Amanhã é aniversário de nascimento de Manuel Ribas, nascido em Ponta Grossa em 1873 e falecido em Curitiba em 1946. Foi prefeito de Santa Maria (RS) e substituiu o general Mário Tourinho, que renunciou ao cargo, como interventor do Paraná, ficando 13 anos à frente do governo. Foi ele quem iniciou a construção da estrada entre Ponta Grossa e Apucarana. Ganhou o apelido de “Mané Facão” depois de cortar considerável número de servidores pendurados no quadro do funcionalismo público estadual.
Leitor envia foto (possivelmente começo dos anos 70) da Unidade Satélite de Ação da Pré-Escola (Usape), que funcionava na praça Napoleão Moreira da Silva, centro de Maringá. Nela aparecem as folhas da seringueira que, doente devido à falta de uma política de manutenção de árvores, foi derrubada pela administração, recentemente.
Veja aqui a história dos primeiros fotógrafos da Cidade Canção (anos 1940/50) – tudo começando no Maringá Velho -, no trabalho final do curso de História e Humanidades (UEM/EAD) feito por JC Cecílio.
Na antiga Boca Maldita de Maringá, Diógenes Gomes grava entrevistas numa mesa agitada, composta por Ildo Norberto Steffens, Laércio, Antero Rocha, Jorge Tranjan e Milton Seixas.
Ontem fez um ano que faleceu, em Toyohashi, província de Aichi, Japão, o ex-vereador maringaense Kazumi Taguchi. Ele morreu aos 83 anos. Pai de quatro filhos, entre eles o empresário Willy Taguchi, ex-vice-prefeito e atual presidente do PPS local, Kazumi foi vereador por 32 anos, cumprindo sete mandatos ininterruptos. As cinzas permaneceram no Japão, com a viúva Tereza.
No blog MPBde JC Cecílio, uma “nova” antiga imagem registrada nos anos 1970 (datada no verso como sendo de 1974) da Estação Rodoviária Municipal de Maringá. “Garimpei no estado de Santa Catarina recentemente”, conta.
Do livro “A Igreja que brotou do mato”, do padre Orivaldo Robles:
Dirce de Aguiar Maia
Dom Jaime encontra-se com o prefeito Américo Dias Ferraz (1957-1961) a caminho de reunião que o alcaide estava para fazer com os vereadores na Câmara Municipal. Com a confiança que tem no amigo, Américo mostra-lhe dois revólveres: “Vou colocar em cima da mesa para discutir com eles. Quero ver quem vai ter peito de me enfrentar”. O bispo pede que lhe entregue as armas e vá de mãos limpas. Insiste, mas nada consegue. O prefeito é osso duro de roer. Mineiro matuto e turrão, pouco lhe importa agradar ou não as pessoas. Cultiva, por isso, inimizades ferozes. Pioneiros recordam a surra de “guaiaca” que, numa barbearia, levou de Aníbal Goulart Maia acompanhado de dois jagunços. Ou de “guasca”, dada por desconhecidos, a mando de Aníbal, segundo outra versão. Por vingança, uma turba ensandecida ateou fogo à casa do desafeto. Para desespero da esposa, Dirce de Aguiar Maia, primeira professora de Maringá e finíssima dama, móveis, documentos, roupas, livros, obras de valor, até os presentes das crianças comprados para o Natal que se aproximava – tudo foi consumido, num incalculável prejuízo à família. Episódios dessa natureza deixavam angustiada a pobre mãe do bispo ao descobrir em que mundo o filho agora vivia.
JC Cecílio traz em seu blog uma imagem inédita da avenida Ipiranga (atual Getúlio Vargas). A foto é de 1955 e foi tirada a partir da frente do Cine Maringá, mostrando a esquina com a rua Santos Dumont. No blog, também, imagens do projeto Ágora, que Má-ringá engavetou, e do arquiteto Oscar Niemeyer em Maringá.
