Do leitor

Quem paga a conta?

Leitor escreve que, em época difícil, que se fala tanto em economizar energia, o Grêmio Maringá realizou jogo amistoso contra o União Recreativo Social Olímpico de Mundo Novo (MS), no Estádio Willie Davids, ontem à noite em Maringá. Ele questiona se a prefeitura cobra alguma ´taxa´ para liberar o estádio à noite e quem paga a conta de energia com os poderosos refletores trabalhando no WD?
Obs: O Galo venceu o jogo por 2 a 0. Em torno de 185 torcedores nas arquibancadas.

Perguntar não ofende

Ao ver a postagem de ontem à noite, sobre o possível sucessor do Capitão Ideval na Setrans, leitor pergunta:
– O que separa o ex-secretário Diniz Afonso do tenente Ribeiro?
E ele mesmo responde?
– Uma canafístula.
Entendendo: Diniz Afonso era o secretário de Meio Ambiente quando Silvio Barros II (PHS) mandou cortar a canafístula centenária, sem autorização dos órgãos ambientais, enquanto Ribeiro integrava a Força Verde.

Folga pagamento

Leitor conta que hoje à tarde foi disponibilizado o salário para os servidores públicos da Prefeitura de Maringá, porém, os servidores da Semusp irão trabalhar apenas até às 12h de amanhã. “O que é mais engraçado dessa folga pagamento é que ela não é amparada pela lei, não existe uma lei que permita essa folga, portanto, é uma ilegalidade. Por que todos eles tem direito (que não é direito) de receber o período da tarde não trabalhado? Quando que o Ministério Público vai enxergar esse abuso que é cometido na Semusp?”
Continua: “Após o meio dia de amanhã é fácil ver o bar perto da secretaria cheio de servidor se divertindo em pleno horário de trabalho por conta dessa chamada folga pagamento, enquanto que o administrativo da Semusp e de todas as outras secretarias estão trabalhando, mas não tem pra quem passar ou pedir trabalho porque os servidores externos foram embora. Quando que isso irá acabar? Se fosse um direito, todos os servidores da Prefeitura teriam direito também de folgar, mas não é caso”.

Uma sugestão para a UEM

A propósito do grande número de cargos comissionados na Universidade Estadual de Maringá, leitor observa que aproximadamente 10% destes CCs estão lotados na Comissão de Vestibular Unificado. “A UEM poderia economizar milhões de reais anualmente, caso optasse pelo Enem/Sisu como processo de seleção ao invés do atual vestibular, que é um processo caríssimo, levando em consideração toda a parte logística, além da elaboração das provas e da sua execução em si. Outra vantagem da adoção ao Enem/Sisu seria a oportunidade de jovens do Brasil todo, do Acre ao Rio Grande do Sul, virem ao Paraná para se formar”, opina. Continue lendo ›

Uma questão

Leitor comenta que passava ontem pela avenida Pioneiro Antonio Ruiz Saldanha, em Maringá, e percebeu que o asfalto está todo remendado, “com aquele recape fajuto que a prefeitura faz, onde os funcionários passam jogando piche, que nem compactado é. A primeira chuva leva tudo. Pergunto: este piche é altamente poluente, pois é petróleo puro, este asfalto misturado à água da chuva vai para onde? Não polui?”.

Jurisdição da GM

Dias atrás um homem que havia sido condenado por assalto foi preso pela Guarda Municipal de Sarandi (aqui) no Conjunto Habitacional Ney Braga. A ação da GM sarandiense em Maringá está sendo questionada por leitor. “Cada guarda não tem sua área de jurisdição? Os guardas municipais de Maringá estão liberados para efetuar prisões em outras cidades? Que bagunça é essa?”, questiona.

Duplo homicídio doloso

Do Moscardi, comentando sobre o acidente na PR-317 que matou um casal (aqui):
– Duplo homicídio doloso. O motorista da Hilux assumiu o risco de matar alguém ao fazer aquela conversão. Os juristas chamam a isso de dolo eventual. Num caso como este, a emoção aflora e a revolta bate forte em cada um de nós. Do ponto de vista da responsabilidade penal, dificilmente o motorista ficará na cadeia. O dolo eventual dá uma boa e prolongada discussão jurídica, culminando numa pena branda. Se houver. Portanto, o patrimônio do motorista deverá responder pelo duplo homicídio. A família das vítimas deverá ir por este caminho. Sim, sim, não devolverá a vida ao casal, mas efetivamente punirá o agressor e minimizará o sofrimento material dos familiares, eis que o afetivo/emocional não tem preço que pague. É dor eterna. Há 30 anos um menino humilde teve os dois braços devorados por um leão de circo – destes mambembes que sempre vinham por aqui. O advogado do menino acionou a Justiça contra o dono do circo e tomou dele quase todo o patrimônio que tinha. Perdeu casa, apartamento e um sitio. Os mais velhos hão de se lembrar disso. O caso ficou famoso em todo o Brasil.

