Gossip
Presidente mágico
Bombons especiais

A propósito de servidores públicos envolvidos em corrupção, há um episódio contado por um empreiteiro maringaense que virou histórico.
O funcionário público – hoje muito bem de vida, depois de ter construído uma mansão de fazer inveja a ex-prefeito – recebia propina da empreiteira em dinheiro vivo, que vinha no fundo de caixas de bombons, que eram deixadas na secretaria em que trabalhava. Continue lendo ›
Mudança
O Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense) está deixando a sede da rua Piratininga nesta tarde e indo para as instalações próximas ao Bosque Dois, Zona, em Maringá.
O Proamusep é presidido pelo prefeito de Astorga, Arquimedes Ziroldo (PTB), que não teria informado aos demais prefeitos sobre a mudança. O Proamusep faz a parte técnica da entidade. Estaria em andamento, ainda, mudança no estatuto, que permitiria a Bega ficar à frente da entidade mesmo não sendo prefeito.
Jeitinho brasileiro
Em ano eleitoral, como se sabe, prefeituras municipais não podem gastar com propaganda.
Para contornar a lei, um conhecido político regional viabilizará propaganda do governo federal (mais especificamente, da Caixa Econômica Federal, aquela que financia derrubada de árvores) para continuar dando mensalinho a seus parceiros da mídia para que estes possam apoiar o candidato a prefeito de seu grupo político.
É tudo lá

Dias atrás o prefeito de uma cidade da região, procurado por um de seus liderados na câmara municipal, ouviu um pedido sobre ajuda na campanha eleitoral. A resposta do prefeito, conhecido pau mandado, fez lembrar uma postagem de Akino Maringá feita em fevereiro passado:
– Passa no posto Ipiranga.
Virou éter
Incomodando
Deve ser a crise
Vida boa
‘Não funciona’
O comando da Setrans de Maringá, informaram ao blog, inventou de colocar quatro guardas municipais como ‘coordenadores internos’, todos ganhando função gratificada.
Além da liberação da soneca e do consumo de cigarro, as novas funções fizeram guarda municipal achar que é general do Exército. Na prática, porém, garante a fonte, a coordenação não funciona.
Maringá, Maringá

Dois dos principais envolvidos no escândalo da administração Jairo Gianoto – funcionários da Secretaria de Fazenda, um deles falecido, o ex-secretário, Luiz Antonio Paolicchi, e o outro bem vivo, em cidade da região de Maringá – ganharam apartamentos de uma empreiteira, em meio à roubalheira posteriormente descoberta pelo ex-promotor Cruz.
A propina em forma de apartamentos até hoje permanece encoberta – e a empreiteira, faturando como nunca, porque esquema sempre tem.
Way of life
Não se emenda
Mesma altura
Não colou
Um camiseta preta de Maringá perdeu no último dia 6 recurso contra decisão do Tribunal de Justiça, em ação contra uma companhia hipotecária.
Ele alegava que o contrato de financiamento para a construção de um imóvel cobrava juros abusivos.Continue lendo ›
Enredo
Um fantasma
República dos privilegiados
MMA maringaense
Um diretor de televisão de Maringá, conhecido pelo temperamento violento (sua entrada é proibida em algumas baladas), envolveu-se numa espécie de MMA no final de semana, durante cervejada com funcionários da emissora. Ao revidar um soco, ele deu um mata-leão (golpe de jiu-jitsu) num cinegrafista, que ficou desacordado.
Ninguém reclamou nem fez queixa na delegacia de polícia, com medo de demissão, mas a turma torce para que a direção da emissora, em Curitiba, tome providências antes que a situação fique incontornável.
Coincidência
Complicou
Licitação em litígio
Uma licitação envolvendo a Universidade Estadual de Maringá está em litígio. O valor é de R$ 1 milhão 630 mil.
Em primeira instância o juiz indeferiu a liminar pleiteada pela Gráfica Regente, que apresentou o menor preço. Todavia, o Tribunal de Justiça o Paraná determinou a suspensão do contrato. Continue lendo ›
Condomínio residencial
Em cartório
Culpa da Lava Jato

Nos bastidores da política maringaense circula que o prefeito sumidão Carlos Roberto Pupin (PP) estaria muito brabo com o capo Ricardo Barros (PP).
Motivo: os R$ 100 mil que constam da megalista da Odebrecht como ‘contabilizados’ para Barros em quatro anotações (três em planilhas e uma feita à mão) no ano de 2012, quando Pupin foi o candidato do grupo.Continue lendo ›
Venda proibida

Há os que não acreditam quando se fala que Maringá tem dono, apesar de vivermos no século 21.
Mas manifestantes empenhados na greve do funcionalismo público municipal não estão conseguindo encontrar apitos para usar nas passeatas e manifestações. Ouviram falar que o comércio da área central foi proibido de vender apitos. (Foto: Karolinne Sá)
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