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Akino

Iraclézia, a nossa Dilma

Ao se lançar como candidata a prefeita, pelo DEM, sem estrutura, sem um vice de peso, a presidente da SRM deve estar pensando em seu futuro político, credenciando-se para ser candidata a deputada, pois as possibilidades de ser eleita nesta eleição são poucas. Mas corre o risco de se queimar, fazendo uma votação pífia. Se aceitar ser vice de Enio Verri, tem chances reais de se tornar vice-prefeita, e mais à frente até mudar de partido, já que no DEM dificilmente terá futuro.
No seu lugar, eu não teria dúvidas, aceitaria o convite do PT, já que não é possível que Enio Verri aceite ser seu vice. Neste caso, a chapa seria imbatível, e nem haveria segundo turno. Com apoio do PT, Iraclézia seria a ‘nossa Dilma’. Se não for agora, pode ser no futuro.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Alguns assuntos urgentes

Há assuntos urgentes para os quais a nobre câmara de vereadores de Maringá precisa dar respostas. Apelamos ao grupo de vereadores do PP, aquele que “diz que fala e faz”: vamos acabar com a restrições às geminadas. Por favor votem a Lei da Ficha Limpa Municipal, do dr. Saboia. Discutam a extinção da Urbamar, refletindo sobre o ‘prejuízo monstro’ acumulado ao longo dos anos. Pressionem pela transparência efetiva, não só de fachada. Vamos terminar as reformas do Parque do Ingá. Divulguem a planilha do transporte coletivo. Etc, etc, etc…
Akino Maringá, colaborador

Akino

Fraude de licitação?

Leitor que se identifica como Januário fez o seguinte comentário a propósito da informação de que a Fauel estaria atuando como uma espécie de ‘laranja da AVR Assistência Técnica: “a verdade aparece o nome da Fauel para ocorrer a dispensa de licitação, uma vez que pertence a uma instituição pública e a lei de licitação possibilita que seja contratada por órgão público com a dispensa de licitação. Ocorre, porém, que muitas dessas instituições assume o concurso e como não tem disponibilidade para conduzi-lo repassa para empresas efetuarem o concurso as quais não se enquadram na condição de dispensa de licitação, numa tremenda fraude e burla a lei da licitação.”
Meu comentário: Trata-se de uma denúncia grave, que precisa ser investigada pelo MP e CRA.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Seis por meia dúzia

Que W. Andrade é um dos piores vereadores da história da Câmara de Maringá, parece fora de dúvida. Falta de assiduidade, problemas como o decoro, enfim muitas confusões. Com sua substituição por Ton Schiavone, a qualidade da Câmara não mudou. Assíduo, boa gente, aparantemente, as intervenções do reserva, nas sessões, são de de doer os ouvidos. Faz comentários, como dizem os jovens, ‘nada ver’, manda abraço para outros pré-candidatos presentes, e o pior de tudo foi esta tentativa de ressuscitar o aumento de cadeiras. Pode-se dizer que foi trocar seis por meia dúzia. Fraquinho! Está fazendo na Câmara trabalho semelhante ao que fazia como assessor no Gabinete do Prefeito, onde exercia um cargo de CC-1, sabe-se lá com que atribuições, talvez assessor para assuntos religiosos. Se lugar de médicos, para a maioria, não é na política, pastores deveriam dedicar-se unicamente a pastorar ‘rebanhos para Cristo’.
PS:Locutores, com voz bonita, deveriam ser apenas comunicadores. Concorda, John?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Formador de opinião, eu?

O vereador John, ao comentar cobranças deste colaborador sobre incentivos do Prodem, no bojo do caso Sisa, que ficou mal explicado, comentando um erro de interpretação do projeto relativo à empresa Camilo, quando dissemos que a proposta seria pela doação de três alqueires, e na da verdade se trata de incentivos fiscais para construção numa área já de propriedade da empresa, disse que a imprensa, como formadora de opinião, precisa tomar cuidado ao publicar e comentar, ainda que o autor seja anônimo.
Pensei: então ele está dizendo que sou um formado de opinião? Ou estaria se referindo ao blog e ao Rigon? Como o texto da postagem é inteiramente meu, e John citou o Akino, fiquei lisonjeado com a afirmação do vereador. Outro dia fui chamado de ‘cronista’ por um amigo, que disse admirar o que escrevo sobre assuntos da política local.Continue lendo ›

