akino maringá

Akino

“Fúria processual”

Talvez o neologismo defina a postura de certo político contra alguns que ousam contrariá-lo, ao pedir a condenação do Rigon, mesmo não sendo parte do processo. Destaco que o juiz dr. Devanir Machini, que foi muito profissional ao dar a sentença considerando improcedendo o pedido de cassação de Pupin, por abuso de poder econômico e político, sem levar em conta que é um dos processados, juntamente com os promotores dr. Cruz e dr. Laércio Januário, através de notícia crime (Processo 1014862-0, aguardando julgamento no TJ-PR. Ricardo Barros os denunciou ao TJ-PR, alegando que teriam cometido crime, não se sabe por qual razão.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Será mais um indício de algo estranho…

…se a coligação Maringá de toda nossa gente não recorrer da sentença no processo 49133 – Ação de Investigação Eleitoral- pelo qual pede a cassação do diploma de Pupin, por abuso de poder econômico, em função daquela conversa gravada em que Ricardo Barros aparece dizendo que tinha interesse político na licitação da publicidade e propaganda da Prefeitura de Maringá, em função da eleição. Em primeira instância a ação foi julgada improcedente. Vejam um trecho da sentença: “No que se refere à publicidade, declarações e ao processo de Ricardo Barros, às fls. 905 já foi proferida decisão indeferindo o pedido de que fosse expedido ofício ao Egrégio Tribunal de Justiça para que este enviasse cópia da ação em que se investigava Ricardo Barros, pois como asseverou o Agente Ministerial, além do processo estar tramitando sob segredo de justiça, a minuciosa investigação do fato já está sendo feita, devendo-se aguardar o seu encerramento, de modo que sendo necessário, posteriormente, serão realizadas as devidas providências no âmbito eleitoral.”
Meu comentário (Akino): Pela decisão faltaram provas concretas, que podem estar no processo que tramita em segredo de justiça (não sei porquê). Portanto o normal é insistir, via recurso, pois quando sair (se é que sair) este julgamento no TJ-PR, onde, dizem Ricardo tem ‘muita força’, é só incluir as ditas provas, que parecem irrefutáveis, já que houve uma declarção pública, em entrevista à RPC.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ulisses dá show

Vejam o que postou em seu blog o ex assessor III da administração Barros/Pupin, o recém saído do ‘armário político’, e que vem se transformado em um analista renomado, o Paulo Vergueiro, fazendo uma análise sobre alguns políticos e secretários municipais: “Alguns políticos maringaenses que saborearam o amargo de recentes derrotas estão, cada um a seu modo, reconstruindo suas histórias a partir das oportunidades. (…) é que, Wilson Quinteiro, Ulisses Maia e Maria Iraclézia, estão transformando seus limões azedos do passado em saborosas limonadas.(…) Ulisses Maia dá show! Transforma o legislativo em alguma coisa em que o maringaense possa orgulhar-se, tem confiança, acreditar que nem tudo esta acabado. (…) Contribuem de maneira muito especial para esta Maringá, que tanto nos orgulha: Sérgio Bertoni; Gilmar José Benkendorf Silva; José Luiz Bovo, Leopoldo Fiewski; Marcos Valêncio; Antônio Carlos Nardi; Jovi Barbosa; Laércio Barbão’ (sic)
Meu comentário (Akino): Caro Paulo Vergueiro, creia, eu existo. Concordo que Ulisses está indo muito bem na administração da Câmara. Não vejo como Iraclézia esteja se destacando, pelo contrário. Continue lendo ›

Akino

Seria indício do acordo?

Como não houve desmentido das partes, as suspeitas de que teria havido um acordo entre o PT e Ricardo Barros, garantindo-lhe a continuidade no comando da Prefeitura, só aumentam. Uma nota publicada em O Diário, edição do último dia 02 pode ser mais um indício. Diz a nota, em resumo:  “Como o julgamento não foi realizado até junho, se acontecer (..). Um integrante de alto coturno da equipe de Pupin disse que “podem esquecer, não haverá julgamento algum”.
Prestemos atenção nos detalhes da nota: ‘Se acontecer’. Diz o colunista que se o julgamento acontecer, portanto acredita que pode não acontecer. E acredita porque teria tido a informação, em suas palavras, de um integrante de alto coturno que ‘podem esquecer, não haverá julgamento algum. Talvez tentem fazer com que o processo fique parado no Gabinete Marco Aurélio. Só estão esquecendo que o julgamento já foi iniciado, apenas foi interrompido pelo pedido de vista de Dias Tófolli, que estranhamente ficou dois meses com os autos e o devolveu às vésperas do recesso, dizendo-se impedido, por razões de foro íntimo (quer dizer que só ele sabe). Acredito que se tentarem esta manobra de não continuar o julgamento podemos denunciar este acordo para o TSE, primeiro, e depois para CNJ, e até os advogados para a OAB, pois estariam faltando com a ética profissional.Continue lendo ›

