Eleições 2012

Só de um

Propaganda eleitoral
A campanha do segundo turno em Maringá deverá ter, nas praças e canteiros centrais da cidade, a propaganda eleitoral de Enio Verri (PT). Carlos Roberto Pupin (PP), candidato dos fratelli, quando prefeito interino nos famosos 100 dias sancionou a lei, inconstitucional, que proibia esse tipo de propaganda, liberada posteriormente pela justiça.

O agradecimento de Débora

De Débora Fernandes de Paiva:
Agradeço a todos e todas que participaram de nossa campanha, pelo apoio recebido nas ruas e pelas mensagens de apoio e sugestões recebidas. Mostramos que é possível fazer uma campanha diferente, organizada com o comprometimento de mudança e de ser uma alternativa que contradiz a velha política. O PSol apresentou minha candidatura a prefeita, mas durante todo o processo nosso convite a participação não se restringiu ao pleito, fizemos um convite a participação política diária e a conscientização da importância de estarmos inseridos nos debates políticos de nossa cidade.
Alguns me chamaram de perdedora após analisarem os votos contabilizados. Não concordo com isso, fomos vitoriosos! E por quê? A vitória também vem dos votos, fiquei feliz com o número alcançado. Mas a conquista vai além das urnas e por isso, sim somos vitoriosos. Mesmo com todas as dificuldades apresentamos nossas ideias, fomos e somos a verdadeira oposição, debatemos e mostramos a necessidade da participação popular, do combate às opressões e a realidade da desigualdade social que é “maquiada” em nosso munícipio.Continue lendo ›

Carta aos pais de alunos

Em mais uma prática que pode configurar o abuso de poder político, uma diretora de escola municipal, cargo de confiança da administração, pede votos para o candidato da coligação “A mudança continua” e comunica o deferimento de sua candidatura pelo ministro Marco Aurélio Mello. O fato corroba as informações que circulam a respetio do uso da máquina pública em favor do candidato do PP.

Apoio: ex-concorrentes consultarão partidos

Reportagem de Octávio Rossi na Gazeta do Povo desta terça-feira informa que os candidatos Carlos Roberto Pupin (PP) e Enio Verri (PT) começaram ontem a disputar apoios para o segundo turno – especialmente dos outros seis concorrentes que ficaram no primeiro turno: Wilson Quinteiro (PSB), Doutor Batista (PMN), Maria Iraclézia (DEM), Hércules Ananias (PSDC), Débora Paiva (PSol) e Alberto Abraão (PV). Os concorrentes informaram que vão participar de reuniões nos respectivos partidos para avaliar possível manifestação de apoio a algum dos candidatos.

Atalaia e Santa Fé

Entre os resultados da região estão a vitória de Fábio Vilhena (PT) em Atalaia, com 53,32% dos votos, sobre Bráulio da Silva (PMDB), que teve 46,68%. Uma pesquisa, hoje infelizmente reduzida a material de campanha, chegou a apontar que Fábio perderia de lavada para Bráulio.
Em Santa Fé, Edson Palotta (PSDB) confirmou o favoritismo, com 53,56% dos votos, vencendo o atual vice-prefeito Ademir Licce (PMDB), que teve 46,44%.

Maria Iraclézia agradece

Divulgado o resultado, Maria Iraclézia de Araújo (DEM), que estreou na disputa por cargo eletivo este ano, divulgou nota agradecendo os eleitores que compreenderam suas propostas. “Aprendemos muito nesta campanha e reconhecemos a vitória dos adversários. Ficamos na expectativa de uma campanha limpa no segundo turno para que tenhamos um processo que valorize a democracia e respeite os eleitores”, diz a nota. Maria Iraclézia, que já desponta como nome para disputar a Assembleia Legislativa, fez 10.259 votos.

Quinteiro com os candidatos do PSB

chegada
Wilson Quinteiro e João Regiani chegaram há pouco ao comitê do PSB, no Novo Centro, e receberam abraços dos candidatos a vereador. Ele parabenizou a todos, em especial aos dois eleitos, Luciano Brito e Adilson do Bar, o primeiro vereador eleito pela região do Miosótis.

