Zelador  e o Dia do Servente de Limpeza. Tem outra: porteiros querem saber se, no seu dia, terão folga. 
Akino Maringá, colaborador

Homenagem a profissionais

Comentando nossa postagem sobre o projeto do vereador Paulo Soni, instituindo o Dia Municipal do Porteiro, o leitor Celso sugere o Dia do Sintonizador de Televisores, em homenagem ao profissional requisitado pela Seduc de Barueri para ‘acertar’ aquela TV doada pelo CQC. Boa sugestão Celso e aproveitando a ideia acrescentaria, já que falamos em Seduc, o Dia do Guardador do Acervo da TV Cultura em Maringá. Que mistéro!  Onde está o acervo? Quando serão cancelados os empenhos? E o Ato de inexigibilidade de licitação? Quando será cancelado?

Akino Maringá, colaborador

Aos colegas blogueiros

Respondendo ao Mura, que pede  para reproduzir textos nossos, autorizamos todos aqueles que se interessarem. Pedimos dar crédito ao site do Rigon, quando originalmente aqui publicados, pois não fosse este espaço, o Akino Maringá não existiria.

Akino Maringá, colaborador

Cleptomaníacos do dinheiro público

Sabemos que a a cleptomania é um distúrbio que atinge muitas pessoas que embora não precisem, têm um impulso mórbido para furtar.Essas merecem o nosso respeito e compreensão e precisam de tratamento. Na política e na administração pública, a ‘doença’, quer dizer a falta de vergonha, parece ser generalizada. Pessoas finas, educadas, que aparentam ser bem intencionadas, não perdem uma oportunidade de furtar o erário das mais variadas formas. Por superfaturamentos de obras, contratação de funcionários comissionados desnecessários, são algumas formas. Cobrança de pedágio na liberação de verbas federais e estaduais são outras, só para citar duas.
Há epidemia de cleptomaníacos do dinheiro público que precisa ser combatida. A imprensa precisa ser mais atuante, menos dependente de verbas de publicidade. O Ministério Público mais esforçado ( há exceções) e nós, o povo, precisamos ser mais seletivos quando votarmos, não reelegendo aqueles que comprovadamente têm o distúrbio. Pelo fim dos cleptomaníacos do dinheiro público.

Akino Maringá, colaborador

Cumprimentos

Excecão feita a todos os políticos, assessores e demais  cleptomaníacos em relação ao dinheiro público, tenham todos  um bom dia.
Akino Maringá, colaborador

Caso dos laptops finalmente será julgado

Foi marcado, para o próximo dia 30 o julgamento do processo 465.638-0, no TJ -PR, que estava aguardando pauta (um dia para julgamento) desde 24 de agosto do ano passado. Talvez o maior tempo de espera, depois de prontos os votos do relator e revisor, que se tem notícia. Trata-se da parte cível do caso laptops. Na criminal o ex-presidente John Alves foi absolvido, depois de condenado, por falta de provas, em votação apertada,  num dos muitos recursos que apresentou. Outros funcionários da Câmara e responsáveis pela empresa fornecedora  foram condenados. Há recursos  do MP pendentes de julgamento.

Akino Maringá, colaborador

A diplomacia da vereadora Marly

Na sessão de ontem ao discutir o projeto do vereador Heine Macieira que obriga aos bancos manter um guarda-volumes em suas agências, onde os usuários pudessem deixar pertences que travam as portas giratórias, a vereadora Marly foi diplomata demais ao não dizer, como fez um líder do prefeito em projeto do vereador Manoel Sobrinho, que só ignorantes não percebiam (…) . Com todo o respeito ao vereador, o projeto e inaplicável e talvez o vereador John pudesse dizer:’ V. Excia não está sendo… com seus eleitores. Está enganando-os’.  Diplomata também foi o procurador Rafael Luque, ao emitir parecer  jurídico pela constitucionalidade.
Minha opinião:  O vereador Heine de duas uma, ou está sendo ingênuo ou esperto demais querendo agradar eleitores, dar a impressão de que está fazendo alguma coisa para melhor a segurança. Apresenta muitos requerimentos pedindo informações que sabe, mas isto dá volume. Esperrrtto, com dizem os cariocas.  Já a vereadora Marly, parabéns pela diplomacia. A senhora às vezes gasta muita ‘vela com defunto ruim’.  Que horrível ficou!  Quero dizer muita munição à toa. Este projeto está fadado a ter o mesmo destino daquele do Zebrão. Veto do prefeito.

