Não desistiram da baixaria
O candidato do 12 a prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PDT), está sendo alvo da mais baixa campanha política realizada em todos os tempos em Maringá.
A chamada turma do mal está passando dos limites.Continue lendo ›
O candidato do 12 a prefeito de Maringá, Ulisses Maia (PDT), está sendo alvo da mais baixa campanha política realizada em todos os tempos em Maringá.
A chamada turma do mal está passando dos limites.Continue lendo ›

O presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) de Maringá, Jamil Ribeiro, este ano não saiu candidato a vereador, como fez em 2012. Continua cargo comissionado na Secretaria de Saneamento Básico, ganhando mais de R$ 3 mil mensais para atacar os adversários da família Barros.
Ribeiro, cujo PRTB integra o condomínio partidário dos Barros, está assistindo o debate entre os candidatos a prefeito pela TV Maringá (Band) e, no Facebook, distribuindo críticas, calúnias e difamações a todos – do apresentador à candidata do PSTU. Veja abaixo reproduções com os ataques de baixo nível de seu perfil.Continue lendo ›

Tudo indica que o pré-candidato a prefeito de Sarandi pelo PSD, Conrado Ferri, está muito bem junto ao eleitorado, o que explicaria movimentação da oposição local em desqualificá-lo.
O empresário não dá importância ao esforço dos adversários e aumentou o ritmo de trabalho. Continue lendo ›
Haja óleo de peroba nos armários da Secretaria de Planejamento do Paraná: em sua coluna, Verdelírio Barbosa informa que o secretário Silvio Barros II (PHS), colecionador de condenações por improbidade administrativa, disse que a campanha municipal de 2016 já começou “pelo menos por parte dos adversários”.
O homem está fazendo campanha para voltar à prefeitura e manter o feudo mandando na cidade desde o primeiro dia que entrou no governo Beto Richa, uma condição que outros não têm, e, além de propor reajuste zero para o funcionalismo, agora sai com essa. Leia a coluna aqui.
Dos sete supostos adversários que teve nas últimas eleições, Ricardo Barros conseguiu acomodar cinco em seu condomínio partidário – três deles ganharam cargos comissionados, dos 515 que criou e Pupin assinou, sendo dois ganhando o teto máximo pago pelo erário (R$ 10,6 mil). Em algumas regiões do nordeste brasileiro, como Simões, no Piauí, o coronelismo tem dias contados.