Desempenho peemedebista

Em 1986 o PMDB de Maringá elegeu seu último deputado estadual, Ferrari Junior. Said Ferreira foi o último peemedebista a se eleger prefeito, em 92. O último deputado federal eleito foi Odílio Balbinotti, em 2006 (em 2010 ficou na suplência e assumiu depois). Agora, João Alves Correa e Mário Hossokawa são os últimos vereadores eleitos pelo PMDB; neste pleito, o partido não conseguiu eleger nenhum. O presidente Umberto Crispim, a quem Pupin prometeu a Secretaria de Meio Ambiente, vai encerrar sua passagem pelo partido com uma avaliação muito interessante.

Folgas e apertos

Batistão (PT), em Mandaguari, fez 74,36% dos votos, contra 25,64 de Claudio Fachini (PP). Em Sarandi, Carlos de Paula (PDT) fez 68,23% dos votos, contra 23,91% de Walter Volpato (PSDB) e 7,86% de professor Adauto (PT). Em Paiçandu, o professor Tarcísio (PT) venceu com 40,44% dos votos, enquanto Haroldo Françoso (PP) recebeu 29,42%, Argeu Benites (PHS) 23,13%, Paulo Soni (PSB) 6,35% e Kátia da Auto Escola (PMDB), 0,66%. Em Mandaguaçu, o prefeito Ismael (PSD) se reelegeu com 47,80%, enquanto Índio Professor recebeu (PSB) 45,99% e Sigmar Navacchi (PT 6,21%.

Lambança?

Observador acredita que o TRE está fazendo lambança. Explica: foram 187.907 votos válidos para vereador. O coeficiente ficou em 12.527. Somando os 12 mais votados do PDT e os % mais votados do PV que estão deferidos, obtém-se 13.850 votos, tendo feito portanto uma cadeira. Com isto, no seu cálculo, Luizinho Gari (PDT) ficaria com a cadeira de Mariucci (PT).
PS – A coligação fez 15.331 votos, e, assim, elegeu pelo menos um vereador.

Os vereadores eleitos em Maringá

Ulisses Maia (PP – PP / PSDB) 6.476 3,45%
Humberto Henrique (PT – PT / PPL / PC do B) 5.184 2,76%
Negrão Sorriso (PP – PP / PSDB) 3.958 2,11%
Mário Verri (PT – PT / PPL / PC do B) 3.667 1,95%
Flávio Vicente (PSDB – PP / PSDB) 3.418 1,82%
Bravin (PP – PP / PSDB) 3.214 1,71%
Márcia Socreppa (PSDB – PP / PSDB) 2.617 1,39%
Tenente Edson Luiz (PMN – PTN / PMN) 2.406 1,28%
Luciano Brito (PSB) 2.014 1,07%
Dr. Manoel (PC do B – PT / PPL / PC do B) 1.983 1,06%
Mariucci (PT – PT / PPL / PC do B) 1.956 1,04%
Capitão Ideval (PMN – PTN / PMN) 1.900 1,01%
Luiz Pereira (PTC – PTB / PTC) 1.832 0,97%
Chico Caiana (PTB – PTB / PTC) 1.673 0,89%
Adilson do Bar (PSB) 1.522 0,81%

Final: Pupin, 42,36%; Verri, 35,02%

Os números finais em Maringá:
Carlos Roberto Pupin, 82.995 votos (42,36%); Enio Verri, 68.624 (35,02%); Wilson Quinteiro, 20.661; Dr. Batista, 11.411; Maria Iraclézia, 10.259; Hércules Ananias, 1.030; Débora Paiva, 953; Alberto Abraão, 1.453 votos. Brancos, 5.314. Nulos: 1,54%. Abstenção: 17,98%.