Akino

Oração pelos médicos

Ontem fui ao Hospital Paraná visitar um parente internado com fratura e por volta das 12h30 vi o dr. Heine chegando. Aquela figura meiga, de branco, quase angelical, nem de longe lembrava a de terno, do líder do prefeito, arrogante, prepotente, que nos acostumamos ver atuando na Câmara. Orei para que em 2013 exerça somente a nobre missão na medicina. Falando em fratura lembrei do dr. Saboia e novamente orei para também passe a se dedicar inteiramente ao sacerdócio que é ser médico, onde não há prestação de contas de campanha e o risco de reprovação. Veio à mente a figura do dr. Manoel e o quanto ele é querido por seus pacientes. Lamentei que perca 3 horas às terças e 3 horas às quintas do seu precioso tempo de atendimento no consultório, participando de sessões da Câmara e orei para que este tempo não seja desperdiçado a partir de 2013.Continue lendo ›

Akino

Fui citado por John

Mais uma vez, na sessão de ontem, o vereador John citou postagens deste modesto colaborador. O ex-presidente foi contraditório em algumas coisas, perdeu o rumo depois de levar uma lambada de Mário Verri, que, a propósito de sua fala dizendo ser contra mudar leis já aprovadas, lembrou diversos casos de projetos rejeitados, que voltaram, e ele (John) e muitos outros votaram diferente. Mais detalhes em outra postagem.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Nem parecia Heine Macieira

Falando logo na sessão de ontem, o líder Macieira nem parecia aquele arrogante, prepotente, mal educado mesmo, que se apresenta na maioria das vezes. Calmo, tranquilo, conciliador, colocou água na fogueira em que se transformou a discussão entre John e Humberto. Desmentiu, de maneira quase imperceptivel, a versão John, confirmando a apresentada por Humberto Henrique, deixando claro tanto Humberto, Mário Verri e dr. Manoel não concordaram com os R$ 12.025,00. Eu sabia que eles não iam concordar, era cômodo, pois sabiam os outros vereadores aprovariam, arrematou com ironia, também quase despercebida. Fez questão de frisar que não há um complô para bater em Humberto Henrique, que os ataques de John foram de iniciativa dele mesmo.
Outro que reafirmou que não há um complô foi o presidente Hossokawa, que também estava bastante calmo, ao contrário do outro dia, quando inclusive não deixou Humberto se defender. Soni não falou nada.
Akino Maringá, colaborador

Akino

“Filhos da mãe”

Uma das dificuldades para quem escreve é se fazer entender. Numa postagem de ontem, em momento algum quis ofender as mães de políticos, pelo contrário, a intenção foi homenageá-las, basta ler com atenção. Há muito tempo aboli do meu vocabulário aquela expressão ‘fdp’ para xingar alguém, justamente porque sei que as mães não têm culpa. Mas que muitos políticos são ‘filhos da mãe’, para usar uma expressão mais suave, isto todos sabemos que são.
Assim sendo, com os meu sincero pedido de desculpas a todos que se sentiram ofendidos,principalmente políticos e suas mães, vai minha homenagem a todas as mães, inclusive a desses políticos ‘ filhos da mãe’, que obviamente não são todos.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Fui citado

Assistindo à sessão de ontem, pela internet, noteio que o vereador Mário Hossokawa, em seu discurso de defesa da posição contrária à revisão dos salários dos vereadores para R$ 8 mil, citou este modesto colaborador. Visivelmente nervoso disse ele: Não sei se o Akino…, mas foi interrompido por manifestação do plenário. Foi pouco educado com os manifestantes, depois foi aparteado por John, quando ia retomar, não mais voltou ao assunto. Fui citado, de certa forma sinto-me honrado, mas não soube o que queria dizer o presidente. Gostaria muito de saber. Por favor presidente, fale na próxima sessão.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Passou na TV