A resposta à desordem

De Parreiras Rodrigues, em comentário no blog:
– As águas dos rios não invadiram casas nem plantações. Os rios foram invadidos por elas. Se desmatam as matas ciliares que protegem os rios do assoreamento e até dos venenos jogados nas lavouras de forma indiscriminada e irracional, se constroem em suas margens e se entulham os seus leitos de toda a sorte de lixo. Nada que contrarie a ordem natural das coisas, fica sem resposta. Os governos tem que agir energicamente para retirar moradias de áreas de risco, restabelecer a qualquer custo as matas de proteção, caso contrário,nem será preciso filmar enchentes, alagamentos já no ano que vem. Basta reprisar as cenas da semana passada.

Uma questão sobre o asfalto

A propósito do recapeamento da malha asfáltica da Zona 2 em Maringá, entre as avenidas Cerro Azul e São Paulo, leitor pergunta: “Qual a viabilidade econômica de recapar o asfalto da Zona 2 para Maringá? O asfato estava um pouco aspero em alguns trechos. Não era necessário o recapamento. Veja, o entorno do Bosque 2 foi todo recuperado, mas a avenida JK, que é uma via necessária para a economia maringaense, não foi, está péssima, assim como o prolongamento da Itororó, onde há crateras. Talvez algum motorista de BMW, Volvo, Audi da Zona 2 deve ter reclamado que o asfalto estava áspero”.

Cobrando o fumacê

Leitor reclama do sumiço das caminhonetes que pulverizam contra o mosquito da dengue, logo agora que a cidade vive situação de pré-epidemia. “Será que a administração fantoche do Pupin deu fim naquelas caminhonetes que pulverizavam o veneno contra o mosquito da dengue na nossa cidade? Será que até isso ele não quer mais em Maringá? Moro no Quebec e nunca mais vi aquelas caminhonete na rua!”, reclama.

Postagem deletada

Leitor observa que o site do jornal O Diário publicou no início desta noite uma matéria repercutindo a denúncia que os moradores da Vila Santo Antônio, acompanhados do vereador Carlos Mariucci (P), fizeram na manhã de hoje ao Ministério Público. A denúncia foi em relação ao abusivo aumento do IPT. “A reportagem, porém, foi deletada do site do jornal poucas horas depois, como é possível ver clicando neste link“, reclama. A matéria, baseada em release distribuído pela assessoria do vereador, foi publicada neste blog no início da tarde. O fato de a postagem ter sido deletada, como também acontece neste modesto blog, não significa que o assunto não será abordado em outra publicação.
PS – A notícia não saiu na edição impressa desta quarta-feira.

Nem morto tem direito em Maringá

De Juliano Pelegrini Dambros:
Olha o absurdo que está acontecendo no Cemitério Municipal de Maringá. A avó de minha esposa foi ao cemitério essa semana e, ao se deparar com o local onde fica o túmulo de sua filha, só encontrou um buraco sendo cimentado e revestido novamente. O túmulo ao lado, dos sogros de sua filha, estavam na mesma situação.Retiraram todos os ossos e quebraram o túmulo para colocá-lo à venda novamente, sem avisar ninguém da família. A velhinha, coitada, ficou desesperada, reclamou com os funcionários que a conduziram a administração do cemitério e no caminho disseram “que se ela pagasse uns R$ 2.000,00 provavelmente arrumariam a sepultura novamente”. Ao chegar à administração do cemitério ela foi informada que os túmulos foram dados como abandonados e seriam colocados a venda novamente.Continue lendo ›

Pré-sal e soberania

Leitor, a propósito da questão da perda de soberania e do pré-sal (os que eram contra hoje comandam a privatização), lembra uma frase atribuída ao ex-presidente Ernesto Geisel, ao final de seu governo: d
– Se é a vontade do povo brasileiro eu promoverei a abertura política no Brasil. Mas chegará um tempo que o povo sentirá saudade da ditadura militar, pois muitos desses que lideram o “fim” da ditadura näo estão visando o bem do povo mas sim seus próprios interesses.