Resgatado pelo Maringalidades, este texto de Carlos Henrique Braga foi publicado originalmente na edição 106 do Jornal da UEM: O Novo Centro de Maringá seria uma praça modernista de uso público e edifícios arrojados se o Projeto Ágora, do arquiteto Oscar Niemeyer, encomendado nos anos 1980, tivesse ido adiante. A estudante da UEM, Jeanne Christine Versari, estudou as duas versões do projeto, de 1986 e 1991. Seu artigo de iniciação científica ganhou menção honrosa da Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (Fenea), no último mês. Segundo sua coordenadora, a professora Fabíola Castelo de Souza, o projeto pode não ter passado de estratégia de marketing da cidade. A concepção inicial foi encomendada a Niemeyer pelo prefeito Said Ferreira (1983-1988), em 1986, para reocupar o espaço de três glebas, medindo cerca de 200 mil metros quadrados, que fora pátio de manobra de trens e estação ferroviária.
Ele propôs uma ágora (praça, em grego) futurista com torres para hotéis de luxo e condomínio, escritórios, lojas e shopping. “Era um projeto absolutamente modernista”, qualifica a coordenadora, “em relação à cidade, seria muito distinto”. Para erguer o que foi imaginado pelo criador de Brasília, a prefeitura criou a Urbamar, empresa de economia mista.Continue lendo ›
A foto, tirada na praça Raposo Tavares em 10 de maio de 1957, está no blog MPB, de JC Cecílio, e nela ele identificou a fachada do Bar Colúmbia e, mais além, o Cine Maringá. Do lado direito, as agências dos bancos Sul Americano do Brasil e do Banco Mercantil de São Paulo. Também nesta praça, o cidadão Carlos Oliveira Machado (falecido em 1980) fez um desafio: pedalou em uma bicicleta parada, num cavalete, por 68 horas para homenagear a cidade. Leia mais.
Em seu blog, JC Cecílio resgata uma rara imagem da esquina da avenida Brasil com rua Cleópatra, no Maringá Velho, mostrando o Edifício Langowski em 1953, que nesta época abrigava no andar térreo as Lojas Brasileiras. Aqui.
De JC Cecílio: “Fuçando meu acervo de jornais antigos, acho um caderno do Jornal da Cocamar, edição quinzenal de abril de 1996, especial comemorativo aos 33 anos da Cocamar. O que me chamou a atenção foi a própria manchete-legenda da foto ao lado: “Uma foto para ficar na história”, onde enumera cada pessoa posada nesta imagem histórica e inédita, no dia 19 de março de 1996.
O jantar reuniu lideranças do passado e do presente do estado do Paraná (ex-governadores), Maringá (ex-prefeitos e prefeito), senadores, deputados e ex-ministros da república, além de lideranças de vários segmentos de todo o estado. A Cocamar conseguiu esta proeza! Os anfitriões da noite: o então presidente Luiz Lourenço e os ex-presidentes José Cassiano Gomes dos Reis Júnior e Constâncio Pereira Dias.”
Em época que candidato foge de debate, um vídeo em que o então candidato a prefeito José Cláudio Pereira Neto falava, em discurso no distrito de Iguatemi, sobre a importância da discussão política e das formas de se ganhar uma eleição: de forma suja, espalhando boatos e difamando o adversário, comprando o voto com promessa falsa, e a forma da dignidade e da honra.
Turma da quarta série do Ginásio Maringá, em 1965, do acervo da família Jorge/Abrão/Seravali, foto digitalizada por JC Cecílio, que identificou seu primo (primeiro da esquerda, ao fundo, sem paletó), Jorge Benedito Seravali, e o professor Midufo Vada (o primeiro, da esquerda, de óculos). Também o professor Irmão (Carlos, Romão ou Norberto, de batina). Clique para ampliar. Aqui, a relação da turma, e, aqui, os homenageados.
Mexendo nas fotos antigas do professor Geraldo Altoé, Kaltoé achou esta foto com professores do Ginásio Maringá, de 1953 (onde hoje é o Marista, na avenida Tiradentes). Conseguiu identificar três pessoas, da esq. p/ a dir: Antonio Mussurunga Moraes, Geraldo Altoé e Antero Alfredo Chaves Santos (o sexto).
JC Cecílio separou alguns santinhos de candidatos publicados em O Diário nas eleições de 1982 e de 2000. Tem gente que estava nessas duas eleições – Paulo Mantovani, Nereu Vidal Cezar e Mário Hossokawa – e é novamente candidato no pleito deste ano.