O título faz referência a um quadro do “Agora é Tarde” de Danilo Gentilli, bom programa do ex-CQC, e serve de mote para reproduzir postagem de Lauro Barbosa: “Os comentaristas do Jornal da Massa/Rede Massa não perdoaram o prefeito licenciado por 100 dias, Silvio Barros II, por conta de uma risadinha amarela que soltou no momento em que concedia entrevista para justificar o longo período de ausência há cinco meses da eleição. A Ruth Bolognese tirou um sarrinho ao dizer que a Rio+20 só dura uma semana.”
Meu comentário: Também assisti e destaco mais: Denian Couto, que confundiu o nome do prefeito (disse Ricardo e corrigiu para Silvio) perguntou à Ruth a pronúncia correta de Pupin e ela que diz conhecer bem Maringá não sabia, sinal do quanto ele é conhecido.Continue lendo ›

Política

Akino

Caro Akino, sempre acompanho seus comentários neste espaço. Uma coisa me intriga quando se fala em política. Leio muito sobre o assunto e não sei por que a maioria daqueles que chega ao poder matém certas relações espúrias. É possível chegar ao poder sem se misturar com empreiteiros suspeitos, contraventores e toda uma laia de surrupiadores do dinheiro público? Ou seria o sistema que levaria a isso? Não adiantaria a mudar pessoas?
Donizete Oliveira

Akino

Mais uma do líder

Li no blog do Linjardi e reproduzo: “Redação de O Diário recebeu várias cartas do vereador Heine Macieira (PP), convidando para a votação de quinta-feira. Na sessão, será votado projeto dele que “autoriza” prefeitura e Câmara a só contratar jornalistas formados.”
Meu comentário: Já que o vereador está preocupado com o assunto contratação de servidores, pergunto: E a a Lei da Ficha Limpa de Saboia? Quando será votada? Por que o líder não requer o regime de urgência? Por que não apresenta um projeto que o procurador da Camara deve ser advogado de carreira e que o titular do Procon seja obrigatoriamente um advogado?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Danos morais?

Considerando que a postagem anterior gerou polêmica, vejamos um trecho da sentença: “O pedido de indenização por danos morais, formulado pelo autor contra o réu, deve ser rejeitado, isto porque (a) o fato de alguém ter que esperar atendimento em filas, por tempo não extraordinário, seja de bancos, de supermercados, de prefeituras, de guichês de cartórios, da pizzaria, da pistade boliche, num laboratório ou clínica médica, não representa em si dano moral algum; é fenômeno que integra o cotidiano; indesejável, mas tolerável; (b) nem tudo pode ser na hora, pra já, imediatamente, tampouco em cinco ou dez minutos! Nem aqui nem na China, ou nos EUA; (c) quem chega primeiro tem apreferência, é atendido primeiro; a lei, ainda, acrescenta outras preferências para idosos, gestantes, etc.; se “a fila anda”, ainda que não no ritmo alucinado e frenético que o autor almeja (pelo menos é o que parece), não se pode intuir, sem provas, que os funcionários do banco não estivessem trabalhando ou deixando de atender outras pessoas, tão importantes quanto o autor (CF, art. 5º, caput), enquanto a vez dele não chegava; Continue lendo ›

Akino

Urbamar, um caso sério

Estamos acompanhando este processo: Trata-se de um caso que envolve pagamentos de honorários advocatícios que podem passar de R$ 1 milhão, em processo conduzido pelo Diretor Jurídico da Urbamar, cargo criado sem previsão legal, em que houve ganho em primeira instância e posteriormente a contratação de um escritório de Curitiba, para receber percentual da dívida. Um escândalo, na nossa opinião, que ainda não mereceu a devida atenção dos órgãos de fiscalização.
urbamar
Aqui, em melhor resolução.
Akino Maringá, colaborador

Akino

“Usocampeão”

Achei na internet este interessante artigo no site Pensando Direito: “Danos morais já virou um daqueles conceitos jurídicos que qualquer um sabe. Meio que como o “usocampeão”. Estamos passando por uma fase em que todo mundo que sai ligeiramente chateado de alguma situação já quer processar o “ofensor” para ganhar alguma indenização”. Na íntegra.
Meu comentário (Akino): Prefiro não comentar, para não ser processado.
Akino Maringá, colaborador