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Verdelírio

Consolidado

O pensador Nerino Alves Pacheco, filiado no Partido Verde, acha que o vereador Mário Hossokawa, do PMDB, “está cada vez mais consolidado como futuro prefeito pela vontade popular e lideranças de várias correntes políticas, e em função do isolamento da maioria dos grupos políticos atualmente”.Continue lendo ›

Verdelírio

Sem grupo

Um destacado maringaense que é amigo e votou em Flávio Vicente, disse que falta uma coisa muito importante para que ele obtenha sucesso em sua vida política: “O Flávio não tem um grupo, e em política ninguém faz nada sozinho”.Continue lendo ›

Verdelírio

Confraternização

O deputado estadual Luiz Nishimori, do PSDB, que vai assumir uma cadeira na Câmara Federal, esteve na cidade de Londrina na noite da última terça-feira, participando como convidado especial da confraternização na Associação dos Fiscais daquela cidade. Noboru Yamamoto acompanhou o parlamentar.Continue lendo ›

Blog

No Anexo IV

Foram sorteados os gabinetes dos deputados federais da próxima legislatura e Cida Borghetti (PP) ficará no Anexo IV (412), enquanto Edmar Arruda (PSC) despachará do gabinete 962, no mesmo prédio.

Luiz Nishimori (PSDB), que deve assumir a vaga aberta por Luiz Carlos Hauly, ficará no 220, também no Anexo IV.

Blog

Convocação de suplente: muda tudo

No último dia 10 o STF tomou uma decisão, num mandado de segurança, que pode mudar completamente o que estava estabelecido no processo eleitoral. É coisa de doido, mas pode realmente se estabelecer o novo entendimento de que, em caso de vacância de um ocupante de mandato legislativo (vereador, deputado estadual ou federal), o suplente não será o subsequente mais votado da coligação responsável por sua eleição; será chamado o suplente do partido, a quem pertence o mandato, mesmo que o suplente tenha menos votos que outros da coligação.

O STF está entendendo, agora, que a coligação serve apenas para a eleição, e que acaba depois dela. Assim, o mandato passa a ser do partido do eleito. Vejam o caso do deputado Setim (DEM), que iria continuar na Câmara Federal na vaga aberta com a saída de Luiz Carlos Hauly (PSDB), por ser primeiro suplente da coligação. Se a tese prevalecer – e basta ao interessado ingressar na Justiça -, Setim fica de fora; Nishimori, que assumiria na vaga de Cezar Silvestri (PPS), assume na vaga de Hauly; na vaga de Silvestri, assumiria João Destro, que é do mesmo PPS de Silvestri, que fez pouco mais de 28 mil votos (Setim fez mais de 77 mil). Para deputado estadual, a mesma coisa: com a saída de Luiz Cláudio Romanelli, para ser secretário do tucano Richa, assumiria Gilberto

Blog

Suplentes: STF muda a regra

No último dia 10 o STF tomou uma decisão, num mandado de segurança, que pode mudar completamente o que estava estabelecido no processo eleitoral. É coisa de doido, mas pode realmente se estabelecer o novo entendimento de que, em caso de vacância de um ocupante de mandato legislativo (vereador, deputado estadual ou federal), o suplente não será o subsequente mais votado da coligação responsável por sua eleição; será chamado o suplente do partido, a quem pertence o mandato, mesmo que o suplente tenha menos votos que outros da coligação.

O STF está entendendo, agora, que a coligação serve apenas para a eleição, e que acaba depois dela. Assim, o mandato passa a ser do partido do eleito. Vejam o caso do deputado Setim (DEM), que iria continuar na Câmara Federal na vaga aberta com a saída de Luiz Carlos Hauly (PSDB), por ser primeiro suplente da coligação. Se a tese prevalecer – e basta ao interessado ingressar na Justiça -, Setim fica de fora; Nishimori, que assumiria na vaga de Cezar Silvestri (PPS), assume na vaga de Hauly; na vaga de Silvestri, assumiria João Destro, que é do mesmo PPS de Silvestri, que fez pouco mais de 28 mil votos (Setim fez mais de 77 mil). Para deputado estadual, a mesma coisa: com a saída de Luiz Cláudio Romanelli, para ser secretário do tucano Richa, assumiria Gilberto Martin, do mesmo PMDB, que fez 40.552 votos, e não mais Elton Welter, do PT, que fez 41.918 votos.

