Busca: "Ulisses Maia"

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Condomínio faz pesquisa qualitativa

No último sábado, no Hotel Elo, em Maringá, um lauto café da manhã recepcionou 24 eleitores, divididos em duas turmas de 12. Era uma pesquisa qualitativa promovida pelo deputado licenciado Ricardo Barros (PP). Foram discutidos nomes que podem vir a ser candidatos a deputado estadual pelo condomínio da família: Antonio Carlos Nardi, Evandro Junior, Roberto Pupin, Zebrão, Ulisses Maia, José Luiz Bovo e Bravin (percebam que Walter Guerlles não está na relação). Notou-se que quem aplicou a pesquisa, a DataVox (também conhecida como DataBarros), parecia torcer por Ulisses e Bovo.

Além do café da manhã, os eleitores ganharam R$ 50,00 cada um. O mesmo tipo de pesquisa, com pagamento em dinheiro, foi realizado aos borbotões durante a campanha de 2008 – mas a Justiça Eleitoral estava muito ocupada e não atentou-se.

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Tempos de paz

Do Sismmar, via twitter:

– Acabamos de chegar do gabinete do prefeito. Como sempre não podemos negar que fomos bem recebidas pelo chefe de gabinete, Ulisses Maia.

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Ele torce para o Beto


Em seu twitter, o chefe de Gabinete Ulisses Maia conta de uma reunião no escritório do deputado federal licenciado Ricardo Barros e dos possíveis candidatos a deputado pelo glorioso PP de Paulo Maluf. E uma observação: “Torço pro Beto”. Escreveu isso bem no dia em que o vice Carlos Roberto Pupin assumiu interinamente a administração, diante de mais uma viagem de Silvio II. Pupin é pedetista e Osmar Dias doente.

Akino

Um apelo ao prefeito Pupin

Caro prefeito em exercício, por favor resolva este caso do Acervo. Convoque o secretário Bovo, que teria feito elogios ao senhor recentemente, chame o Ulisses Maia, competente chefe de Gabinete e peça que providenciem um decreto de  cancelamento daquele ato de inexigibilidade de licitação que foi ratificado por Silvio II em 28/10/09, para compra do Acervo da TV Cultura. Determine o cancelamento dos empenhos feitos em 5/11/09, afinal todas as informações são de que o Acervo foi devolvido, confirme com o Manzato. Sabemos que o senhor tem competência para tal. Não vá ficar só com o ônus de ter assinado aquele ato de inexigibilidade de licitação dos R$ 48.000,00 para a a Frente Nacional de Prefeitos (se eu fosse o senhor mandava cancelar também, pois  é fria) .

Akino Maringá, colaborador

Akino

Repercussão do caso Acervo

O site do JM Online (RPC) veiculou ontem matéria com o título “Prefeitura de Maringá devolve acervo de DVD’s comprados sem licitação”, repercutindo o caso que iniciamos em 19/11/09 no blog do Rigon, quando levantamos dúvidas sobre o processo de ‘Inexigibilidade de Licitação. Segundo a matéria, Ulisses Maia, chefe de Gabinete da Prefeitura, disse que a proposta  da TV Cultura era interessante e por isso a compra foi feita. Na seqüência, optou-se pela devolução. “Outros matériais estão sendo analisados ( para compra)”, explicou.

Nossa opinião: Este caso é nebuloso. Informações não oficiais, da Prefeitura, garantiam que a compra não havia sido efetuada, o que não era verdade. Agora garante que foi feita a devolução. Seria verdade? Qual a certeza que temos que não foi paga. A devolução teria ocorrido em 20/01/10, mas no final de fevereiro, fonte na Seduc ( uma professora) disse que o acervo continuava no almoxarifado. Enquanto  a Secretária não explicar devidamente o caso as dúvidas persistirão. Que tal uma entrevista coletiva? Uma matéria de página inteira no O Diário, com cópia dos documentos? O comparecimento à câmara?

Akino Maringá, colaborador

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Liberando quase geral

Quando o prefeito de Maringá viaja (e ele não viaja pouco), alguns de seus auxiliares aproveitam e saem fora. Desta vez, a 17ª em que o vice Roberto Pupin assume interinamente, uma das assessoras mais próximas de Silvio II embarcou para o Rio de Janeiro, aproveitando que o titular foi para os Estados Unidos – de onde deve retornar no final de semana. A curiosidade é que a mesma assessora, que tem FG, havia saído de férias em janeiro último. Para compensar, desta vez Ulisses Maia está lá, dando expediente normal.
O exemplo não é seguido por outros assessores, que aproveitam o fato de que não há cobrança para quem ocupa cargos de confiança. Na Ouvidoria, um CC-2 vindo do nordeste continua indo embora até duas horas antes de o expediente encerrar; da mesma forma, um outro grupo – do qual faz parte a nora de um comunicador maringaense que é sócio do irmão do prefeito – costuma deixar o paço municipal diariamente por volta das 16h30.