Do leitor

Uma reclamação

Leitor conta há cerca de duas semanas constatou, no caixa eletrônico da Caixa, que sua conta poupança estava bloqueada e ao visitar a avó, com quem havia morado alguns anos, tomou conhecimento de que sua conta no Banco do Brasil também estava bloqueada, por ordem judicial. Na segunda foi ao Fórum, com advogado, e ficou surpreso ao constatar que está sendo processado por uma dívida de uma empresa chamada Dupla Propaganda e Publicidade, onde aparecia como um dos sócios. A empresa deve R$ 51 mil de ISS aos cofres municipais. Ele levantou que a agência iniciou atividade sem 1991, quando ele tinha 16 anos de idade, e encerrou suas atividades em 1996, quando cursava o segundo ano de Geografia na UEM. Não há, garante, assinatura sua em nenhum contrato como sócio da empresa.

Revoltado, ele compara, inevitavelmente, sua situação e dor de cabeça e vê, do outro lado, maracutaias e falcatruas, num país em que são cada vez mais frequentes os escândalos políticos, com gente levando dinheiro em meia e na cueca – e a impressão de que com eles nada acontece.

Reclamação contra o Via Fácil/Sem Parar

Leitor reclama da venda do aparelhinho “sem parar”, por concessionárias do pedágio. “Diz a empresa (instalada no quiosque do Avenida Center) que você poderá, por 30 dias, usar como “teste drive” o aparelho, sendo que, se utilizar por mais tempo (60 dias, no máximo), poderá o usuário devolvê-lo, tendo 60% de reembolso, creditado em sua conta corrente. No entanto, a rapidez da cobrança é pontual e a devolução dos 60% é impossível!”, diz ele, que há 30 dias tenta o reembolso.

“Tenho dois protocolos da solicitação. A ligação para a Via Fácil/Sem Parar é impossível, te deixam de 30 a 40 minutos na espera, o que tenho que me dispor a passar. Hoje por exemplo, depois de fazer o segundo protocolo, a moça me pediu para retornar a ligação (mais40 minutos para falar) no dia 12 de março, pasme, para saber se foi autorizado ou não. Temos que alertar a população para que, iniciado esse contrato, fiquemos sabendo que não teremos o dinheiro de volta, caso façamos a solicitação”, comenta, irritado. E pensar que eu quase experimentei o trem…

A saúde pública em Maringá 2

No dia 17 de janeiro último foi divulgada a lista dos candidatos aprovados pelo concurso público [da Prefeitura Municipal de Maringá] para diversas funções, entre elas a de médico. Mas até hoje, ninguém ainda foi chamado. Quando isso ocorrerá? Quando iniciar novamente a gripe? Quando não houver mais como atender a demanda originada pela dengue?
A grande verdade é que a prefeitura economiza sem a efetivação dos aprovados e sobrecarrega os que já estão no sistema. E quem paga, na carne e no bolso, este absurdo somos nós, contribuintes da cidade.

A saúde pública em Maringá 1

A saúde é um problema crônico em todas as administrações, muitas vezes não por falta de profissionais da área, mas pelo descaso dos governantes. Em Maringá, há pelo menos 13 equipes de Programa Saúde da Família sem médicos (isso sem contar as unidades básicas de saúde). Segundo informações, isso ocorre há pelo menos seis meses e providências não são tomadas.
O que mais surpreende é que as equipes continuam operantes, ou seja, a destinação de verbas do governo federal, a que tudo parece, continua ocorrendo. Até onde vai meu conhecimento sobre o assunto, quando há falta de integrantes para tal programa o convênio é cancelado muito antes de completar três meses.  Esse fato chama a atenção para a possibilidade de haver fraude na prestação de contas para o programa federal ou mesmo da atual administração estar sendo beneficiada pela sua “competência política”.

Insegurança na Zona 2

Já que a imprensa trouxe ontem que a avenida Cerro Azul lidera os casos de assaltos a pedestres, tenho que afirmar que são inúmeras as vezes em que clamamos por policiamento exatamente nesta região, conhecida como a praça da Patinação. Neste local se transformou um reduto de drogados, pessoas que vivem diuturnamente, que ficam na praça e arredores durante todo o dia. Só quem mora aqui é que sabe do que falo. Temos nas proximidades dois restaurantes com grande movimento, uma bela sorveteria, locais aprazíveis pelos quais não se pode mais passar, pois não temos mais como andar por ali. Os moradores da praça – praticamente um condomínio – se acham agora garantidos por lei e atuam como seguranças de carros (flanelinhas), que são muitos no final da tarde, e também os da noite, que se alongam pela madrugada. Morar por ali é se submeter a intimidações. Uma câmera nesta praça e imediações esclareceria muitos dos assaltos notificados pela imprensa. Nossa Zona 2 está ficando à mercê da bandidagem.