Akino

É sintomático…

…que blogueiros como o Secretário Milton Ravagnani, Paulo Vergueiro e outros, bem ligados a Ricardo Barros, ainda não repercutiram nossas postagens sobre um possível acordo entre Ricardo Barros e um figurão do PT, pela qual o direito e exploração administrativa da cidade continuaria, como se fosse uma capitania hereditária, com o capo, por tempo indeterminado, sem risco de interrupção pelo TSE. Gostaria de saber o que pensam, ou sabem sobre o assunto. Sejam sinceros, por favor. Se é que é possível, neste caso.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Houve o acordo?

Unamos todos os maringaenses, que têm vergonha na cara, e oremos para que não seja verdade que teria havido uma negociação, em Brasília, pela qual Ricardo Barros permaneceria com o direito de continuar ‘explorando’, digo, administrando o município de Maringá, por tempo indeterminado, em troca daria apoio e indicaria o candidato a vice na chapa que teria como cabeça a Gleisi Hoffman para o governo do Estado. Por este acordo a coligação Maringá de toda nossa gente se desinteressaria do processo no TSE, pelo qual Enio Verri tem chances reais de ser o prefeito. O primeiro passo do desinteresse seria o despacho de suspeição do ministro Dias Tóffoli, às vésperas do recesso de julho. Tudo teria sido acertado entre Ricardo e um nome forte do Paraná no governo federal, à revelia do próprio Enio Verri. Oremos, repito. Continue lendo ›

Akino

Seria sacanagem com os eleitores

Analisemos comentário feito por um leitor: “Minha gente, deixem o Enio fora disso, ele não quer se manisfestar pois não tem mesmo, ele só tem de esperar a justiça do TSE, porem se não for favorável com certeza ele não perde nada, pois do mandato já se foi praticamente 1 ano, ai ele teria apenas três para governar, sem contar todos os problemas que estará pegando como: greve geral dos servidores caso não implantem o PCCR, greve de engenheiros que querem melhores salários, greve Samu, e tudo que esta por vir. Votei no Enio, queria muito ele como prefeito, mas na atual condição em que estamos e melhor ele ficar de fora e vir com tudo nas próximas eleições, pois se assumir agora só vai ter abacaxi e muito dos azedos para descascar.”
Meu comentário (Akino): Será que Enio Verri também pensa assim? Que terá abacaxis para descascar e é melhor perder no TSE? Continue lendo ›

Akino

Precisa esperar declaração?

Eis um trecho do Acórdão do TJ-PR que condenou em 2011 um dos atuais secretários da administração Pupin/ Barros: “Quanto à dosimetria da pena, entendo procedente o pleito de minoração em face da ausência de motivação idônea acerca das circunstâncias judiciais pertinentes aos motivos, circunstâncias e conseqüências do crime, as quais lhes foram consideradas desfavoráveis. Contudo, entendo plausível a majoração da pena-base em face da culpabilidade acentuada. Desta feita, se partindo do mínimo legal de 1 (um) ano, majoro a pena em 2 (dois) meses, restando a pena-base em 1 (um) ano e 2 (dois) meses de reclusão e 12 (doze) dias-multa. Continue lendo ›

Akino

Por que voltou para o gabinete do relator?