Os 50 mais votados

Estes foram os 50 candidatos mais votados para vereador nestas eleições em Maringá:
Ulisses Maia (PP) 6.476
Humberto Henrique (PT) 5.184
Negrão Sorriso (PP) 3.958
Mário Verri (PT) 3.667
Flávio Vicente (PSDB) 3.418
Bravin (PP) 3.214
Márcia Socreppa (PSDB) 2.617
Tenente Edson Luiz (PMN) 2.406
Luciano Brito (PSB) 2.014
Dr. Manoel (PCdoB) 1.983
Mariucci (PT) 1.956
Capitão Ideval (PMN) 1.900
Luiz Pereira (PTC) 1.832
Chico Caiana (PTB) 1.673
Adilson do Bar (PSB) 1.522
Mário Hossokawa (PMDB) 3.804
Luizinho Gari (PDT) 3.428
Altamir Antonio dos Santos (PR) 2.383
Carmen Inocente da Saúde (PP) 2.367
Aloízio Tuta (PSC) 2.202
William Gentil (PR) 1.953
Jeremias (PSC) 1.869
Valter Viana (PHS) 1.767
Vagner Mussio (PP) 1.737
Da Silva (PDT) 1.715
Onivaldo Barris (PDT) 1.663
Nereu (PMDB) 1.632
Alex Chaves (PHS) 1.622
Ederlei (PV) 1.556
Marly (PPL) 1.552
Dr. Saboiua (PMN) 1.517
Dr. Heine Macieira (PP) 1.516
Pastor Lorival (PRB) 1.504
Zebrão (PP) 1.464
Laércio Rodrigues (PSB) 1.428
Liba (PTB) 1.388
Cantora Márcia Mara (PTB) 1.387
Odair Fogueteiro (PMN) 1.339
Hermes Salgueiro (PHS) 1.313
Dionilson (PR) 1.298
Dr. Jamal (PTB) 1.285
Pedrinho da Prefeitura (PSB) 1.263
Professor Rosa (PDT) 1.227
Vandré Fernando (PTC) 1.213
Professor Liu (PTB) 1.182
Marquinhos Alces (PTB) 1.140
João Oficial (PPS) 1.129
Adriano Bacurau (PV) 1.099
Rubem Mariano (PT) 988

Na frente

Na apuração baseada nos boletins publicados em cada seção eleitoral, o candidato da coligação “A mudança continua”, Carlos Roberto Pupin (PP), aparece na frente. Os números oficiais, porém, com sua votação, somente deverão ser divulgados na próxima terça-feira.
PS – Com 96% das urnas apuradas, Carlos Roberto Pupin teria 80.047 votos, contra 66.270 de Enio Verri (PT).

Só depois da publicação

Os votos dados aos candidatos majoritários da chapa “A mudança continua” não serão divulgados enquanto o TSE não comunicar oficialmente ao TRE do Paraná a decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, que na semana passada deferiu seu registro. Desta decisão haverá recurso. Os diários oficiais do TSE também não publicaram o despacho, e, portanto, para efeito legal Carlos Roberto Pupin e Claudio Ferdinandi continuam indeferidos. Somente após o comunicado formal é que os números serão tornados públicos.
PS – O juiz eleitoral admitiu que a informação chegou ao TRE e que os votos dados a Pupin podem aparecer depois de encerrada a apuração.

Os mais votados para vereador

Vereadores
Esta é a posição dos candidatos a vereador mais votados em Maringá, com 40% das urnas totalizadas. Humberto Henrique (PT) deve ser o mais votado deste pleito.
PS – Ulisses Maia assumiu a frente e deve se consolidar como o mais votado.

De Paula confirma favoritismo

Em Sarandi, a reeleição de Carlos Alberto de Paula (PDT) vai se confirmando de forma tranquila. Ele aparece com média superior a 70% dos votos; Walter Volpato (PSDB) tem 24% e o professor Adauto, do PT, tem 4%, nas primeiras urnas abertas. Ele já deu entrevista à Rádio Banda 1 AM já como prefeito eleito, com o título da maior votação para o executivo obtida na história daquela cidade.

Votos de Pupin e de Abraão não são divulgados

Votação
Os primeiros boletins oficiais da Justiça Eleitoral sobre a apuração em Maringá não trazem os números do candidato da coligação “A mudança continua”, Carlos Roberto Pupin, e do Partido Verde, Alberto Abraão Vagner da Rocha. Embaixo, há um aviso: “O candidato que aparece com zero voto pode não ter tido votação, estar indeferido com recurso ou, após a preparação das urnas, ter sido indeferido, ter renunciado ou falecido.” No resultado divulgado, Enio Verri (PT) aparece com 60,18% dos votos, seguido de Wilson Quinteiro (PSB) com 18,18%, Dr. Batista (PMN) com 11,08%, Maria Iraclézia (DEM) com 9,04%, Débora (PSol) com 0,98% e Hércules Ananias (PSDC) com 0,54% .