Urbamar: falta profissionalismo

Do advogado Carmino Donato, na postagem “Sugestão de pauta“, de Akino Maringá:
– Meu caro, não justifica extinguir uma empresa pública como a Urbamar por eventual deficiência de seus dirigentes. O Novo Centro será a redenção da Urbamar, desde que seja adequado seu quadro de dirigentes. Na verdade, falta profissionalismo na condução da empresa. Empresas como a Codemar e o Saop somente foram extintas a partir do momento em que a função empresarial deu lugar a acomodação de políticos mal sucedidos nas urnas, cabos eleitorais e apaniguados. Ainda é tempo de recuperar a Urbamar, desde que maringaenses de boa vontade, com formação empresarial e técnica passem a responder pela empresa.

Aqui é aqui

No projeto inicial do novo centro de Maringá havia uma biblioteca. Projetada por Oscar Niemeyer, ela acabou sendo descartada para diminuir custos. Enquanto isso, em Ponta Delgada, capital administrativa dos Açores, região autônoma de Portugal, o mais importante arquiteto brasileiro planta mais uma de suas obras. A do Museu Contemporâneo. O projeto está no blog da arquiteta açoriana Juliana Couto. Lá também Niemeyer se mantém fiel às curvas.

“Uma vergonha, um descaso”

O fato aconteceu dia 12 último em frente à minha casa. No passeio, estava um cachorro agonizando. Como era desconhecido, liguei para o 156 da PMM, onde fui muito bem atendido. Se o animal estivesse morto, seria acionado um departamento, mas como estava vivo ainda, seria acionado o Centro de Zoonose, naquele mesmo instante, devido ao sofrimento do animal, em via pública, com chuva. Esperei algum tempo e eu mesmo liguei para o tal departamento, onde fui informado que eu deveria ligar para outro número, fazer um protocolo, e essa ocorrência então seria encaminhada para eles. Pasmem para o restante da informação: o prazo para a retirada do animal é de 3 a 7 dias úteis, a partir do recebimento do meu comunicado. Isso aconteceu na sexta-feira antes do carnaval. Então o primeiro dia útil, eu deduzo, seria na quarta-feira após o carnaval. Então o terceiro dia útil seria na sexta-feira, ou seja, dia 19, sete dias depois do infeliz animal aparecer em frente à minha residência, já moribundo. Neste tempo, compareceu uma pessoa com uma caminhonete e reconheceu o animal como sendo de alguém de sua família e carregou o mesmo e o levou. Desconheço seu fim.
Isso, além de desumano (mesmo se tratando de um animal), é uma vergonha, um descaso. Espero que esse fato venha a público. Não tenho nomes a fornecer. Se eu matasse o animal, com certeza viriam retirá-lo dali em seguida, e eu seria responsabilizado judicialmente pela atitude. É com atitude desse tipo que “alguns” incompetentes nos fazem desacreditar de toda a classe dos servidores públicos, começando pelo prefeito municipal.

Celular, agora, pode

Cidadãos comuns, lembrem-se: quando forem presos, exijam que a Polícia Militar permita que vocês conversem ao celular dentro do camburão. O artigo 5º da Constituição Federal diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País … à igualdade, à segurança”.
Vejam a jurisprudência:Continue lendo ›

Transformando a realidade social

Se por um lado tem instituição privada tendo cursos à distância postos sob suspeita, a UEM, conforme o Diário Oficial da União da última segunda-feira, teve a aprovação de dois programas PET Saúde, para Maringá e Marialva. É a ação da academia para construir a transformação de nossa realidade social. E os “ome” ainda querem furá-la nem que seja por baixo… com o túnel “do Ibirapuera maringaense.

Trânsito

Leitor, morador da Zona 2, em Maringá, desabafa, ao constatar que continua impraticável rodar na região central da cidade: o trânsito da cidade era uma m… e agora virou uma bim…” Com a mudança do sistema de trânsito, os veículos passaram a circular mais, e consequentemente atrapalham mais ainda o trânsito, entopem os sinaleiros etc. Na minha opinião foi o mesmo que liberar o intestino grosso para o intestino fino, sabendo que no final só uma saída”.

Pedágio, limpeza e pedintes

Na semana passada estive no estado de Santa Catarina e duas situações me chamaram a atenção. Passamos por quatro praças de pedágios em todas elas o valor é de R$ 1,10; comparando com o Paraná que de Maringá até a capital do estado tem seis praças, o primeiro valor da praça é superior a soma de todos que quitei em Santa Catarina. A estrada catarinense pedagiada é boa, duplicada e para acessar as cidades próximas as rodovias existem viadutos. Continue lendo ›