Akino Maringá, colaborador

TCU tem unidades nos estados

Só para responder a um leitor que questiou o fato de termos informado que a vereadora Marly esteve no TCU em Curitiba, esclarecemos que o Tribunal de Contas da União tem unidades em todos os estados e nas capitais. No site estão todos os endereços.

Akino Maringá, colaborador

Um pedido aos vereadores

Por favor, se quiserem ser úteis, justificar o dinheiro que recebem e o que gastamos com assessores,  parem de enganar o povo com projetos que não representam nada, como criar Dia Municipal do Porteiro, por exemplo e de fazer requerimentos inócuos, ‘para fins de esclarecimento público’  e dediquem-se mais a fiscalizar o Executivo, a aplicação do dinheiro público. Ajudem o prefeito Sílvio II a não ter o mesmo fim político de Jairo Gianoto. Caminha célere para isso.

Akino Maringá, colaborador

Não fica devendo

Com as últimas notícias, acompanhando de perto as informações disponíveis, alguns podem  concluir que a administração Sílvio II não fica devendo nada à de Jairo Gianoto. Estão ali, lado a lado. Até a ousadia de Paulichi, às vezes, parece ser superada.

Akino Maringá, colaborador

O giro da hora do almoço

Como já disse fico ‘zapeando’, pelos programas de TV da hora do amoço. Hoje vi no Tribuna da Massa uma boa reportagem de Murilo Gatti sobre as irregularidades encontradas pela CGU em 14 obras da Prefeitura de Maringá. Nos comentários o Canário foi duro, mas nem tanto. Digamos que valeu, dentro das possibilidades.  No Balanço Geral do Léo Junior, uma matéria sobre buracos nas ruas, ontem já tinha falando de mato no Jardim Paulista. Boa matéria. Essas poucas, contando a realidade que não é favorável à Prefeitura. Já no Pinga Fogo, uma entrevista com Ulisses Maia, falando maravilhas do servidor público, do aumento de 6% nos salários, no mínimo de R$ 700,00, situação financeira privilegiada do município, obras por toda a cidade, pagamentos em dia, enfim  tudo maravilhoso. Sobre o relatório da CGU, nenhuma palavra. Fiquei com dúvidas: A intenção era minimizar a notícia sobre as irregularidades, publicada até n´O Diário, ou divulgar a candidatura do chefe de Gabinete a deputado estadual?

Akino Maringá, colaborador

Dia do Porteiro

Mais  um projeto importante apresentado pelo vereador Paulo Soni, o que institui o Dia Municipal do Porteiro. Do jeito que as coisas vão, sugiro que  algum vereador  que apresente um projeto criado o  dia de todas as profissões, assim como existe o dia de ‘ todos os Santos’, pois faltarão datas.
Ah!  estava me esquecendo de outro projeto importe, o de Heine que obriga aos bancos instalarem guarda volumes em todas as agências. Meu comentário: prefiro não comentar.

Akino Maringá, colaborador

O que faz o MPF em Maringá?

A propósito da postagem ‘Que fim levou?’, concordo com o Rigon que é muito discreta a atuação do Ministério Público Federal em Maringá. Depois do escândalo na gestão Gianoto, pouco se ouviu falar sobre a atuação da sua atuação na apuração de denúncias de má aplicação de recursos públicos. Há também aquela caso da operação de fraudes contra o INSS que envolveria gente grande e que, salvo engano, não andou e caminha para a prescrição. O que está acontecendo? Falta de pessoal? Depois na marcante atuação da Procuradoria da República, no caso Arruda, esperamos mais da instituição em Maringá.

