Obituário/Maringá
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Cerca de dois terços dos maringaenses pertencem às classes A e B (65,7%). É o que revela uma pesquisa feita pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá em parceria com o Departamento de Economia da UEM. Foram entrevistadas 1.620 pessoas, tendo como base a metodologia internacional de avaliação de classes sociais. A pesquisa mostra que o número de maringaenses que integram as classes A2, B1 e B2 aumentou em relação ao ano passado. Em contrapartida, o número de integrantes das classes A1, C1, C2 e D caiu.Continue lendo ›
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Solenidade agendada para as 16h da próxima quarta-feira no 4º Batalhão de Polícia Militar, em Maringá, marcará a criação do do 3º Comando Regional de Polícia Militar e também da 4ª Companhia do 4º Batalhão com sede em Sarandi, com a presença do governador Orlando Pessuti, do secretário de Segurança, coronel Aramis Linhares Serpa, do comandante geral da PMPR, coronel Luiz Rodrigo Larson Carstens, entre outras autoridades .O 3º CRPM será uma unidade orçamentária autônoma, com sede em Maringá, e abrangerá ainda os batalhões de Paranavaí, Campo Mourão, Cruzeiro do Oeste e a Companhia Independente de Umuarama e suas respectivas áreas de atuação.
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O arcebispo de Maringá, dom Anuar Battisti, vai presidir a santa missa no Santuário Nacional em Aparecida (SP), no próximo sábado, dentro da programação da Novena de Nossa Senhora Aparecida. A TV 3º Milênio irá transmitir a celebração solene às 19h30 juntamente com as TVs Canção Nova e Rede Aparecida.
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O Ministério Público do Trabalho da 3ª Região instaurou no primeiro dia de outubro inquérito civil para investigar denúncias de trabalho análogo ao de escravo e possíveis irregularidades na jornada de trabalho, períodos de repouso e salários de trabalhadores da Fazenda Helena, localizado em Monte Carmelo (MG), especializada em citricultura e cafeicultura, e que pertence à maringaense Helena Pingnatti Ricci. A representação foi feita de forma anônima e a instauração do inquérito foi publicada no Diário Oficial da União de hoje.
O presidente da Academia Paranaense de Letras, José Carlos Veiga Lopes, 71, morreu ontem em seu apartamento no bairro Água Verde, em Curitiba. Ele foi vítima de um enfarte fulminante. Há um mês, passou por um cateterismo e vários exames. Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná, José Carlos era um apaixonado por história e dedicou boa parte das suas obras a contar a história de algumas cidades e animais dos Campos Gerais. Também pecuarista, era proprietário da Fazenda Butuquara, localizada próximo a São Luiz do Purunã. Lá, ele mantinha o Museu de Arte Popular Brasileira, com objetos de arte popular de todos os estados brasileiros. Lá havia cerca de duas mil peças, colecionadas desde 1955.
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Do professor Nazareno da Escola João Bento da Costa, de Porto Velho:
– O jornalista norte-americano H.L.Mencken afirmava que quando se ouve um homem falar de seu amor por seu país, podem saber que ele espera ser pago por isto. O mesmo acontece quando se refere a uma cidade. Ainda que aqui não houvesse coisas para os habitantes poderem se orgulhar, falar bem de Porto Velho seria uma saudável e corriqueira mania. A cidade foi emancipada em 1914, e qualquer pessoa daqui sabe a origem do nome. Uns dizem que foi em homenagem a um ancião chamado Pimentel daí o porto do velho Pimentel. Romantismo puro. Outros acham que é por causa das imundices que havia no porto da cidade: era um porto velho mesmo, ou seja, um barranco sujo, fedorento, cheio de lixo, esgoto a céu aberto e ratazanas e que atualmente os políticos conseguiram organizar. Hoje, a cidade caminha rumo a um futuro certo. Porto Velho é um canteiro de obras. Nenhuma inacabada. Maringá no Paraná com 57 anos [na verdade, 63], Londrina com 81 e Brasília com 50 ainda aprenderão muito conosco em matéria de limpeza. Leia mais.
A Justiça paranaense decidiu manter a condenação de um bar e restaurante, que terá que pagar R$ 10 mil, a título de indenização por danos morais, a dois homens que foram expulsos do estabelecimento e que acusam os seguranças da casa deterem agido com truculência. De acordo com o despacho, Rafael e Bernardo participavam da comemoração da festa de uma amiga num dos camarotes do EPFL Bar e Restaurante quando foram abordados por seguranças e expulsos do local, porque, segundo um dos funcionários da casa, os dois “estavam se pegando” e ali “não era lugar de viado”. Continue lendo ›
A Unifamma União de Faculdades Metropolitanas de Maringá perdeu recurso que movia contra decisão do 3º Juizado Especial Cível da comarca, que condenou a instituição a indenizar em R$ 7 mil um aluno que teve a matrícula trancada e o nome inscrito em órgão de proteção ao crédito de forma indevida. A Turma Recursal manteve a sentença por dano moral e declaração de inexistência de débitos procedentes. O julgamento, presidido pelo juiz Telmo Zaions Zainko, ocorreu no último dia 24.
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Vejo a morte de Victor de Luca, ontem, aos 95 anos. Foi um dos primeiros servidores públicos municipais de Maringá e pai do Roberto e de Rosey Rachel Vieira da Silva, uma das proprietárias de O Diário. Tivemos longas conversas e havia anos a gente não se encontrava.
Do leitor:
No início da noite de ontem, a viatura 7566 da PM, com o pisca-pisca ligado, entrou pela pista contrária da avenida Osires Guimarães, no Jardim Liberdade, onde é organizada a feira de final de tarde do bairro. Todos achavam que perseguissem algum bandido. Mas não. Depois de obrigar os motoristas que vinham na mão correta a limpar o trecho (a avenida Osires está tumultuada por causa das obras do contorno e do recapeamento do asfalto naquela região), os dois homens da lei estacionaram a viatura na contramão e foram até a barraca de pastéis. “Tem um café?”, perguntou o mais alto. Um cliente mais corajoso perguntou: “Na contramão?” O mesmo policial respondeu: “destaca a multa”. O dono da barraca dividiu uma Coca-Cola entre os dois. A indignação dos presentes deve ter lavado os dois policiais a compreender o que se passava pela cabeça de todos. “Depois a gente volta”, disse o mais alto e saíram. Pela contramão.
O juiz da 5ª Vara Cível de Maringá, Siladelfo Rodrigues da Silva, concedeu liminar suspendendo o concurso público para o cargo de agente municipal de trânsito de Maringá, sob suspeitas de irregularidades. Com a decisão, tomada em agosto, a prefeitura fica impedida de realizar a convocação e nomeação dos aprovados no concurso, até que sejam apuradas as irregularidades. A denúncia também foi apresentada ao Ministério Público, que investiga o caso desde o final de agosto. A liminar foi concedida em mandado de segurança impetrado por um dos candidatos.
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