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Akino

Dúvidas, muitas dúvidas

O leitor Marcelo Augusto de Oliveira Filho fez o seguinte comentário em uma das postagens sobre a decretação da condição de hóspede oficial do município, pelo Executivo, ao ministro Castro Meira: Escreveu Marcelo: ” Porque ele foi hóspede do Deville com as despesas pagas pelo IDTM Instituto de Direito Tributário de Maringá…  Quanto a honraria é o reconhecimento da importância para o município do I Simpósio de Direito Tributário de Maringá… E, finalmente, achar que um ministro do TSE vai votar a favor de A ou B porque foi declarado hóspede oficial é própria de pseudos jornalistas…’
Meu comentário (Akino): Caro Marcelo, agradecendo pela ‘audiência’, esclareço que o texto de de minha autoria. Se a ofensa (referência a pseudos jornalistas), foi ao Rigon, é injusta. Se foi a mim, nunca disse que sou jornalista, apenas um cidadão, e como tal estranhei a honraria ao ministro, certamente não pedida por ele, notadamente considerando a sua condição membro do TSE, que vai julgar o caso Pupin. Em momento algum insinuei que o ministro poderia votar a favor de A ou B, por ter sido declarado hóspede oficial. Não acredito, apenas fiquei surpreso com o interesse do Executivo. Por que só ele foi declarado hóspede oficial? Por que outros importantes palestrantes não tiveram o mesmo tratamento? Continue lendo ›

Akino

Sem noção

Depois do que falou sobre os vereadores, no caso do veto à fixação de um ano para isenção do ISS, e do decreto que assinou, concedendo honras de hóspede oficial ao ministro Castro Meira, há quem diga que Pupin merece o troféu de sem noção. Como telespectador da RPC, que pede o envio de vídeos de flagrantes de pessoas sem noção, estou pensando em mandar este vídeo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Acho imoral…

…bancar a redução, pela metade, da segunda passagem de passageiros que venham de Sarandi e Paiçandu, com isenção de ISS, que deve ser recolhido em Maringá. E os passageiros de Mandaguaçu e Marialva, que pagam o mesmo valor ? Por que não terão o mesmo direito? Como apurar se todos os passageiros de Sarandi e Paiçandu utilizam a segunda passagem. Tenho uma diarista que vem de Sarandi e não utiliza. Quantos estão nesta situação e entrarão na conta? Qual a planilha de custo, que nunca foi apresentada? Por que este interesse agora. Acredito que a empresa pode bancar só com a redução do custo do corte dos cobradores. São muitas questões que precisam ser debatidas. Repito, se não for ilegal, é imoral. Se é para isentar, que se baixe a passagem para R$ 2,40. Nada contra a redução, mas não pode ser bancada por Maringá, com tantas dúvidas. Ainda tenho esperanças que Pupin peite Ricardo Barros e baixe para R$ 2,40 o preço da passagem,em Maringá,deixando a questão da integração para discussão mais aprofundada. Bem estudado da para incluir.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Integração ou “entregação”?

Leitor fez o seguinte comentário, em postagem anterior: “Entendo que, no mínimo, necessário se faz que a população de Maringá seja esclarecida sobre a necessidade deste município bancar essa diferença das passagens utilizadas por usuários de cidades vizinhas. Existe alguma obrigatoriedade com relação a isso, ou uma lógica condizentes ou contrapartida a favor do contribuinte maringaense a ponto de leva-lo a declinar de um imposto gerado exclusivamente dentro de sua cidade e para seu próprio benefício?  (leia mais aqui)”.
Meu comentário (Akino): Não conferi os cálculos e os submeto aos vereadores, mas se estiverem corretos é bem provável que haja mais uma ‘entregação’ de recursos públicos de Maringá, do que uma integração, ‘meia boca’, com foi dito na Câmara, já se trata de um desconto de 50% para passageiros de Sarandi e Paiçandu. Quantos passageiros destas cidades utilizam a segunda passagem, em Maringá? Alguém tem este dado, corretamente? Entendo que o MP precisa agir imediatamente.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Também quer isenção do ISS