Política

Cidadãos honorários

Os deputados estaduaia Luiz Nishimori (PSDB), Durval Amaral (DEM) e Enio Verri (PT) receberão hoje o título de cidadãos honorários de Santa Fé. A homenagem se dá por conta dos serviços prestados pelos três parlamentares para aquele município. É de Nishimori, por exemplo, a lei que reconhece o município como Capital da Fotografia do Paraná.

Política

Cônsul em Maringá

Hoje o deputado estadual Luiz Nishimori (PSDB) recepciona em Maringá o cônsul-geral do Japão, Noboru Yamaguchi. “Durante a semana teremos reuniões e encontros na região”, avisa pelo Twitter.

A partir de janeiro, Nishimori será primeiro suplente de deputado federal e, assim como Odílio Balbinotti, poderá assumir a cadeira em 2011.

Verdelírio

Jogo limpo

O vereador Flávio Vicente, do Partido da Social Democracia Brasileira, jogou limpo com o grupo que pretendia ou pretende enfrentar Mário Hossokawa na disputa pela presidência da Câmara. Flávio Vicente comunicou que vai ficar com Mário Hossokawa.Continue lendo ›

Estadual

Deputados derrubam veto

O veto do Executivo ao projeto de lei do maringaense Luiz Nishimori (PSDB), que proíbe o uso de animais em espetáculos circenses, foi derrubado por unanimidade, agora à tarde, em sessão da Assembleia Legislativa. O deputado disse que foi “apenas um passo para a preservação da nossa fauna”.

Política

Maringaense será secretário da Saúde

O governador eleito Beto Richa anunciou hoje os nomes de seis secretários que comporão seu governo. Durval Amaral será o secretário-chefe da Casa Civil, Ivan Bonilha será o procurador geral do Estado, Luiz Carlos Hauly será o secretário da Fazenda, Luiz Eduardo Sebastiani, secretário da Administração, Michele Caputo Neto será o secretário da Saúde e José Richa Filho assumirá a nova Secretaria de Infraestrutura e Logística, que vai integrar as secretarias de Transporte e Obras. Leia mais.

Confirmou-se, portanto, previsão do blog em relação a um maringaense no governo: Michele Caputo Neto, que foi secretário e assessor de Richa e candidato a deputado, é daqui (sua irmã é CC dos Barros na Secretaria da Mulher). A nomeação de Hauly deixa Luiz Nishimori mais perto de assumir como deputado federal (ele é segundo suplente).

Verdelírio

Cara de pau

Rodrigo Rocha Loures, presidente da Fiep, se lança candidato de si mesmo a presidência do Conselho do Sebrae-PR e admite que está quebrando o acordo firmado. Jefferson Nogarolli está lutando para que o acordo seja mantido, o que implicaria na eleição do maringaense Ercílio Santinoni para o cargo.Continue lendo ›

Estadual

Animais em circo

Será votado nesta terça-feira na Assembleia Legislativa do Paraná o projeto de lei nº 737, que trata da “proibição à manutenção e utilização de animais selváticos ou domésticos em espetáculos circenses ou o que equivale”, de autoria do deputado estadual Luiz Nishimori (PSDB). O projeto foi vetado pelo governador e retorna ao plenário para aprovação dos deputados.