Depois de devolvido pelo ministro Dias Tóffoli, que se declarou impedido de elaborar voto vista, que muito provavelmente inauguraria a divergência ao voto do relator, ministro Marco Aurélio de Mello, o processo do caso Pupin voltou inexplicavelmente para o gabinete deste, pelo menos é que se constata buscando no site (Localização – Gabinete do ministro Marco Aurélio). Salvo engano, com meus parcos conhecimentos jurídicos, entendo que o processo deveria ir para o Gabinete da Presidência ou outra localização, nunca para o Gabinete do Relator, que já proferiu seu voto. Pode ser mais uma jogada, para que lá permaneça esquecido por um bom tempo. Há quem diga que nenhuma das partes se movimentará para que o processo ande. Faria parte do acordo que garantiria o cargo de prefeito para Ricardo Barros, via Pupin, e o apoio do chefão PP à candidatura de Gleisi Hoffman a governadora, com alguém do PP, provavelmente Silvio II ou Cida, como vice. É nossa obrigação informar à Presidência a suspeita de que existira esta manobra. Gostaria que o PT se manifestasse desmentindo os boatos deste acordão.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Estou deprimido politicamente: Enio quer ser prefeito?

Talvez alguns leitores, uns poucos que apreciam as postagens com informações e opiniões deste modesto colaborador, tenham notado que desde a última sexta-feira não apareci neste espaço. Acontece que estou profundamente deprimido politicamente com informações de que teria havido um grande acordo, pelo qual Enio Verri teria desistido de ser prefeito de Maringá, liberando a cidade definitivamente para Ricardo Barros, que continuaria prefeito através de Pupin, depois de Cida ou outro nome, assim sucessivamente até quando ele quisesse. Em troca, Ricardo teria negociado o apoio a Gleisi para o governo do Estado. Enio teria uma dívida com Gleisi, que em 2010 queria ser candidata a governadora, e ele, como presidente do partido, preferiu a coligação com Osmar Dias. Uma fonte me garantiu que Gleisi não tolera Enio, desde então.Continue lendo ›

Akino

Secretário foi duro com o ministro

Muitos não entenderam até agora porque o ministro Dias Tófolli se deu por impedido de proferir o voto vista no caso Pupin. Talvez posições como a do secretário Milton Ravagnani que assim postou em seu blog, no dia do pedido de vista: “Ao perceber que nenhum dos pares divergira do voto do relator, ministro Marco Aurélio, o ministro Dias Tófoli, ex-advogado do PT e de José Dirceu e indicado de lula ao STF, pediu vistas no julgamento no caso de Roberto Pupin no TSE. Vai tentar, agora, construir um voto divergente que convença algum dos ministros restantes a ir contra o voto do relator.(…)” (sic).
Meu comentário (Akino): O que pensa do secretário sobre o ministro? Que ele estava ali, não para julgar, mas trabalhando pela vitória do recurso da coligação Maringá de toda nossa gente? Seria na visão de Ravagnani um advogado infiltrado? Analisemos bem o texto, foi duro e desmoraliza o TSE. Para não dar margem a dúvidas, ou afirmações, como essas, Dias Tófolli preferiu, depois de pressionado ainda mais nos bastidores, se dar por impedido. Será que Ravagani pediria desculpas, como fez Paulo Vergueiro ao Mariucci, ou continua com a mesma opinião?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Mariucci não ficará fora

Faço minhas as palavras do Paulo Vergueiro, que humildemente pediu desculpas ao vereador Carlos Mariucci, a quem tinha criticado pelo projeto propondo fim da dupla função de motoristas da TCCC, que acumulam a de cobradores. Fui induzido a erro e, também critiquei, entendendo que o projeto previa a volta dos cobradores.
Parabéns Mariucci, que acredito não ficará fora da Câmara. Com a posse de Enio, é bem provável que pelo menos um vereador seja chamado para compor o secretario, por competência, e abrirá vaga para a continuação de Mariucci, que tem se revelado um bom vereador. O que acha Paulo? Sabe o Mário? Pode ser ele, mas também Humberto. Falando em Mário, pelo caro Paulo Vergueiro, até hoje você não explicou aquela do armário.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O Mura não ficou em cima do muro

Vejam a opinião de um amigo da ‘corônia’, o Mura, expressada em sua página no Facebook: “Srs. Vereadores de Maringá… Amanhã [hoje] teremos um grande momento na nossa casa de Leis. O Legislativo que nos últimos 20 anos foi somente motivo de descréditos e imoralidades vai ter o privilégio de mostrar que os edis deste mandato iniciado em 2012 realmente merecem todo o crédito dos seus eleitores e cidadãos maringaenses. Já avançamos muito na questão ética da nossa Câmara, esforço conjunto do presidente Ulisses Maia e demais vereadores, mas o projeto de lei que será colocado em discussão no plenário desta quinta feira é de extrema importância para todos nós cidadãos de bem que sonhamos com uma administração pública baseada nos princípios morais e na leis que regem este país. Continue lendo ›