Um amigo que tem uma empresa de prestação de serviços e recolhe cerca de R$ 300,00 mensais de ISS à Prefeitura de Maringá está pleiteando isenção, por questão de isonomia com a concessionária do transporte coletivo, a mesma isenção que foi concedida. Como tem dois funcionários, um de Sarandi e outro de Paiçandu, e lhes paga R$ 850,00 de salários, se propõe a usar esses R$ 300,00, para lhes conceder um aumento de R$ 100,00 cada um. Questão de justiça social, diz, mesmo argumento usado por alguns vereadores para justificar o subsídio no transporte coletivo. Os R$ 100,00 que lhe sobrará poderá dividir com algum político que se interessar em lutar pela sua causa. Quem sabe poderá dar até 70%, e ficará com restante, afinal todos precisam ganhar algum coisa. Qual vereador abraçará a sua causa? Ou será o Executivo?
Se todos são iguais perante a lei, você não acha, Fuji, que o meu amigo e todos os prestadores de serviço que apresentarem justicativas plausíveis, têm o mesmo direito?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Para cargos iguais, tratamento diferente

Vejam as descrições sumárias dos cargos de assessor administrativo na Câmara e na Prefeitura de Maringá: Câmara: “Desenvolver atividades e prestar assessoramento em processos ou trabalhos atinentes às áreas administrativa, contábil, financeira, orçamentárias outras afins, bem como naqueles voltados às áreas de controle interno.” Prefeitura: “executar tarefas na área administrativa, nas diversas unidades ou órgãos da municipalidade, executando atividades de coordenação, organização, análise e controle das atividades administrativas. – descrição detalhada– efetuar atendimento ao público, interno e externo, prestando informações, anotando recados, para obter ou fornecer Prefeitura.” Observamos que as tarefas são iguais, com mudança de palavras nas atribuições, mas ao mesmo tempo tão diferentes. Na câmara a jornada é de 30 horas semanais, na prefeitura 40. O salário inicial da Câmara é de R$ 3.646,28 e pode chegar a R$ 17.150,28, em valores de hoje, com 35 anos de serviço. Já na prefeitura o salário inicial (estimado, já que não é divulgado o portal da transparência) é de cerca de R$ 3.100,00 e chega no máximo a R$ 7.000,00 (estimado), em valores de hoje.
Alguma coisa está errada e o sindicato precisa agir. Se ambos são regidos pelo mesmo estatuto do servidor, isto não poderia acontecer. Entendo que, no mínimo, quanto à jornada de 30 horas, há um erro na Câmara.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ulisses nem parece PP

Li no blog do Paulo Vergueiro a quem peço permissão para reproduzir ipsis litteris: “Inteligência sempre foi o diferencial do sucesso por acaso e do resultado final construído e planejado, passo a passo até que o sucesso seja alcançado. Na política nacional ou regional, vemos muito de emoção, muito de “blábláblá” e pouco de estratégia e planejamento. É neste sentido que Ulisses Maia esta fazendo a diferença. Em obediência ou não a um plano estrategicamente construído pelo seu grupo político ou fruto de sua experiência pessoal nas “lides” políticas, o fato é que Ulisses constrói solidamente seu nome como o grande favorito as próximas eleições a prefeito de nossa Maringá. Fará um teste para mensurar a eficiência e abrangência de suas estratégias ano que vem, elegendo-se Deputado, mas o objetivo pontual é a cadeira de executivo maior desta cidade. No teatro e no humor, existe o “sacrificado” papel de “escada”. Continue lendo ›