Akino

Gastos de campanha: deputados federais

Segundo dados divulgados pelo TSE, Cida Borghetti gastou R$ 1.436.3528,04; Edmar Arruda, R$ 3.062.019,25; Alberto Abraão R$ 30.270,00. Os dados referentes a Flávio Mantovani, Nishimori, Paulo Soni e Ton Schiavone não estão disponíveis.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

No mesmo terreno

Amanhã, José Serra, e Dilma Rousseff, que disputam a Presidência da República, respectivamente pelo PSDB e PT, estarão disputando o mesmo terreno político. Dilma estará com o presidente Lula realizando comício e José Serra cumprirá ato de campanha, na cidade de Londrina.Continue lendo ›

Akino

O custo dos “apoios”

Li que o deputado Nishimori retificou sua declaração quanto aos apoios de vereadores, dizendo que se referiu a vereadores da região e não e Maringá. Segundo uma fonte confiável, o custo cobrado na região seria em torno de R$ 25 mil,  e em Maringá não ficou por menos de R$ 50 mil. Já o apoio de um famoso apresentador de televisão, que tem  ‘uma fama’, teria custado 10 vezes mais, ou seja, R$ 500 mil, dos quais R$ 200 mil em dinheiro e restante em propaganda de faculdade. Será que foi tudo contabilizado e isto vai aparecer na prestação de contas do candidato e na declaração do imposto de renda do recebedor?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Vereadores cobram por apoios?

Ouvi, na rádio Cultura, o deputado Nishimori dizer que não teve apoio de nenhum vereador maringaense na sua campanha porque pediram muito. Será que algum candidato pagou? Quais foram os vereadores que trabalharam em campanhas?  Teriam sido pagos legalmente ou por caixa dois? Sei que W. Andrade pediu até licença para trabalhar numa campanha. Bravin, Zebrão e Luiz do Postinho teriam  apoiado Evandro Junior. Quanto se gastou efetivamente? Vereadores cobram por apoios? Eu não acredito, acho que eles não queriam apoiar Nishimori e deram essa desculpa. Vereadores são voluntários, como voluntários são todos os cabos eleitorais de Cida e Ricardo Barros.
PS: Estaria eu sendo ingênuo? Não consigo ver maldade na atuação de políticos, principalmente esses missionários que largam tudo, empregos, empresas, para se dedicarem exclusivamente ao povo.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Profecia

Logo que começou a campanha eleitoral, o vereador Mário Hossokawa, do PMDB, previu que Maringá elegeria dois deputados federais e três deputados estaduais. Terminadas as apurações no Estado, verificou-se que sua profecia fora cumprida.Continue lendo ›

Verdelírio

Compensações

É verdade que Londrina elegeu três deputados federais (André Vargas, Alex Canziani e Luiz Carlos Hauly), enquanto Maringá elegeu somente dois. Mas, em compensação, Maringá elegeu três representantes na Assembleia Legislativa, enquanto Londrina apenas reelegeu Luiz Eduardo Cheida.Continue lendo ›

Verdelírio

Edmar com Lula

O empresário Edmar Arruda, que é candidato a deputado federal pelo PSC, foi convidado para acompanhar a visita que o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, fez ontem em Maringá, quando visitou obras assinou ordem de serviço e almoçou na Cocamar.Continue lendo ›

Akino

Cabos eleitorais voluntários?

Numa rápida análise das prestações de contas de alguns candidatos ficamos com a impressão que é grande o número de voluntários nesta campanha, senão vejamos: Ricardo , Cida, Ulisses Maia, Nishimori, dr. Batista,  declararam que não gastaram um centavo, até aqui, com pessoal e encargos. Evandro Junior que gastou apenas R$ 413,60 no pagamento de cabos eleitorais. Outros não tiveram a mesma sorte e precisaram gastar, como Edmar Arruda com R$ 532.153,84; Enio Verri R$ 26.500,00; Quinteiro R$ 19.000,00; Odílio Balbinoti R$ 64.000,00.
Nossa opinião: Parece que o grupo Barros tem mesmo grande aceitação e até voluntários conseguem para trabalhar. Alguns dizem que não é bem assim e que haveria algo que precisa ser melhor explicado. Sinceramente não sei. Caixa dois não é, pois a Justiça Eleitoral não permite.  Não entendo como uma pessoa com Edmar Arruda, que faz um trabalho social reconhecido até com título pela Câmara, não tenha tantos voluntários como Cida e Ricardo e precise gastar mais que R$ 500 mil com cabos eleitorais. Sinceridade? Parece a prestação de contas mais real.

Akino Maringá, colaborador