Akino

Ficha limpa municipal terá que ser mais rigorosa

Com a aprovação pelo Senado da Ficha Limpa geral, se a ficha limpa municipal, em Maringá, não for rigorosa, não terá efeito prático e ficará parecendo simples oportunismo político. Ou seja, parecerá que a colocação é pauta foi simplesmente porque já se sabia da aprovação pelo Senado. Devem-se tomar imediatas providências para a exoneração dos comissionados que não preencherem os requisitos, uma vez na Lei Orgânica já era exigida a comprovação por certidões. Nada de conceder 60 dias. A Câmara precisa solicitar que o prefeito comprove que cumpriu a Lei Orgânica, sob pena de abertura de processo por improbidade. Dizem que Pupin vai gostar, pois as nomeações teriam sido de Ricardo Barros e ele, como fantoche, só teria assinado.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Isto não é improbidade administrativa?

Falando em ficha limpa municipal, acredito que a exigência já existe, está na Lei Orgânica do Município, senão vejamos: “Seção VII-Dos Auxiliares do Prefeito-Art. 54. São auxiliares diretos do Prefeito:I – os Secretários Municipais, Coordenadores ou equivalentes; II – o Vice-Prefeito. § 1.º Os Secretários Municipais, Coordenadores ou equivalentes serão nomeados e exonerados pelo Prefeito e escolhidos entre cidadãos maiores de vinte e um (21) anos, no pleno exercício de seus direitos políticos.§ 2.º No ato da posse, os Secretários Municipais, Coordenadores ou equivalentes apresentarão certidões do Distribuidor e de Protestos das Comarcas onde tenham residido nos últimos cinco (5) anos, comprovando sua idoneidade, e deverão fazer declaração de bens, no ato e término da investidura no cargo ou função, a qual constará de livro próprio.” Será que este artigo está sendo cumprido? Continue lendo ›

Akino

Meu voto no caso Pupin

Digamos que eu fosse o ministro do voto vista no caso Pupin. Meu voto seria o seguinte: Segundo o Art.14 § 5º da Constituição Federal: “O Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os Prefeitos e quem os houver sucedido, ou substituído no curso do mandatos poderão ser reeleitos para um único período subsequente”. O candidato Carlos Roberto Pupin, foi eleito vice em 2004, e em 2008 tanto poderia ser candidato a prefeito quanto à vice, e ao optar por ser candidato a vice, esgotou a possibilidade de reeleição. Este trecho: “e que os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos”, especialmente a palavra mandatos, se refere ao plural de presidente de República, governadores (…) e prefeitos, e não, como se quer interpretar, aos dois mandatos do titular. Se assim fosse o cargo de vice estaria sendo privilegiado, considerado mais importante que o de prefeito. Continue lendo ›

Akino

Não confiam no julgamento?

Li em O Diário, edição de hoje, sobre o julgamento do caso Pupin e reproduzo: ” Como o julgamento não foi realizado até junho, se acontecer (..). Um integrante de alto coturno da equipe de Pupin disse que “podem esquecer, não haverá julgamento algum”.
Meu comentário (Akino): Tudo indica que eles contam com o não julgamento do caso até o final do mandato de Pupin. Estariam confiando na capacidade de Ricardo influenciar o Judiciário? Por que não querem julgar, se Milton Ravagnani tem tanta certeza da vitória da sua tese? Na minha opinião a capacidade de segurar o processo está se esgotando e ainda que seja o último dos 84 que faltam, este processo será julgado, queiram, ou não, as partes. E quando for julgado, depois de julho, que entra a gosto, digo, agosto, muitos podem se surpreender. Pressionar Dias Toffoli para desistir de julgar pode não surtir o efeito desejado. O tiro pode ter saído pela culatra.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Resposta ao Ferreti