Akino

Parabéns à administração municipal…

…pelo fechamento, para veículos, das pistas laterais das avenidas que circundam o Parque do Ingá, transformando o espaço em pista para lazer de ciclistas, caminhada, skate, enfim para recreação e esportes. Demorou, mas surgiu um medida que merece elogios. Não importa se foi o prefeito de fato ou o de direito que tomou a medida, ou se foi iniciativa do secretário Ademar Schiavone, temos que reconhecer que é um benefício para população. Ao contrário de blogueiros que só sabem criticar, reconhecemos o que é feito de bom por PP, PT, qualquer que seja a administração. O que acha Paulo Vergueiro?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Se não for ilegal é imoral…

…bancar a redução, pela metade, da segunda passagem de passageiros que venham de Sarandi e Paiçandu, com isenção de ISS, que deve ser recolhido em Maringá. E os passageiros de Mandaguaçu? Por que não terão o mesmo direito? Como apurar se todos os passageiros de Sarandi e Paiçandu utilizam a segunda passagem. Tenho uma diarista que vem de Sarandi e não utiliza. Quantos estão nesta situação e entrarão na conta? Qual a planilha de custo, que nunca foi apresentada? Por que este interesse agora. Acredito que a empresa pode bancar só com a redução do custo do corte dos cobradores. Qual o interesse de Ricardo Barros nesta redução. São muitas questões que precisam ser debatidas. Repito, se não for ilegal, é imoral. Se é para isentar, que se baixe a passagem para R$ 2,40. Nada contra a redução, mas não pode ser bancada por Maringá e sob suspeita de esquema.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Um prefeito decidido

Não se pode chamar de glúteos flácidos (*) o prefeito de Maringá. De alguém de não decide, inseguro ele não tem nada. Queria R$ 2,60 para o preço da passagem, contra os R$ 2,55 defendidos pelos vereadores. Mandou Ademar Schiavone anunciar o valor e ao enfrentar a rebeldia dos vereadores, chamou a turma do amém para uma conversa, passou-lhe um sabão pela desobediência, e disse que concordava com os R$ 2,55, mas que eles estavam obrigados a votar a isenção de R$ 2 milhões do ISS (ilegal a meu ver), a pretexto da redução do preço da segunda passagem para passageiros vindos de Sarandi e Paiçandu. Mandou marcar nova reunião para o sábado. Mudou o emissário para o Léo, no lugar do Ademar e resolveu tudo. (Acredito que nesses R$ 2 milhões dá para sair alguma coisa no preço da passagem, pois nem todos os passageiros das duas cidades pegam um segundo ônibus e isto não tem como ser aferido.)
Eita prefeito porreta esse Ricardo Barros. E Pupin? Pupin está preparado para assinar qualquer coisa que lhe mandem os madeira enviada (**), da assessoria.
PS: (*) Seria deselegante escrever bunda mole. (**) No popular, ‘pau mandado’.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Ficção e vida real

Falemos hipoteticamente: Se o personagem Félix, da novela Amor à vida, que como comprador do hospital do pai exige preços mais altos dos fornecedores e propõe rachar o sobrepreço, fosse o negociador da tarifa do transporte coletivo. O que faria se lhe fosse apresentado um número de R$ 2,50? Provavelmente diria: Dois e cinquenta não, vamos colocar de R$ 2,60 e os R$ 0,10 você me repassa. Claro que novelas são ficção e certamente isto não deve ocorrer na vida real, mas que ficou estranho a definição de valor sem uma discussão conjunta com os vereadores, isto ficou. Confio na honestidade do secretário Ademar Schiavone, que está sendo colocando na fogueira, enquanto outros se escondem. Por que o secretário de Comunicação não postou nada sobre o assunto? Por não aparece dando entrevistas?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Aí tem esquema…

Esta frase teria sido dita pelo vereador Ton Schiavone numa de suas passagens de Legislativo, substituindo e então vereador W. Andrade. Confesso que não me lembro mais qual era o assunto, mas frase marcou. E por que lembrei dela agora? Lembrei porque acho que nesta proposta de isenção do ISS da TCCC, sob o pretexto de promover a integração regional do transporte coletivo, pode ter um esquema e repito, não é por iniciativa da empresa.Desconfio que há algo mais. Falando em Ton, lembro do seu irmão Ademar, que está à frente das negociações, representando o Executivo. Sugiro que ele, com um histórico de probidade, cuja biografia, até onde conheço, é limpa, desista, pois ficará sempre a suspeita de que há esquema. O momento é de ver o valor correto da passagem de Maringá, com as isenções do governos estadual e federal. Se houver isenção do ISS, que seja para reduzir este preço.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quais são atribuições de um Assessor III?

