Passeio público de Maringá

Alguém descartou vidros quebrados na esquina das ruas Alba Guimarães e Tenente Afonso Pinheiro Camargo, atrás do Colégio Estadual Presidente Kennedy – que certamente não foi frequentada pelo Sujismundo.

Alguém descartou vidros quebrados na esquina das ruas Alba Guimarães e Tenente Afonso Pinheiro Camargo, atrás do Colégio Estadual Presidente Kennedy – que certamente não foi frequentada pelo Sujismundo.

Na avenida Parigot de Souza.

Leitor registra o mato tomando conta da calçada na rua Olímpio Totti, no Jardim das Nações. “A calçada está intransitável, os pedestres precisam desviar pela rua. A prefeitura deveria multar os proprietários desses terrenos”, acrescenta.

Uma senhora se machucou há pouco, ao tropeçar no que restou de um orelhão público, recentemente retirado da calçada da avenida Mandacaru, próximo à unidade básica de saúde. Ela recebeu os primeiros socorros. Foto de Gilmar Ferreira.

Na avenida Duque de Caxias, quase esquina com a João Paulino Vieira Filho, além de uma construção, o transeunte e o motorista encontram problemas defronte o comitê eleitoral do deputado Ricardo Barros, onde a maior parte do espaço foi tomada por cones barril.

Uma van plotada com desenho e contatos do vereador Cristian Maia, o Maninho (Republicanos), ocupa há tempos boa parte da calçada da rua Aluízio de Azevedo, no Jardim Liberdade, em Maringá. Tem causado dificuldades inclusive para cadeirantes, diz o denunciante, Maicon Lorenzeti, que já comunicou a Semob. Quem tiver curiosidade, é só procurar no Google: não tem uma data em que a calçada não esteja impedida para pedestre.

Vazamento de esgoto na calçada da avenida 15 de Novembro, defronte o paço municipal de Maringá.

Calçada em construção (eixo monumental) na avenida Duque de Caxias, atrás do Maringá Bandeirantes Hotel.

Leitor fotografa duas cabras no Jardim Aclimação. Um inclusive tentando derrubar uma árvore da calçada para, provavelmente, comer as folhas.

Leitores reclamam do aumento do número deste tipo de propaganda nas calçadas, que dependem de autorização municipal.

Enquanto isso na rua Santos Dumont, a calçada é ocupada por “instalação” convidando o pedestre a prestigiar restaurante do outro lado da rua… Pode isso Arnaldo?

Na avenida Brasil, a calçada foi transformada em mostruário de loja.

Na avenida Brasil, próximo à Riachuelo. O veículo é de uma autoescola que, em tese, deveria ensinar os outros e saber que estacionar na calçada é infração grave ao Código de Trânsito Brasileiro, mesmo que seja por poucos minutos ou apenas com uma das rodas. A multa estabelecida pelo CTB é de R$ 195,23.

Na UBS Império do Sol, na rua Esmeralda, no Jardim Império do Sol, a calçada foi tomada por uma empresa de energia verde. Pior que atrapalhar o transeunte é que na barraca montada defronte o prédio são utilizadas cadeiras da própria unidade básica de saúde.

E na rua Néo Martins, entre a avenida Paraná e rua Basílio Saltchuk, onde haviam árvores agora há folhagens… “Que lindinho”, diz leitor irônico. As árvores somem das calçadas públicas da cidade.

Na avenida Brasil, na quarta-feira.

Na calçada do Parque Alfredo Nyffeller, na Vila Morangueira.

Rua Rio Paraguaçu, Conjunto Residencial Paulino Carlos Filho, prova de que Maringá é sempre verde. Foto de André Leandro Venerucci.

Equipamentos das secretarias de Limpeza Urbana e Infraestrutura foram mobilizados para desbloquear a calçada defronte uma casa na rua Jalbas Rodrigues, da Vila Santa Izabel. O lixo tomava conta do passeio público e invadia a pista. O fato é recorrente e o secretário Vagner Mussio tem tentado uma solução, com a participação de entidades e MP.

Na avenida Franklin Roosevelt, onde fica o Estádio Roberto Duque da Rocha, fotos (da esq. p/ a dir.) de 2026 e 2024, dentro do estilo impermeabilização das calçadas.
Fotos: MN/Google Street View

Na rua São Silvestre, Vila Santo Antônio, a calçada está abarrotada de descarte irregular de lixo/entulho que pode virar colônia de férias para mosquito. Hoje tinha até restos de comida jogados lá por sujismundos.

Na avenida Rebouças.

Na rua Henrique Dias, entre as avenidas Brasil e Mauá, um exemplo do descaso com que alguns tratam a cidade, sobrando, no final, para o pedestre.

Leitor defende a revisão da área para pedestres em calçadas, defronte estabelecimentos comerciais. Há casos, como o acima, em que mãe empurrando carrinho de bebê tromba com transeuntes e dado o curto espaço reservado pela legislação.

Um posto de combustíveis da avenida Mandacaru com a Alexandre Rasgulaeff, que já foi multado por corte de árvores, aproveita o movimento do Natal Encantada do bairro e coloca bebida alcoólica para vender na calçada.

A situação se repete em algumas calçadas da cidade, como esta na avenida Laguna, próximo ao número 2.459: com raízes que podem causar danos inclusive a tubulações e fundações de edificação, nesta paineira obstrui o passeio público, dificultando (ou impedindo) a passagem de pedestres e cadeiras.

Em São Paulo. Foto de JC Cecílio.

Na rua Henrique Dias, esquina com Neo Alves Martins, na Zona 3, a calçada foi ocupada, sem autorização, por aquele setor que manda muito na cidade. O pedestre? Ora, o pedestre…

Uniformes escolares jogados no Jardim São Silvestre, próximo a igreja. Depois há quem reclame da falta de uniforme…