Akino Maringá, colaborador

Lendo nas entrelinhas

Na sessão de ontem da Câmara de Maringá, o vereador Humberto Henrique lembrou das irregularidades detectadas pela CGU, em Maringá, e necessidade de providências da Câmara. A vereadora Marly lembrou que quando esteve no TCU, em Curitiba, recebeu um recado  para que transmitisse aos colegas vereadores, se eles cumprissem o seu dever de fiscalização da aplicação do dinheiro público, sobrariam mais recursos para mais aplicações.
Nossa opinião: O que lemos nas entrelinhas é que os vereadores de Maringá não estão cumprindo sua obrigação de fiscalizar o poder público e que há  ‘desperdícios’ de recursos, apesar de toda a propaganda do Observatório Social e da Prefeitura dizendo que faz uma administração transparente.
Falando nisso: E o caso do Acervo da TV Cultura? Como ficou?  e da Urbamar?

Akino Maringá, colaborador

Dinheiro jogado no lixo

Foi empenhado, em 18/1/10, pela Prefeitura de Maringá, o valor de R$ 235.500,00, para pagamento à empresa Transresiduos, aquela que no início da gestão Barros, recebeu, saldo engano, mais de R$ 2 milhões, para atuar no lixão. Desconhecia que tivesse ganho alguma licitação para continuar atuando. Já a Constroeste foi beneficiada com R$ 5.667.400,00, em 5/1/2010 e R$ 527.200,00 em 21/1, valores dos empenhos.
Nossa opinião: Como diria Lula ‘nunca na história’, desta cidade se jogou tanto dinheiro no lixo, a não ser na gestão Ricardo Barros com a Sotecol, salvo engano.

Akino Maringá, colaborador

Não é só o Akino…

“CGU detecta obras públicas irregulares” é uma das manchete do jornal O Diário do Norte do Paraná, edição de hoje, que completa: A Controladoria Geral da União encontrou indícios de irregularidades em 14 obras e licitações da Prefeitura de Maringá, realizadas em 2009 com recursos federais [a notícia foi dada em primeira mão ontem, pelo Jornal de Maringá/RPC]. Segundo a CGU , as suspeitas envolvem materiais de construção superfaturados, planilhas mal detalhadas e má conservação das obras.
Nossa opinião: Como se vê, não é o Akino que está dizendo que existem licitações viciadas em Maringá (dizem que são 99,9988%). Não há informação sobre a construção do Restaurante Popular, mas  suspeitamos. Nem vamos comentar sobre as obras do Contorno Norte e as do Novo Centro.

Akino Maringá, colaborador

Big fone na Seduc

Informação de uma professora: Depois do CQC de ontem e a informação de eles poderão fazer um quadro abordando o caso da compra do Acervo da TV  Cultura, todas as vezes que toca o telefone,na Seduc, o pessoal fica em dúvida se atende ou não, temendo ser da produção do programa da Band. Se for? Como explicar que disseram que não tinham comprado e não era verdade; que tinha devolvido e ao que parece também não era verdade. Brincadeira! Igualzinho ao Big Brother. 
Akino Maringá, colaborador

Quanta falta de informação!