Pedindo desculpas ao colega blogueiro Paulo Vergueiro, se o texto da postagem anterior o ofendeu, reitero a minha curiosidade, como contribuinte que paga a conta, de outra forma: Quais são atribuições de um Assessor III, cargo comissionado criado e nomeado pelas administrações Barros, nos últimos oito anos. Acredito que ele teria melhores condições de nos responder, porque exerceu este cargo por quatro meses e meio, até o último dia 30 de maio. Por favor Paulo, responda, pois assim estará prestando um serviço de utilidade pública. Acredito que seja educado o suficiente para responder para o leitor no blog, não para o Akino.
Vou repetir a informação que tenho. Esses cargos de Assessor I, II, III e IV não teriam atribuições muito definidas. Uns dizem que executam tarefas de servidores concursados, outros que são só cabos eleitorais. Esta informação pode estar errada e você tem espaço para dar a sua explicação, mas que isto, sua opinião. Se não puder, entenderemos. Já perguntei para o Mário, que também não respondeu. Falando em Mário, continuo sem entender aquela do armário.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O que faz um Assessor III ?

O Referimo-me ao cargo comissionado com esta denominação e para o qual foi nomeado, na administração Pupin/Barros, dentre outros, o colega blogueiro, Paulo Vergueiro. O que faz um Assessor III, se é que existe? A impressão é que esses comissionados enquadrados como Assessor I, II. II, e IV, não têm atribuições definidas, claras. Como o Paulo exerceu o cargo por quatro meses e meio, seria interessante que nos respondesse e poderia falar, por exemplo o que faz um Assessor I, como Zebrão, se puder.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Seria verdade?

Há uns quatro anos houve comentários de que uma revenda de automóveis, que atualmente enfrenta problemas judiciais, teria como sócio principal e oculto um político famoso da cidade. Seria verdade? O Gaeco poderia aprofundar as investigações.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quem já viu Deus?

O Fuji levanta uma questão interessante a propósito da dúvida do Paulo Vergueiro, sobre a existência do Akino. Quem pode afirmar que já viu Deus? Certamente ninguém de nós,talvez um ex-prefeito ou outro. Mas quase todos acreditamos que ele existe, pela sua obra, por sua ação.
Sem querer fazer comparações, diria que não sou Deus, mas um dos seus muitos filhos. Maringá só tem um deus e o Vergueiro conhece muito bem.
PS: Pelo amor de Deus, tenham piedade nos comentários!
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vergonha é vergonha

O título é de postagem do Paulo Vergueiro, de quem gostaria de saber a opinião sobre o aumento do preço da passagem do transporte coletivo em Maringá. Será que ele considera uma vergonha? O que diria o vice Cláudio Ferdinandi? A propósito, o maior jornal da cidade não tocou no assunto, na edição de hoje. Até a RPC falou bastante ontem. E a sociedade organizada vai se manifestar? As igrejas vão se movimentar? Lembro que em menos de dois anos, depois da ‘licitação’, o preço saltou de de R$ R$ 2,20 para R$ 2,65, no cartão. Uma variação de 20,45%, quando a inflação no período não chegou a 15%. Vergonha é vergonha, mas que tem muita gente sem vergonha, isto tem.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Penso,…

