Má-ringá

Cheiro de ração

A semana não foi legal na região do Jardim Cidade Monções, perto da avenida Joaquim Pedrosa Moleirinho. Assim como acontece sazonalmente na zona norte da cidade, no período noturno há mau cheiro; no caso do bairro, trata-se deum cheiro muito forte de ração.

Foto: Arquivo

Praças poluídas

Praças de Maringá, como a Emygdio de Britto, amanheceram tomadas de wind banners de uma revendedora de carros usados. Trabalho para os fiscais da prefeitura. Em tempo: o secretário de Limpeza Urbana, Vagner Mussio, determinou a retirada de todo o material colocado irregularmente. (Atualizado)

O contorno do perigo constante

Leitor alerta: está um risco enorme passar pela rua Almerinda Silveira Coelho, marginal do Contorno Norte na altura do número 12.293. O contorno faz parte da história mal-ajambrada de Maringá, de uma sociedade entre dois partidos que só causou dor de cabeça e vítimas.

Cheiro de esgoto

No final de semana quem visitou o Parque do Ingá, pela entrada da avenida Laguna, ficou horrorizado com o mau cheiro que vem do gabião por onde passa a água pluvial. Tem esgoto ligado irregularmente, desconfia um visitantes, possivelmente descendo da avenida Paissandu.

Aguardando a limpeza

Não bastassem as últimas administrações descumprirem a lei dos pontos de ônibus do transporte coletivo urbano, abrigos como este, defronte a Igreja São José, na Vila Operária, são alvos de vândalos. Desde ontem o pessoal aguarda alguém da Semob ao menos retirar os cacos de vidro que estão na calçada.

Uma praça que já agoniza

A praça Napoleão Moreira da Silva, região central de Maringá, desenhada pelo respeitado José Augusto Bellucci e desfigurada pela administração passada ao custo de quase R$ 4 milhões, perdeu bancos históricos, que lá estavam desde a década de 1970, o desenho do mapa do Paraná no entorno e hoje está deste jeito: faltam assentos, bancos estão deteriorados e o piso emborrachado sumindo. As fotos são de hoje à tarde. E a turma passada zombava dos críticos…

Cidade não tão verde assim

À esq., um supermercado na avenida Alziro Zarur, de cuja frente foram arrancadas 4 árvores em 2019 e até hoje não repostas; ao fundo, o estacionamento de automóveis sem uma árvore sequer, o que contraria a legislação municipal. Mas como tomar providências se o próprio estacionamento público (dir.), construído após a derrubada da rodoviária, também não respeita a lei?

Trabalho mau feito?

Comentada pela manhã no RCC News (Jovem Pan), a situação da calçada no entorno do Estádio Willie Davids foi mostrada em reportagem da RPC nesta tarde. O eixo monumental consome mais de R$ 50 milhões do maringaense e parece não existir ninguém interessado em apurar o que leitores do blog sempre souberam: era uma tragédia anunciada.

Sujando postes

Não bastasse ignorar o Estatuto do Torcedor e orientação do próprio Maringá FC, aparentemente uma torcida organizada do clube está cometendo irregularidade municipal, afixando cartazes em postes públicos, ao menos na Zona 7, sujeito a multa aplicada pela fiscalização da prefeitura.

‘Estranhas coincidências’

Na esquina da avenida Brasil com a praça José Bonifácio tinha uma árvore sadia, como visto pelo tronco (ao centro), conta leitor. “Coincidentemente logo que terminou a reforma da nova loja da esquina a PMM cortou a árvore”.