Respondo ao leitor que se identifica como José Ferreti e um comentário nesta postagem.
Minha resposta (Akino): Como explicou o Rigon, o texto é meu, caro Ferreti,e os elogios que faço a Ulisses têm por base o que ele fez, não para mim, mas para o contribuinte maringaense, até aqui. Na gestão passada (Mário Hossokawa) era impensável fazer um CPI do transporte coletivo, agora foi. Hossokawa não acatava nossas sugestões, Ulisses responde todos os emails que mandamos e acata muitas sugestões que resultaram em economia. Não somos inocentes para desconhecer as ligações dele com a cúpula (Ricardo Barros) do PP, mas não seria por esta razão que temos que deixar de elogiar boas medidas. Até agora sua atuação como presidente merece ser elogiada. Lembro o caso do Jardim Oriental, a derrubada do veto no caso da limitação do período de isenção e sobretudo a abertura que tem feito. Óbvio que acho que Ulisses está fazendo sua obrigação, mas, se compararmos com as gestões John e Hossokawa , está dando de goleada, a favor do povo. Esses eram mais Ricardo Barros, sem ser do PP, que Ulisses.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Perdemos..

…está é conclusão de Enio Verri, expressada a integrantes do PT, após a devolução, sem voto, do processo pelo Ministro Dias Tóffoli. Se Enio pensa assim, quem somos nós para pensar diferente. Só nos resta parabenizar Milton Ravagnani e especialmente Ricardo Barros pelo trabalho realizado, o terceiro mandato está garantido. Talvez venha, o quarto, o quinto… a esperança é que um dia a casa caia e cairá, afinal Deus é justo, mais que a justiça eleitoral. Ainda bem que temos Ulisses Maia, sensível ao clamor popular.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Difícil entender

Vejam o teor do despacho do ministro Dias Tófolli: “Afirmo suspeição (art. 135, parágrafo unico do Código de Processo Civil, por motivo de fora íntimo”.
Meu comentário: O citado artigo diz: “Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz, quando: I – amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes; II – alguma das partes for credora ou devedora do juiz, de seu cônjuge ou de parentes destes, em linha reta ou na colateral até o terceiro grau; III – herdeiro presuntivo, donatário ou empregador de alguma das partes; IV – receber dádivas antes ou depois de iniciado o processo; aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa, ou subministrar meios para atender às despesas do litígio; V – interessado no julgamento da causa em favor de uma das partes. Parágrafo único. Poderá ainda o juiz declarar-se suspeito por motivo íntimo.” Como o ministro disse que é questão de foro íntimo, fica difícl entender.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Greve de postagens

Há os que fazem greve de fome como forma de protesto ou renvindicação. Como não posso ficar sem me alimentar, resolvi protestar contra o não julgamento do caso Pupin, não mais postando sobre política local até que o ministro Tofolli apresente o seu voto. Entrei em recesso hoje.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Boa proposta

Está certo que é um proposta ‘eleitoreira’, mas me agrada-me a de Aécio Neves de redução do número de Ministérios e cargos comissionados. Sejamos sinceros há muitos totalmente desnecessários como, por exemplo o da Pesca, e o a Microempresa, recentemente criado. Mas não é só, isto precisa se estender para estados e municípios, com a economia de secretárias e cargos desnecessários daria uma boa economia. Alguém poderia explicar porque Maringá precisa de uma Secretaria de Comunicação, com 15 servidores, entre CCs? O que faz o Zebrão da admnistração Municipal? E Hércules Ananias? Tem muita gente que ganha sem ter o que fazer de útil para o contribuinte.
Akino Maringá, colaborador

Blog

Uma denúncia gravíssima

Na edição de ontem de O Diário há uma informação, que considero denúncia gravíssima, a de que vereadores eleitos teriam recebido doações da empresa concessionária do transporte coletivo, em Maringá. Salvo engano a lei 9504 proíbe tais doações de empresas permissionárias ou concessionárias de serviços cpúblicos, caso do transporte coletivo urbano de Maringá. Estamos diante de um situação que precisa ser apurada. Se houve doações ilegais, seriam de caixa dois. Se algum vereador dos escolhidos para composição da CPI recebeu, não tem condição de participar.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ulisses pediria a colaboração do MP?

