Vazamento em galeria de água pluvial pode ter ocasionado afundamento no asfalto

Prefeitura de Maringá inicia sondagem técnica em trecho da avenida Kakogawa após afundamento de asfalto; ônibus com roda presa é removido com segurança
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Prefeitura de Maringá inicia sondagem técnica em trecho da avenida Kakogawa após afundamento de asfalto; ônibus com roda presa é removido com segurança
Continue lendo ›Metade da quadra da avenida Parigot de Souza, região central de Maringá, onde houve o afundamento da calçada, continua interditada. Dias atrás, depois de obras defronte o prédio, a calçada foi refeita, em concreto. Quem passa por ali percebe que a calçada acompanhou o desnível, que também atingiu o asfalto. Há muitos anos uma obra da Sanepar teria provocado o primeiro afundamento, que, muitos temem, possa rer comprometido o prédio, que teve vidros quebrados no final do ano passado.
Como se previa, o Contorno Norte, hoje trecho da BR-376 que atravessa a zona urbana em Maringá, desmorona. A obra feita em sociedade Barros-Verri revela-se uma piada, que pode não resistir ao amanhã. A obra de 17,6 km, é símbolo da gestão petista-pepista: dos R$ 142 milhões previstos, passou a R$ 412 milhões, quando entregue, há dois anos. Virou um canal de acidentes e mortes que Maringá não tinha. Agora, está fazendo as marginais afundar, como este ponto, próximo à avenida Kakogawa.
Abaixo, um dos viadutos durante as últimas chuvas. É uma verdadeira loucura, um pesadelo para o qual PP e PT fecharam os olhos.
Em época de calçada e asfalto afundando em Maringá, leitor flagrou agora à tarde o que parece ser o início de afundamento no passeio público da rua Santos Dumont, defronte o CIC HM, região central da cidade.Continue lendo ›