Viagem ao Oriente: é preciso uma prestação de contas

TurismoAo comentar a ação do Ministério Público para investigar o excesso de diárias pelos vereadores de Sarandi, em postagem abaixo, leitor faz a mesma cobrança ao MPE em relação à “festança internacional da comitiva de Maringá ao Oriente? Na realidade uma viagem de amigos para deleite da turma de amigos. Quem acessa as redes sociais poderá ver a exposição de fotos meramente turísticas dos integrantes da tal comitiva. (…) Qual a função de cada um na viagem? Quais os valores destas despesas? Quem pagou o quê? Qual o papel formal da presença da [secretária de Educação] Solange Lopes? Ou teria ido como amiga de compras da primeira-dama? Se ela receber o salário integral é porque estava em viagem oficial, se estava tem que dizer o que fazia na comitiva, por que estava lá e para quê, é obrigação moral e legal. Quem pagou o tour? A estadia em Dubai? Para quê? conexão aérea de 3 dias? (…) É preciso sim: uma prestação de contas pública, das despesas e função de cada integrante. Se por acaso a “lei” não exigir a moral exige e os bons costumes exigem”, escreve o leitor, que também cobra uma posição da câmara municipal a respeito. Ilustração: Abril.

Pode isso, Arnaldo?

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Leitor envia duas fotos tiradas na avenida Mandacaru do que seriam casos de abuso e desrespeito de quem deveria ser exemplo. Na foto acima, tirada em 24 de junho, a viatura da PM parou sobre a calçada da entrada do estacionamento do Supermercado Cidade Canção, na sexta-feira, um dos policiais entrou no Banco do Brasil e lá dentro estava tudo normal. “Uma falta de respeito aos pedestres em pleno dia de chuva, dificultando a passagem das pessoas e até mesmo a visibilidade dos veículos que fazem a curva para a direita”, comenta. Na foto abaixo, tirada no último dia 13, o guincho da Polícia Militar parou sobre a faixa elevada para os dois ocupantes tomarem sorvete no Gela Boca.
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Na Agência do Trabalhador

Agência do Trabalhador
Contribuinte escreve para dizer que esteve na quarta-feira na Agência do Trabalhador, em Maringá, onde foi muito bem recebido “por um senhor de meia idade,m com vozeirão de locutor de rádio, muito bem humorado” [quem será?], “que nos encaminhou ao atendimento após a senha. Como o procedimento tende a demorar, fiquei sentadinho, comportado, aguardando a minha vez. Tive tempo para observar todo o ambiente (aproximadamente uns 50 minutos) e pude notar que o prédio tem um parque de diversões… no teto. Trata-se de um parque de teias de aranhas, muito bem criadas e que estão ali há anos consecutivos. Merece um capricho por parte das zeladoras ou equipe de limpeza. Vai melhorar o visual e os frequentadores agradecem”.

Onde há fumaça…

A propósito da postagem de ontem sobre a investigação de, hum hum, benefícios internacionais a servidores do Instituto Ambiental do Paraná, leitor bem informado diz que se o Ministério Público for a fundo vai confirmar a existência de coisa braba. Há histórias cabeludas envolvendo funcionários do IAP, possivelmente os mais agraciados com mimos de empresas que dependem de suas atividades, principalmente licenças ambientais. Corre a história, por exemplo, de que houve época em que para liberar de certos loteamentos pelo menos um lote ficava no meio do caminho, sem contar que tem chefe (e pessoas ligadas ao chefe) que vive fazendo viagem internacional, multiplicando o salário de forma bíblica. A propósito do IAP, até agora o escritório regional não respondeu a indigação feita por este modesto blog sobre uma mordomia para o Rio de Janeiro que teria sido ofertada por uma fábrica de refrigerantes.

Cadê o Chapolin Colorado?

Em Maringá, observa leitor, os fratelli dão expediente no paço municipal, o prefeito fica quase três dias no Rio para ver jogo da seleção e a primeira-dama está nos Estados Unidos, enquanto servidores preparam-se para entrar em greve no Samu e a cidade ferve com uma CPI na câmara municipal. E agora, quem poderá nos salvar?

Cena maringaense

Na sexta-feira passada, conta leitor que foi até a igreja do Conjunto Requião, em Maringá, em frente a escola do bairro, por volta das 17h30, vários jovens, meninos e meninas, aparentemente menores, estavam consumindo maconha em via pública. “Isso em frente a uma escola e do lado de duas igrejas, uma católica e outra evangélica. Agora minha pergunta: onde iremos parar com isso tudo?”, reflete.

Uma dificuldade natural

Leitor pergunta se a Acim vai reagir aos 80% de reajuste do EstaR promovido pela administração do fantoche de plantão, pois há impacto direto sobre o comércio e faz a cidade ter o mais alto valor do estado. O leitor também antecipa a resposta: difícil. “Além da antiga ligação da entidade com o poder municipal e o turismo internacional feito recentemente entre representantes dos dois lados, a Acim só costuma ser contra direito de resposta de concessionária.”