Leitor que usa este pseudônimo insiste para  que nós investiguemos e denunciemos nomes que estariam envolvidos em falsificação de documentos para licitações que teriam ocorrido na gestão João Ivo. Diz que o caso está no MP desde 2002.  Quanta falta de informação. Repito: estamos concentrando esforços na prevenção de desvios e ajudando o Observatório Social e o Prefeito Silvio II, procurando evitar  problemas que levem a impropriedades administrativas’, só isso. Nosso trabalho começou depois de 2005 e se no futuro numa eventual administração de Humberto Henrique, Enio Verri, Marly, Edmar Arruda, ou qualquer outro nome, acontecer algo de errado, denunciaremos. Desculpe caro leitor, mas não vou poder atendê-lo e quanto a dizer que não sabe com quem está falando, eu digo que não sei. Você está em contato com a site do Rigon, dirigido pelo jornalista Angelo Rigon, se quiser fazer denuncias pode fazer, aponte os culpados,  desde que se identifique.. Eu assumo inteiramente tudo que escrevo. O pseudônimo  é um recurso jornalisticio. O editor, o dono, o responsável pelo veículo sabe quem sou e onde encontrar-me. Assunto encerrado. Quanta falta de informação!
 
Akino Maringá, colaborador

Escândalo na AL: medidas são insuficientes

Recadastramento de funcionários e publicação do Diário Oficial na internet são medidas insuficientes para estancar  a sangria de recursos públicos, via folha de  pagamento. Sugerimos a contratação de uma consultaria independente, poderia ser das Universidades, Sebrae, algo assim para redimensionar o quadro de pessoal, principalmente de comissionados. Divulgação de assessores por gabinete de deputado. Controle da verba de ressarcimento ( há indícios de que ela se transformou num complemento de remuneração). Fim dos comissionados de base (assessores que não trabalham em Curitiba) e na prática são apenas cabos eleitorais, são algumas medidas que  são necessárias.

Akino Maringá, colaborador

Na turma dos desiludidos

Lendo a postagem sobre a ‘bancada dos desiludidos’, concluí que este é um sentimento que às vezes tenho, a vontade de largar tudo, deixar como está, parar este trabalho que  parece infrutífero, o de tentar fiscalizar a aplicação do dinheiro público, fazendo um trabalho que é dos vereadores, deputados, senadores.  Estou entre aqueles brasileiros, de certo modo privilegiados, que não dependem da saúde, da educação e do transporte públicos, e portanto sou, teoricamente, pouco atingindo pelos desvios de dinheiro público. Mas o sentimento de ser roubado, já que pago pesados impostos, o de Renda da fonte, adiantado, e como minha renda permite consumir acima da média dos brasileiros, pago ICMS, IPI, enfim no total deposito, compulsoriamente,  quase 40% do que recebo, acima da média salarial dos trabalhadores brasileiros,. Ao tomar conhecimento  de qualquer desvio ou má aplicação, como neste caso do Acervo, sinto renovado ânimo para prosseguir mais um pouco.
Por que faço isto? Aprendi a ser menos egoísta, a dar um pouco de trabalho em benefícios dos mais carentes e cada centavo, que com a nossa atuação conseguimos economizar, nos dá o prazer de um dever cristão cumprido. Espero não entrar para a turma dos desiludidos, tenho esperanças de podemos mudar as coisas. 

Akino Maringá, colaborador

Licitações viciadas III

Só para não deixar resposta ao leitor que uso o pseudônimo de ‘quanta falta de informação’, que nos pede para levantar problemas em licitações que teriam ocorrido na gestão João Ivo, bem como ao Almofariz que nos recomenda ser candidato se quisermos uma administração melhor: Não temos condições de levantar o que ocorreu há 8 anos. Não é este o nosso propósito, apenas estamos atuando preventivamente, tentando evitar desperdício de dinheiro público e a meta neste momento é evitar que quase R$ 500.000,00 de dinheiro destinado à educação vão para o ralo, via compra do Acervo da TV Cultura e que se discuta a extinção da Urbamar evitando um prejuízo de mais de R$ 1 milhão  anuais. Está difícil conseguir isto, imagine algo que aconteceu em 2003.  Nosso conselho é que o senhor encaminhe ao MP o que tiver de concreto.  Repetimos não temos compromisso com o erro, desvio, seja em que administração for. Se ficar provado que houve desvio na administração do PT que se puna. Nosso compromisso é com a ética, a moralidade, a probidade administrativa. Não temos cauda amarrada com ninguém , nem de palha, como disse o Fuji, para fugir do fogo.