…logo existo. Com esta frase filosófica reafirmo a minha existência ao caro Paulo Vergueiro, que vem se revelando um bom analista político. Seu erro, na minha visão, foi aceitar o cargo de CC na administração Ricardo Barros, digo, Pupin, que será efêmera, tanto quanto sua passagem como assessor III. Espero que o seu blog possa fazer críticas tão construtivas à futura administração, quanto as que fazemos à atual. As nossas são construtivas para que as últimas e a atual administração não fossem tão destrutivas ao interesse público.
Esperto você! Aproveitando a polêmica para promover o seu blog. Há espaço para todos e a concorrência é salutar. O que acha Fuji? Fazer escada é comigo mesmo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Tetas

Vejam esta opinião de Paulo Vergueiro, publicada em seu blog: “O que acontece com a gestão do Prefeito Carlos Roberto Pupin que em curto espaço de tempo se vê derrotada em suas proposições, de maneira contundente, pela Câmara Municipal, ainda que nela tenha maioria?Penso que existem duas linhas de razões a serem avaliadas.A primeira é a incapacidade de dialogo do gabinete do Prefeito com as demandas diárias do município. O Prefeito de Maringá hoje é quase inacessível. A agenda do Prefeito é mantida dentro de um rolo de arame farpado! Continue lendo ›

Akino

Perguntas

Li na Época desta semana que Roberto Civita disse: “A vantagem de estar no mundo das comunicações é fazer perguntas. Eu faço o tempo todo.”
Meu comentário (Akino): Guardadas as devidas proporções, diria eu, que escrever no blog do Rigon, a quem não canso de agradecer pelo espaço, também me permite fazer perguntas como as que fiz recentemente ao secretário Milton Ravagnani, sobre o que ele acha do julgamento de caso Simões (PI), em relação ao de Pupin, e ao ex-assessor III, Paulo Vergueiro, sobre que tipo de trabalho realizou nos quatro meses e meio em que foi CC na administração Pupin/Barros. Até o momento não obtive respostas, mas não perco as esperanças.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Só um trabalho voluntário

Destaco, dentre os inúmeros comentários em postagem sobre o caso Pupin, este, de leitor que se identifica como Antonio Carlos. Escreveu ele:  “Que cara chato, esse…  Tomara que o Enio Verri vença… daí quero ver que cargo você vai ganhar, ou seja, vai cair no seu colo… porque de graça você não estaria se dando a tanto trabalho… ”
Meu comentário (Akino): Se insistir para este assunto não caia no esquecimento é ser chato, sou chato. Quanto a ganhar cargo, ou que que caia no meu colo, fique tranquilo, não tenho nenhuma pretensão. Por incrível que possa parecer para muitos, trabalho realmente sem ganhar nada em dinheiro, mas não trabalho de graça. Trabalho retribuindo o muito que a vida tem me dado. Sou um cidadão privilegiado financeiramente (classe média independente), e pela minha formação aprendi que precisa fazer um trabalho voluntário. Alguns trabalham para igrejas, entidades assistenciais, como voluntário em diversas atividades (festas, promoções). Eu decidi trabalhar voluntariamente no combate à corrupção no setor público, na fiscalização da correta aplicação de recursos e, sobretudo, como missão, ajudar Maringá a se livrar da influência nefasta do grupo político que domina a cidade nos últimos anos. Só um trabalho voluntário, e como todo trabalho há quem ache chato. Entendeu?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Informação relevante

Desculpem, mas não posso deixar de publicar a informação que tenho sobre o caso Pupin, em respeito aos leitores que querem saber: Fontes seguras garantem que há 50% de possibilidades que o processo volte para julgamento já na próxima semana. O leitor inteligente já deduziu que … Quem está mais ansioso? Nós ou eles? De minha parte estou tranquilo. Não tenho cargo, não quero cargo, apenas quero o fim da dinastia (ou tirania).
Akino Maringá, colaborador

