Meio Ambiente

Um ano se passou… e nada!

Parque do Ingá
No último dia 8 fez um ano que, pressionada, a administração Barros/Pupin reabriu o Parque do Ingá, que havia ficado dois anos fechado – algo inédito nos mais de 40 anos de existência do local de maior atrativo turístico de Maringá. Quando reabriram, anunciaram que as supostas obras que estavam em andamento seriam concluídas; um ano depois confirmou-se a mentira, a reforma não aconteceu e tudo continua como antes. A administração não foi capaz de em oito anos revitalizar o Parque do Ingá, por absoluta incompetência. E o Sr. Avião dando uma de gostoso na Rio+20…

Maringaense fará palestra na Rio+20

Elton Tada, professor do curso de Teologia do Cesumar, de Maringá, fará palestra na Rio+20 no próximo sábado, falando sobre a “A questão socioambiental e a participação das juventudes”. Tada estará na Tenda Zumbi dos Palmares na Cúpula dos Povos, no aterro do Flamengo. Ele foi convidado pela Rede Ecumênica de Juventude – Reju nacional.

Uma lagoa da Era Glacial

Lagoa entre Jussara e São Tomé
Texto: Donizete Oliveira
Foto: Divulgação
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Enquanto é realizada a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), belezas naturais são esquecidas na região. Um exemplo é a mata de uma fazenda da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná entre Jussara e São Tomé, que guarda um tesouro da Era Glacial. Trata-se de uma lagoa de água azul e límpida, conhecida por lagoa azul.
O professor Paulo Eduardo de Oliveira, quando fazia parte do departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociência da USP, coletou material do fundo da lagoa e enviou ao Center For Accelerator Mass Spectrometry dos Estados Unidos para teste radiocarbônico. O teste feito pelo professor Thomas Guiderson revelou que os sedimentos basais coletados no fundo da lagoa têm 20 mil anos. Oliveira diz que a lagoa é herança glacial de grande importância para cientistas que pesquisam mudanças climáticas e ambientais ocorridas no Brasil na fase glacial.Continue lendo ›