Graças à colaboração do jornalista Cézar Lima, que nos enviou por email páginas digitalizadas de um livro sobre o assunto, começamos a entender a história da ação popular que deu origem ao pagamento, agora, dos honorários advocatícios, pela Urbamar, o que gerou muitas discussões a partir de dúvidas que levantamos. Os autores da ação foram João Antonio Correa Junior (o Zitão) e Marco Antonio da Silva e os advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Valério. A César o que é de Cesar: a ideia e a inciativa foram dos autores e os advogados fizeram a parte jurídica, brilhantemente, por sinal. Esta postagem é apenas a ‘manchete’, analisaremos toda a história, nos próximos dias, mas desde já parabenizamos os autores e os advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Valéria pelo trabalho que fizeram em defesa do Patrimônio Público. São exemplos assim, trabalhos como do Rigon, que comecei a conhecer no caso dos laptops, do Cézar Lima que sofreu ainda sofre as consequências de fazer um jornalismo investigativo, que nos encorajam a continuar fazendo a nossa parte. Quem sabe no futuro, alguém na Câmara se emocione, como se emocionou o vereador Heine ao enaltecer o trabalho do dr. Eli Diniz. Quem sabe o Rigon, Cézar Lima, Messias Mendes, Lauro Barbosa, Marta Bellini e tantos outros blogueiros e jornalistas, promotores como dr. Cruz e tantos outros, juízes como o dr. Airton Vargas, dr. Siladelfo e outros sejam homenageados com defensores do erário e do patrimônio. Quem sabe até se lembrem do Akino Maringá.
Akino Maringa, colaborador