Meio Ambiente
Tarumã: STJ nega recurso ao MP

O ministro Mauro Campbell Marques, do STJ, negou seguimento a recurso especial apresentado pelo Ministério Público Estadual e manteve decisão do Tribunal de Justiça do Paraná, que concluiu por não ter existido irregularidade ambiental no loteamento do Residencial Tarumã, feito pela Empreendimentos Imobiliários Ingá Ltda., de Maringá. Laudos técnicos informaram que não é possível afirmar que houve aterramento de nascentes e olhos d´água no local (foto). O MP buscava reparar eventuais danos causados ao meio ambiente no bairro, cujos problemas foram objeto de dissertação na UEM. Continue lendo ›
Secou por quê?
O Ministério Público Estadual em Maringá abriu inquérito civil, na semana passada, após ouvir um proprietário rural que relatou que o poço artesiano localizado em sua propriedade secou. A área fica próximo a empresas de grande porte, como Cocamar, Bunge e o abatedouro de aves Cidade Canção. Em época em que água vale ouro, a suspeita é de que houve perfuração irregular de vários outros poços nas proximidades.
Nishimori na Rio+20
Um ano se passou… e nada!

No último dia 8 fez um ano que, pressionada, a administração Barros/Pupin reabriu o Parque do Ingá, que havia ficado dois anos fechado – algo inédito nos mais de 40 anos de existência do local de maior atrativo turístico de Maringá. Quando reabriram, anunciaram que as supostas obras que estavam em andamento seriam concluídas; um ano depois confirmou-se a mentira, a reforma não aconteceu e tudo continua como antes. A administração não foi capaz de em oito anos revitalizar o Parque do Ingá, por absoluta incompetência. E o Sr. Avião dando uma de gostoso na Rio+20…
Maringaense fará palestra na Rio+20
Elton Tada, professor do curso de Teologia do Cesumar, de Maringá, fará palestra na Rio+20 no próximo sábado, falando sobre a “A questão socioambiental e a participação das juventudes”. Tada estará na Tenda Zumbi dos Palmares na Cúpula dos Povos, no aterro do Flamengo. Ele foi convidado pela Rede Ecumênica de Juventude – Reju nacional.
Uma lagoa da Era Glacial

Texto: Donizete Oliveira
Foto: Divulgação
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Enquanto é realizada a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), belezas naturais são esquecidas na região. Um exemplo é a mata de uma fazenda da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná entre Jussara e São Tomé, que guarda um tesouro da Era Glacial. Trata-se de uma lagoa de água azul e límpida, conhecida por lagoa azul.
O professor Paulo Eduardo de Oliveira, quando fazia parte do departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituto de Geociência da USP, coletou material do fundo da lagoa e enviou ao Center For Accelerator Mass Spectrometry dos Estados Unidos para teste radiocarbônico. O teste feito pelo professor Thomas Guiderson revelou que os sedimentos basais coletados no fundo da lagoa têm 20 mil anos. Oliveira diz que a lagoa é herança glacial de grande importância para cientistas que pesquisam mudanças climáticas e ambientais ocorridas no Brasil na fase glacial.Continue lendo ›
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