Memória
Em cartaz

Zé Roberto Balestra fala sobre as doces imagens da infância em sua terra, em especial o Cine Ouro Branco, que hoje completaria 51 anos. O cinema, escreve ele, é uma cena inesquecível do filme deinesquecível do filme de sua vida. “Guardo-a protegida na velha lata das belas recordações e dos encantos das tantas alegrias juvenis que naquele espaço vivi até 1973, ano em que o roteiro da vida soprou-me para outras sequências em outros rincões do país. Por isso, parabéns “meu velho amigo” Cine Ouro Branco! Seu filme ainda está em cartaz…comigo!”. Leia mais.
(Foto: Osvaldo Del Grossi)
O Rei do Café

JC Cecílio adquiriu diretamente dos Estados Unidos a original da foto acima (aqui, em melhor resolução), que mostra Geremia Lunardelli, o Rei do Café, peneirando café em uma de suas propriedades rurais, em abril de 1955. Leia, no blog MPB, também sobre as inspirações de Tião Carreiro e Pardinho que criaram Rei do Gado, baseado na história dele, falecido em 1962.
Vila Velha em 1944
33 anos atrás

Daqui a 10 dias fará 33 anos da morte do ex-prefeito Silvio Magalhães Barros (MDB), que faleceu no Aeroporto Gastão Vidigal, aos 51 anos de idade, vitimado por uma parada cardíaca, quando se preparava para viajar com destino a Curitiba, onde faria uma cirurgia do coração. Ele foi vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito. A foto, inédita, foi resgatada pelo blog junto ao Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados. Aqui, em melhor resolução.
Recorte de jornal

Do acervo de JC Cecílio, no gabinete da secretária de Turismo de Maringá, Nadyr Maria Alegretti, em 7 de maio de 1975, aconteceu a entrega dos prêmios aos vencedores do símbolo (logotipo) de aniversário de Maringá, que fazia 28 anos. A escolha da logo era um evento tradicional. Na foto, da esquerda para a direita: Tarcísio Pires Trindade (que tornou-se professor da UEM e presidente da Fundação Araucária no governo Requião), José Carlos Struet (ambos empataram em 2° lugar), Nadyr Maria Alegretti, Silvio Barros, Wilson Tomio Yabiku (1° lugar), José Carlos Cecílio (3° lugar) e demais secretários (Luty Vicente Kasprovicz e Nildo Ribeiro da Rocha). Ao fundo, em pé, dois repórteres acompanham a solenidade: o jovem Germano Filho e aparentemente o Peba, Edilson Pereira. Aqui, em melhor resolução.
Os cinemas de Maringá
Túnel do tempo
Fragmentos de uma história

Do MPB:
Apesar de parte da população tentar preservar a história, pouco vai restando da memória desta cidade. Assim foi com alguns dos mais importantes prédios históricos de Maringá. O mais recente foi a demolição do nosso querido Cine Horizonte. Acima, pequenos fragmentos físicos desta memória: um tijolo que suportava a parede e duas partes do revestimento da fachada do querido cinema da Vila Operária.
(Fonte: Acervo pessoal de J C Cecilio)
Piadas da História: Dona Santinha Dutra
De JC Cecílio:
A revista Leituras da História (agosto de 2011) traz o artigo de capa “FBI versus Dona Santinha”. A primeira dama, Dona Santinha, apelido de Carmela Leite Dutra esposa do presidente Eurico Gaspar Dutra (mandato de 1946 a 1951) – Foi a mais “poderosa” e influente da república brasileira. Graças a ela o jogo de azar foi banido e o Partido Comunista foi extinto. Antes mesmo de ser a primeira-dama, já causava constrangimento, pois o general Dutra era Ministro da Guerra de Vargas e Dona Santinha era simpatizante do Nazismo, durante plena época da 2ª Guerra Mundial.
Aí, então, me lembrei de um amigo holandês, o Sam Meit, que conheci lá nas Antilhas Holandesas, na ilha de Saint Marteen, em 1995, ele morou no Brasil nos anos 1940-50 em Belo Horizonte e que me contou a seguinte piada. Leia aqui.
Espaço Pioneiro
Estreia hoje às 15h30, no site da Câmara – www.cmm.pr.gov.br – o programa Espaço Pioneiro, com entrevista de Antonio Mário Manicardi, o Nhô Juca, servidor público aposentado, ex-vereador, vice-prefeito e que chegou a ocupar a chefia do Executivo. O programa, produzido pela CMMTV, traz entrevistas com os pioneiros de Maringá contando um pouco da história da cidade.
O ex-prefeito em liberdade

Trovadores à mesa

Foto tirada na época do II Festival de Trovadores, realizado em 1971 em Maringá, onde aparecem Magdalena Lea, Maria Aparecida Lopes, Rubens de Castro, A. A. de Assis, Maria Thereza Cavalheiro, Amaryllis Schloenbach, Iraci do Nascimento e Silva e Fernando Pereira. Está em postagem especial do Trova Viva.
“Chora paulista”
Bar Colúmbia