Akino

O agradecimento de Paulo Vergueiro

O Rigon recebeu dia 29, repassou-me o e-mail, e só agora abri, mas não posso deixar de publicar as palavras de Paulo Vergueiro, em agradecimento pelos quatro meses de meio de participação na administraçao Barros/ Pupin, que prefere considerar Pupin/Ferdinandi. Veja o texto, ipsis literis: “Saio com o sentimento de gratidão pela oportunidade em contribuir com a Gestão Pupin/Ferdinandi.Confio plenamente no sucesso do recurso da coligação A Mudança Continua e de que ao final, todos seremos agraciados por meio de um gestão exemplar. Manifesto por meio deste blog, democratico e imparcial acima de tudo, meus sentimentos de carinho, respeito e admiração ao Prefeito Carlos Roberto Pupin e ao seu vice Prof. Cláudio Ferdinandi que de maneira especial marcou e marca minha vida por ser exemplo de dignidade humana, caráter e profissionalismo.Gratidão esta extensiva a todos os colaboradores com os quais tive oportunidade de interagir.Cordialmente,Prof. Paulo Fernando C. Valle Vergueiro”.
Meu comentário (Akino): Caro Paulo Vergueiro, acredite, eu existo. O Rigon repassou-me seu email e só agora, em virtude do feriado, pude abrí-lo. Se tivesse conhecimento deste, o teria publicado antes da postagem de ontem, onde questionamos sobre o que fez nessses quatro meses de meio de atuação como CC. Não tenho tanta certeza da vitória, no TSE, do recurso da coligação a ‘mudança continua’. Acredito que a vitória será de coligação ‘Maringá de toda nossa gente’, e neste caso você deve assumir o nosso papel de fiscal implacável da administração Enio Verri. Como já disse, pretendemos dar uma trégua de 1 ano, pois sabemos que haverá muito trabalho. Confiamos na nova futura gestão, mas nem por isso deixaremos de fiscalizar. Repito mais uma vez, que não pretendo nenhum cargo, nem mesmo de secretário, se nos for oferecido. Sei que Enio vai precisar de pessoas de confiança e capacitadas e certamente terá companheiros mais próximos. A bem da verdade ele nem me conhece.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Emblemático

A partir de hoje o blogueiro Paulo Vergueiro deixa de ser um dos CCs da administração Pupin/Barros, onde exercia o cargo de Assessor III, lotado no Gapre, mas prestando serviços ao vice-prefeito. Foram quatro meses e meio, já que tomou posse em 15 de janeiro. O que teria produzido em benefício do contribuinte, neste período? É uma reflexão que temos que fazer. O que produz a maioria dos CCs? Trabalham para o contribuinte ou para que os indica? O caso de Vergueiro é emblemático. Se ele prestava serviços ao gabinete do vice e o vice não tem atribuições legais, a não ser substituir o prefeito, o que pode ter produzido de útil ao contribuinte? Continue lendo ›

Akino

Só hoje

Ontem prometi não mais falar sobre o caso Pupin, mas confesso que balancei diante de tantos apelos para continuar. Fui dormir pensando no que havia prometido e sonhei, sonhei mesmo, conversando com o ministro Marco Aurélio de Mello. Estávamos numa festa, um churrasco, num lugar que não ficou claro. O ministro ali não era o ministro, era o Marco Aurélio e conversamos descontraidamente. Lembrei-lhe do seu voto no caso Simões, principalmente daquela fala onde disse que a substituição foi por motivo de saúde, não para usar a máquina e facilitar a eleição. Disse-lhe que foi isto que, em Maringá, exatamente isto que aconteceu, em 2012. Falei da influência de Ricardo Barros e Marco Aurélio lembrou dele e começou contar-me uma história, envolvendo o capo. Neste momento acordei com a sensação que a conversa foi real e que o ministro poderia rever o seu voto.
Desculpem-me, só hoje falo do assunto, mas confesso que é forte demais. É muito importante para o futuro de Maringá.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Assunto encerrado…