Imagens feitas no rio Ivaí em 1949 por Eugênio Hauer Kwasinki, J.Prosdócimo, N.Klueppel e outros, disponibilizadas no YouTube por Paulo José da Costa. Ao final, um encontro com indígenas. O blog já havia publicado um outro vídeo com imagens de Kwasinski em Vila Velha, em 44.
No final dos anos 50, o radialista Orlando Manin lê “A Estampa”, primeira revista de variedades produzida em Maringá, antes mesmo da famosa “Norte do Paraná”. Ivens Lagoano Pacheco era o editor e proprietário da publicação.
A capa do livro do conto O crime de Maringá, baseado na moda (toada) com o mesmo nome da dupla Palmeira e Luizinho (1951), está no blog de JC Cecílio, que ainda coloca um vídeo com a música “Paraná do Norte”. Aqui.
No fim do anos 50, o Trio Surpresa era uma das atrações artísticas de Maringá. O conjunto, que ganhou o nome pois poderia aparecer de surpresa em qualquer lugar da região, era formado mpor Tercílio Men, Orlando Manin (Coronel do Rancho) e Osvaldinho.
Acima, fotos do Desfile do Dia da Árvore, do acervo do IBGE, em algum 21 de setembro dos anos 60, em Maringá. Reconheci o jornalista Ivens Lagoano Pacheco, dom Jaime Luiz Coelho e o deputado Renato Celidônio. O fato de a cidade realizar desfile no Dia da Árvore é um alívio; ou seja, nem sempre houve nesta cidade prefeito que não gostasse de canafístula centenária nem permitisse cortar árvores para liberar fachadas comerciais dos financiadores de campanha.
No próximo dia 29 se completará um ano da morte do (insubstituível) cartunista maringaense Lukas. Acima, a entrevista que ele deu a Eliel Diniz, na RTV Canal 10, em 2008.
Em algum lugar dos anos 70, Verdelírio Barbosa (de costeletas e cigarro na mão), Valdemar Bandeira (sem barba) e João Vrenna (o “pai” de todos os radialistas da região), com o cantor Nelson Ned. Clique para ampliar.
Texto de Rodrigo Salem, publicado na Ilustrada da Folha de S. Paulo de hoje, relata que mais de 13 mil rolos do cineasta Primo Carbonari, documentarista falecido em 2006, se deterioram em meio a uma briga judicial. Carbonari criou em 1954 o “Cinejornal”, noticiário que era exibido nos cinemas, antes dos filmes. Um dos rolos, segundo a reportagem, guarda imagens da construção das primeiras casas de Maringá. Carbonari cobriu também inaugurações de rodovias, enterros de presidentes e filmou o primeiro gol de Pelé.
(Foto: Lucas Lima/Folhapress)
Grande Hotel Maringá em fotografia de meados da década de 1960. Este edifício é um raro exemplo da genialidade da arquitetura brasileira dos anos 1950, projetado por José Augusto Belucci (1907-1998). Foto: Helmut Koettel. No blog de JC Cecílio, mais duas imagens de raros exemplares de cartões postais recém adquiridos em Blumenau (SC), todos eles impressos e distribuídos pela gráfica Paraná Cart, Curitiba, PR. Aqui.
O achado é de Marco Antonio Deprá: uma propaganda do Rei da Canja (o famoso “Canjão”) publicada dia 13 de junho de 1979 em O Jornal de Maringá. Uma das atrações do estabelecimento, que ficava na avenida Mandacaru era Osvaldo Jorge Fahel, autor da música “Pisa na barata“, radialista e músico baiano falecido em novembro de 91, aos 56 anos. Em 1975, quando a música foi lançada, o disco foi o quinto mais vendido no Brasil e foi sucesso também no exterior, com a versão em espanhol “Mata la cucaracha”.
No blog do JC Cecílio, fotos da praia do maringaense, o rio Ivaí em 1953, e do obelisco no cruzamento das avenidas Brasil e Getúlio Vargas, em 57. Só no MPB.
De JC Cecílio no blog:
Mais uma curiosa surpresa encontrada em meus arquivos fotográficos. Fiz esta imagem durante o meu último ano de estudos no Colégio Dr. Gastão Vidigal. Este era um caminho (a pé) quase obrigatório para os estudantes chegarem ao centro da cidade.
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