Voto da diversidade

modesto
Primeiro candidado declaradamente gay a vereador  em Maringá, Luiz Modesto (PCdoB) votou hoje pela manhã na UEM. Em todas locais de votação, fez questão de divulgar, não havia nenhum material do candidato comunista no chão.

Grupo de dez eleitores é preso

(Atualizado 2) Um grupo de dez pessoas, moradores do Parque Itaipu, está sendo encaminhado à Delegacia da Polícia Federal de Maringá, depois de serem presos por um juiz eleitoral. Surgiu inicialmente a informação de que entre os presos estaria um candidato a vereador do PTC; posteriormente (há uma dificuldade muito grande de se confirmar informações com a PF e com a própria Polícia Militar), a notícia era de que o candidato é amigo dos detidos e que teria tentado intervir em favor deles. Esse grupo de moradores estaria desde a manhã ouvindo som alto e pedindo votos às pessoas que passavam defronte a residência, que fica em frente a um local de votação. Acionados, colaboradores da Justiça Eleitoral foram até lá alertar que o que faziam era boca de urna; teria havido agressão a uma mulher. Um juiz eleitoral foi chamado e teria sido destratado. Equipes da PMs e da Polícia Civil foram chamadas para prender as dez pessoas.

Sugismundos eleitorais


No Colégio Estadual João XXIII, uma cena vista em vários outros locais de votação: quilos de santinhos da coligação do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin, e um ou outro do PSB de Wilson Quinteiro. Aqui, houve recolhimento do lixo. Fotos O Fantasma da Ópera.

Voto esperançoso


O advogado João Luiz Regiani votou – ao lado do filho Cesar – acreditando que o segundo turno terá o PSB, já que o caso de Carlos Roberto Pupin está sub judice. Um dos fundadores da Renovação Carismática Católica (depois de votar, por sinal, foi à missa na Catedral, ele é vice de Wilson Quinteiro.

Demorou um pouco, mas votou


Um cadeirante teve que recorrer à Justiça Eleitoral para poder exercer seu direito de voto, na manhã de hoje, numa seção eleitoral do Colégio Santo Inácio, na Vila Operária, em Maringá. Colaboradores da Justiça Eleitoral levaram-no por escadas, depois que algumas pessoas contestaram mesários, que não queriam providenciar a ajuda e haviam informando que ele não teria como votar. O eleitor vota na mesma seção há vários anos.

Eleição suja

A administração cidadã de Barros e Pupin decidiu este ano não fazer a limpeza dos locais próximos aos pontos de votação. Maringá, que sempre foi considerada um exemplo na questão da limpeza no dia da eleição, amanheceu porca. Coincidentemente, a maioria dos santinhos que emporcalharam as ruas da cidade foi de candidatos da coligação “A mudança continua”. Outras cidades do estado realizaram a limpeza e vivem uma eleição limpa.

Sobre posturas políticas

Osmar Dias
Do leitor:
Pupin traiu Osmar Dias ao optar por Ricardo Barros, que traiu Osmar. Osmar, homem de caráter reto, não aceitou a traição e optou em romper amizade e negócios com Pupin na área rural. Pupin, ao que parece, hoje sabe que também foi traído por Ricardo Barros, que deixou pronta a armadilha do terceiro mandato. Ricardo Barros, cá entre nós, não tem amigos e nem grupo. É motivo somente por interesses, que são os seus próprios, é claro.

Tratamento diferente

Da candidata da coligação “Maringá para os trabalhadores”, no Facebook: “Enio Verri e Sidney Telles foram acompanhar Osmar Dia para votar. Mas nosso candidato a vice-prefeito Bruno Coga não pode me acompanhar. Detalhe, tempo antes fomos abordados por policiais com a ameaça de prisão pois alguns militantes estavam conosco”.

Era outro número


A servidora pública municipal Maria Aparecida Chiquete Cavichioli (PSB), candidata a vereadora pela coligação “Unidos por Ivatuba”, fez toda a campanha eleitoral divulgando o número 40555. Hoje, ao votar, descobriu que o número efetivamente registrado na Justiça Eleitoral pela coligação – composta por PP / PDT/PTB/PMDB/DEM/PSB/PSDB/PSD – foi o 40789. Agora à tarde ela buscava informações oficiais a respeito do que aconteceu.