Akino Maringá, colaborador

CQC na Seduc

Imperdível o quadro ‘Proteste já’ do CQC, do programa de ontem, envolvendo a Seduc de Barueri-SP. Quem não assistiu procure assistir ( quem sabe o Rigon consiga disponibilizar um link mais tarde). Resumindo: eles doaram uma TV para a Secretaria de educação, mas colocaram um rastreador. Advinhem se a TV ficou em alguma escola?  Fico imaginando o CQC neste caso do Acervo da TV Cultura.

Akino Maringá, colaborador

[Não há vídeos completos ainda disponíveis. Neste link aqui, são quatro, mas falta o primeiro]

‘Guerra da cachaça’

Assistindo a dois programas de televisão, do meio dia, ficamos com a impressão que há o que poderíamos chamar de ‘guerra da cachaça’. De um lado o Canário enfatizando que é contra bebida alcoólica, e do outro o Pinga Fogo fazendo o contrário. Hoje percebi umas alfinetadas Canário, mas posso estar enganado. Querem saber minha opinião? ‘Prefiro não comentar’.

Akino Maringá, colaborador

Prefeitura esclarece

A propósito de postagem o Rigon recebeu da Prefeitura de Maringá a seguinte nota:
Referente a informações postadas pelo Akino Maringá, sobre o ato de inexigibilidade de licitação de R$ 48 mil para a Frente Nacional dos Prefeitos, não existe irregularidade conforme a nota deixa transparecer. A Frente Nacional dos Prefeitos é uma entidade sem similares, impossibilitando ao Poder Público abrir licitação para se filiar. Assim como acontece com outras entidades – Amusep (aproximadamente R$ 150 mil ao ano variando conforme arrecadação), Conselho Nacional dos Municípios ( R$ 15,6 mil/ano) e Associação dos Municípios do Paraná (R$ 8,4 mil/ano) – dos quais a Prefeitura de Maringá é filiada porque são importantes organismos na defesa dos interesses dos municípios.

Nossa opinião: Não questionamos a inexigilidade de licitação, mas achamos que o município não pode ser filiado a uma entidade de prefeitos e arcar com R$ 4.000,00 mensais, no máximo poderia ser do Conselho dos Municípios. Temos sérias dúvidas sobre a utilidade dessas associações que na prática são lobistas e no caso de Maringá, temos uma Secretaria de Relações Interinstitucionais, que já consome quase R$ 500.000,00  anuais, além dos deputados federais e do próprio prefeito, que viaja constantemente.

Akino Maringá, colaborador

Transparência “meia boca”

Em 9 de abril vence os 180 dias que a Prefeitura de Maringá ‘se deu’ para colocar no ar o site Portal da Transparência com todas as informações que fariam parte do ‘compromisso Ser’ ( na verdade falta muita coisa). Pelo andar da carruagem será mais uma lei a ser descumprida, pois passados três meses do ano, quase nada foi publicado até agora.  A transparência é, digamos, ‘meia boca’.

Akino Maringá, colaborador

Licitações viciadas II

Para responder aos pitacos de leitores que se usaram os pseudônimos de Almofariz e ‘Quanta falta de informação’, informo que conheço a lei de licitações, sei que o preço global está previsto, mas estou sugerindo que isto seja mudado e a prefeitura passasse a considerar, também, o preço de cada item, como forma de economizar dinheiro público. A respeito de denuncias que ‘o  quanta falta de informação’ apresentou, desconheço-as e cabe a ele apresentar sob pena de estar prevaricando, já que ao que parece é funcionário público, comissionado ou político com mandato.  Aqui nós não temos ‘cauda amarrada’ com ninguém, de verdade, doa a quem doer.

Akino Maringá, colaborador