Má-ringá
O contorno do perigo constante

Leitor alerta: está um risco enorme passar pela rua Almerinda Silveira Coelho, marginal do Contorno Norte na altura do número 12.293. O contorno faz parte da história mal-ajambrada de Maringá, de uma sociedade entre dois partidos que só causou dor de cabeça e vítimas.
Cheiro de esgoto

No final de semana quem visitou o Parque do Ingá, pela entrada da avenida Laguna, ficou horrorizado com o mau cheiro que vem do gabião por onde passa a água pluvial. Tem esgoto ligado irregularmente, desconfia um visitantes, possivelmente descendo da avenida Paissandu.
‘Segue como antes’
Cidade concreto

Na avenida Guaiapó, cimento ao invés de grama e flores já começou a receber críticas; a previsão é de mais enchentes
Continue lendo ›Uma esquina gigante sem árvores

Na rua Campos Sales esquina rua Marques de Abrantes, na Zona 7, foram retiradas árvores, os buracos foram fechados e não houve replantio. Só cimento. “Clara violação à lei municipal 10.510/2017, artigo 8″, lembra leitor.
‘Vai colocar concreto em tudo’

Vereador defende muros ao redor de árvores e concreto em lugar da grama, tornando Maringá uma cidade mais impermeável e consequentemente mais suscetível a enchentes
Continue lendo ›Oito anos depois, mais queimada

Local que seria ‘área de lazer arrojada’ continua como sempre: largado, com lixo e fogo, ao contrário do prometido pela administração anterior
Continue lendo ›Aguardando a limpeza

Não bastassem as últimas administrações descumprirem a lei dos pontos de ônibus do transporte coletivo urbano, abrigos como este, defronte a Igreja São José, na Vila Operária, são alvos de vândalos. Desde ontem o pessoal aguarda alguém da Semob ao menos retirar os cacos de vidro que estão na calçada.
Na véspera de Natal
Inadmissível

Se as autoridades não atuarem, episódios como o verificado sábado por alguns torcedores podem se tornar frequentes na melhor cidade do Brasil para se viver
Continue lendo ›Recorrente
Dura constatação

Há alguma coisa errada quando diária importa mais que políticas para pessoas com deficiência
Continue lendo ›Já fomos uma cidade verde
Uma praça que já agoniza
A praça Napoleão Moreira da Silva, região central de Maringá, desenhada pelo respeitado José Augusto Bellucci e desfigurada pela administração passada ao custo de quase R$ 4 milhões, perdeu bancos históricos, que lá estavam desde a década de 1970, o desenho do mapa do Paraná no entorno e hoje está deste jeito: faltam assentos, bancos estão deteriorados e o piso emborrachado sumindo. As fotos são de hoje à tarde. E a turma passada zombava dos críticos…

Taí uma dica
Cidade não tão verde assim

À esq., um supermercado na avenida Alziro Zarur, de cuja frente foram arrancadas 4 árvores em 2019 e até hoje não repostas; ao fundo, o estacionamento de automóveis sem uma árvore sequer, o que contraria a legislação municipal. Mas como tomar providências se o próprio estacionamento público (dir.), construído após a derrubada da rodoviária, também não respeita a lei?
Trabalho mau feito?

Comentada pela manhã no RCC News (Jovem Pan), a situação da calçada no entorno do Estádio Willie Davids foi mostrada em reportagem da RPC nesta tarde. O eixo monumental consome mais de R$ 50 milhões do maringaense e parece não existir ninguém interessado em apurar o que leitores do blog sempre souberam: era uma tragédia anunciada.
Quem vai ser punido?

No Dia Nacional do Pau-Brasil, a descoberta da perversidade do corte da árvore símbolo do país (acima, em foto de 2020), cometida durante a gestão anterior onde se constrói hoje o eixo monumental
Continue lendo ›Era uma vez um balanço
Sujando postes
Um desabafo
‘Estranhas coincidências’
Fogo na avenida
‘Livramento’

Alvo de reclamações desde sua inauguração, Contorno Norte é palco de mais um acidente
Continue lendo ›Em breve, menos um ipê
Quadra ou deserto?

Enquanto isso, na cidade árvore, as árvores são sumindo das quadras e substituídas por concreto
Continue lendo ›
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