Foto do acervo de JC Cecílio mostra o antigo Bar Colúmbia, de Maringá, e o painel do café, ao fundo. Há também em seu blog MPB uma postagem com fotos da inauguração da TV Tibagi.
Mandaguari nos anos 50
O filme foi postado no YouTube há uma semana por Paulo José da Costa, livreiro de Ponta Grossa. Mostra a gestão de Élio Duarte Dias como prefeito de Mandaguari, entre 55 e 59, quando a cidade teve grande desenvolvimento; antes, quando vereador, ele assumiu a cidade por alguns meses, diante da renúncia de Antonio Sinézio da Cruz. A produção é londrinense.
Aqui, somos diferentes
Reportagem publicada hoje na Folha de Londrina destaca que a preservação de prédios históricos ajuda a conservar a memória da Capital do Café, onde, cinco edifícios antigos são marcos do início da década de 1950. “Destaque na paisagem do centro de Londrina justamente pela sua arquitetura, o edifício da agência central da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, ampliado e readequado internamente, ainda mantém as linhas originais externas, e parece contestar a afirmação de que a memória e a história não são preservadas na cidade. Essa contestação ganha ainda mais força nos prédios vizinhos e contemporâneos ao do Correio. Um desses, o da Secretaria de Cultura, chama atenção para um fato novo: a restauração por iniciativa do município”, diz o texto (leia mais.
Bem, não precisa nem falar que em Maringá tudo é diferente e que na administração do engenheiro trabalha-se contra a história da cidade. Pra cuidar do patrimônio dito artístico e cultural pode até ser quem deteste o prefeito – desde que deteste também a memória maringaense;
Viagem ao passado
O primeiro bombeiro
Em seu blog, Marcelo Bulgarelli disponibilizou uma entrevista – aqui – com o primeiro bombeiro de Maringá, João Januário da Silva, paulista de Penápolis (SP) que morreu hoje, está sendo velado no Prever do Jardim Alvorada e será sepultado amanhã às 17h15. A entrevista faz parte da série “Vozes da História” e foi gravada em 2006. “Naquela oportunidade ele apresentou uma música de sua autoria enaltecendo a profissão de bombeiro. Foi um dos melhores depoimentos daquela série de programas”, escreveu Bulgarelli.
O antigo e o novo
Figueiredo em Maringá
“Terra onde se anda sobre o dinheiro”

A foto está no ” livro curioso e bem velhinho” que JC Cecílio resgatou dias atrás, “O Famoso Norte do Paraná – Terra onde se anda sobre o dinheiro”, do professor Vicente Barroso, primeira edição, 192 páginas, Caxias do Sul (RS), Editora São Miguel, 1956.
“Trata-se um livro em forma de guia, diário e almanaque em que o autor, viajante nestas paragens, relata suas impressões sobre o “eldorado brasileiro” nas décadas de 40 e 50: O Norte do Paraná (Norte Velho, Norte Novo e Novíssimo). As fotos e ilustrações são quase artesanais.
Miss Brotinho 1961

O casal João Antonio Correia Jr., o Zitão, dança no Salão de Ouro do Grande Hotel, em Maringá, durante a eleição da Miss Brotinho 1961. O regsitro está na revista Hintelândia, resgatada por JC Cecílio em seu blog. A vencedora foi Sidney Ribarolli (abaixo), que casou-se depois com Alcides Parizotto, fundador do Atacadão (hoje pertencente ao Carrefour).

Catedrais de Maringá

Esta é uma das imagens “mais ou menos raras” das catedrais de Maringá coletadas por JC Cecílio em seu blog. Há inclusive uma que mostra flores e a finada fonte da praça da Catedral.
Resgate da infância

JC Cecílio faz o resgate da infância no Maringá Velho e entorno, aqui no “subidão do Maringá Velho”, como diziam nos comerciais das rádios de Maringá.” Destaque para o Bazar Kosmos, que ficava na avenida Brasil 5.126, onde recordo a decoração de Natal dos anos 60/70 (alguém saberia qual a família (da colônia japonesa) proprietária do bazar?). O resgate com um exemplar do mesmo brinquedo (funcionando!) que decorava e animava a todos que passavam pela loja, tanto as crianças quanto os adultos”.
Homenagem em 2003

A foto é 14 de março de 2003: Mitzy Villanova Menon, falecida ontem, recebia das mãos dos prefeitos de Maringá, José Cláudio Pereira Neto, e de Ângulo, Zezão, então presidente da Amusep, a homenagem da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense à família Villanova, que comemorava o centenário do nascimento do primeiro prefeito de Maringá. O centenário foi capa da primeira edição da revista Página 9. Na foto aparece ainda a médica Liliane, neta de Innocente VillaNova Junior.
MPB – Maringá, Paraná, Brasil

A foto mostra a entrada do Horto Florestal de Maringá (que continua desativado na atual administração, apesar de sentença judicial em contrário) no ano de 1952, num anúncio da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná veiculado na revista “A Pioneira”, de Londrina. Esta é uma das postagens de mais um blog voltado para a preservação da memória da cidade, já que exigi-la do cérebro de nossos políticos é impossível. Trata-se do MPB – Maringá, Paraná, Brasil (adorei a sacada do nome), de JC Cecílio, o maior pesquisador – e defensor – da história desta jovem cidade.
Miragem em cartão postal?

De JC Cecílio:
Este cartão postal retrô (velho mesmo, todo amarelado pelo tempo) voltou a ser vendido numa banca de revistas da praça Raposo Tavares. Eu comprei, claro. Por R$ 1,00 cada. Uma miragem? Uma relíquia? Coitado do turista, vai procurar o monumento histórico e não vai achar! Ninguém merece!!!
PS – Lá também vende muitos cartões postais do Parque do Ingá. Putz!!!
Quem lembra da TV Telefunken?
Exposição fotográfica

JC Cecílio visitou Londrina e recomenda a exposição fotográfica que o Museu Histórico de Londrina realiza até abril com o acervo de José Juliani, o “lambe-lambe” do Bosque, fotógrafo contratado pela Companhia das Terras do Norte do Paraná para registrar imagens da cidade durante 10 anos. Intitulada “Expressão visual de um autodidata: José Juliani, o colono-fotógrafo” a mostra contém imagens de Londrina feitas de 1933 a 1943. A entrada é gratuita. Veja mais.
*/ ?>