…a partir de hoje não falo mais sobre o caso Pupin, no TSE. Alguns leitores, que se dizem partidários de Enio Verri, foram até agressivos, em comentários, se dizendo de saco cheio do assunto, considerando este colaborador, em outras palavras, um chato. Confesso que estou magoado e resolvi dar o assunto por encerrado. Não falo mais. Só mente, digo, somente, depois do julgamento manifestar-me-ei. Acho que tem muita gente que só mente. Vou tirar uns dias para ir para ‘balneário’. Saio chateado!
Akino Maringá, colaborador

Akino

Caso Pupin: Para dirimir dúvidas

http://youtu.be/XVP1nkVcXTk
Assistam o vídeo de tirem conclusões de qual deve ser o resultado do julgamento do caso Pupin. Observem a fala no ministro Henrique Neves (voto vista) sobre que a impugnação deveria ter ocorrido em 2008, exatamente o que acontece no caso Pupin, agora, pelo fato de ter substituído nos seis meses antes do pleito. Vejam o que disse da ministra Nancy Andringhi, citando o caso Guanambi, que é idêntico ao de Pupin, com a diferença que a substituição, no primeiro mandato, não aconteceu no seis meses. Vejam que o caso Guarapari é citado pela relatora.
Gostaria que o secretário Ravagnani comentasse o vídeo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

De volta ao magistério?

Respondendo, indiretamente, questionamento sobre as causa do seu pedido de exoneração, Paulo Vergueiro, postou em seu blog que “surgiu a oportunidade por meio de um convite (proposta) formal para eu voltar ao ambiente acadêmico e não pude, de maneira alguma, abrir mão e o fiz sómente (sic) após ter a anuência do Prof. Claudio Ferdinandi, (sic) que mais uma vez fez mostrou sua grandeza, não só concordando com minha saída, como expressando apoio ao desafio que estarei enfrentando” (sic).
Meu comentário (Akino): Agradecendo pela audiência, fica a dúvida sobre se a volta ao ambiente acadêmico será como professor. De qualquer forma desejamos felicidades na nova jornada, esperando que sobre tempo para a fiscalização voluntária da futura administração, já que como prometemos daremos um tempo (1 ano), sem críticas públicas, à administração Enio Verri, papel que ficará para Ravagnani, Diniz Neto, e outros, incluindo o professor. De nossa parte, continuaremos apontando as falhas, se houver, diretamente à administração, com a qual certamente estaremos mais afinados.
PS: A contrário do Vergueiro, pretendo ocupar nenhum cargo, ainda que fosse convidado, o que não é caso. Isto não impede que colabore voluntariamente.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Só mente, somente

Pensei em desenvolver um texto a partir do título, mas me acovardei e desisti. Quem não conhece alguém assim, que só mente? Certamente não sou eu,somente. Acho que não escrevi coisa com coisa.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Por que não se aposentavam?

Há pouco dias fiz uma postagem com título “Por que não se aposentam?“, referindo-me a servidores da Câmara de Maringá, que com tempo de serviço para aposentaria, preferiam continuar na ativa, e fui criticado por alguns. Agora, talvez, reconheçam que tenho razão. Não se aposentam porque as vantagens transitórias estimulavam. Vejam o exemplo: Servidor (a), no cargo de Auxiliar Administrativo, que exige apenas o primeiro grau, recebeu em março e abril, brutos, em média R$ 6.750,00. Ao ter as vantagens cortadas cairia para pouco mais de R$ 4.100,00, preferiu aposentar-se recebendo R$ 3.738,37. Não compensa mais continuar trabalhando por cerca de R$ 400,00 a mais. Com a diferença de cerca de R$ 3.000,00 que a Câmara vai economizar com esta aposentadoria, dá para contratar dois servidores novos, cujo salário inicial é de R$ 1.185,85.
Isto deve acontecer com quem ganha mais de R$ 10.000,00, e tem condições de se aposentar. Sem as vantagens transitórias, alguns podem até ganhar menos trabalhando e com a economia a Câmara admite um novo servidor, motivado, que substituirá com vantagem o que se aposentou, isto se não descobrir que nem precisa de substituto.
Akino Maringá, colaborador