No tocante às despesas com pessoal, o presidente Ulisses Maia tem demonstrando total transparência e feito questão de ressaltar que suas ações são submetidas ao Ministério Público de modo a torná-las totalmente transparentes. E no caso da CPI do transporte coletivo? Aceitaria a Câmara a colaboração, com a participação do MP? Seria uma forma de demonstrar que não há o que esconder. O acompanhamento do dr. Kalache seria muito bem bom.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Silêncio ensurdecedor

Estou curioso para saber a opinião de dois analistas políticos sobre a CPI do transporte coletivo. Um secretário, Milton Ravagnani, e outro ex-assessor III, Paulo Vergueiro. Até o momento permanecem num silêncio ensurdecedor.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Piadistas II

Em outro trecho do artigo, Milton Ravagnani escreveu: “Gilbertinho pode não ter entendido o sotaque que esta voz rouca grita. Mas a mensagem está está muito clara. É a insatisfação contra a maneira como os governos têm se comportado. As revoltas sem causa são as mais importantes. Porque a causa que procuram é exatamente a realidade. E a realidade das cidades é de descompasso com o que as pessoas querem. Explode contra o transporte público que não resolve, por um sistema feito para não dar certo. Onde o transporte privado prevalece sobre o coletivo e as ruas se entopem de veículos que vão se tornando assassinos na disputa pelo espaço. Explode na incompreensão das decisões norteadas por interesses eleitorais. Explode na falta de sintonia entre o que é de interesse das pessoas e o que é decidido em nome elas. Explode no descompasso entre uma economia que disputa para estar entre as cinco maiores do Planeta e um serviço oferecido ao público que está entre os cinco piores. É isso que Gilbertinho não entende”.
Meu comentário (Akino): Já que fala em Gilbertinho, se referindo a Gilberto Carvalho, o que diria, meu caro Milton, do Silvinho, ou do Ricardão, os irmãos Barros, em relação ao povo de Maringá? O que será que eles estão pensando quando o povo diz? ‘Maringá fede Barros’? Continue lendo ›

Akino

Piadistas

Vejamos mais alguns trechos do artigo do secretário Ravagnani sobre os protestos que têm tomados as ruas: “Eliano (Cláudio – 175 a 235) era um piadista. Um dos poucos relatos preservados do estilo e uma lufada de humor na história antiga. Mas é dele uma constatação quase inquestionável: as grandes revoltas começam por motivos banais. No Ateneu, de Raul Pompeia, a revolta dos estudantes foi por causa da goiabada de mamão. Agora, pelas ruas do Brasil, por aumentos nas passagens de ônibus nos grandes centros.Continue lendo ›

Akino

Pode ser hoje

Ainda não saiu a pauta de julgamentos do TSE, mas alguma coisa me diz que pode ser hoje um julgamento muito esperado na cidade de Maringá. Resta saber se o ministro Castro Meira, que foi hóspede oficial do município nos últimos dias 13 e 14, embora só chegasse a cidade no dia 14 e e para um evento privado, vai pedir vistas. Sobre a presença do ministro na cidade muitas dúvidas permanecem. O dr. Marcelo e dr. Raimundo ainda não nos responderam, por exemplo: Quando foi marcado o evento? Por que só o ministro foi considerado hóspede oficial, se havia outro juiz federal? Por que Pupin tomou conhecimento da presença dele? Quem pagou a hospedagem? Nesses casos os palestrantes recebem honorários pelas palestras?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Editorial do Akino

manifestação
Apoio qualquer movimento popular contra a corrupção, improbidade administrativa, desgoverno, desde que pacífico, sem vandalismo. Vou repetir pela milésima vez, que não sou PT, PSDB, PP, ou qualquer sigla. Acho que se gastou demais na construção dos estádios, provavelmente com superfaturamento. Que há um esquema de desvio de recursos via concessão de transporte coletivo, se não em todos, em quase todos os municípios e com interesses escusos de todos os níveis de governo. Em Maringá isto é muito claro e ficou escancarado com as últimas medidas, especialmente a isenção do ISS. Não tenho compromisso com o erro. Por compromisso no horário, não poderei participar da manifestação programada para hoje, mas se pudesse amassaria barro. Entendo que está na hora de uma movimentação contra a ditadura comanda por Ricardo Barros nesta cidade. Acho que este é o nosso maior problema. Confio na mudança que pode ocorrer com a posse de Enio Verri, mas não descuidarei da fiscalização, sempre com um pé atrás. Se abraçar os que hoje estão abraçados com Ricardo e este, especialmente, como Lula fez com Maluf, Collor, Sarney e tantos outros, será decepcionante, também. Meus gritos de guerra seriam: Fora os ladrões do dinheiro público! Fora os lobos em pele de cordeiros, enganadores! Ilustração: Inti.
Akino Maringá, colaborador