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Política

Refém dos Barros, Beto perde aliados

De Ruth Bolognese, na postagem “Até que ponto Beto estava nos planos da família Barros?”: A família Barros vem trabalhando contra o ex-governador Beto Richa desde quando ele aceitou a composição política e indicou Cida Borghetti, mulher de Ricardo Barros, o chefe do clã, como sua candidata a vice na reeleição de 2014. Continue lendo ›

Política

Aliados de Beto Richa reduzem verba livre que Cida Borghetti teria para gastar como governadora

Provável governadora do Paraná a partir de abril do ano que vem, Cida Borghetti (PP) sofreu o primeiro revés antes mesmo de assumir o cargo, diz Euclides Lucas Garcia, da Gazeta do Povo. Receosos com as futuras decisões dela no comando do Palácio Iguaçu, deputados aliados ao governador Beto Richa (PSDB) reduziram de 15% para 5% a margem do orçamento de 2018 que ela poderá remanejar livremente, sem necessidade de autorização da Assembleia Legislativa. O corte representa mais de R$ 6 bilhões.Continue lendo ›

Política

Novo calote de Richa ameaça eleição de aliados no 2º turno

calote

O governador Beto Richa (PSDB) entrou de sola na campanha ‘contra’ os candidatos apoiados por ele, que disputarão o segundo turno no próximo dia 30, ao anunciar novo calote contra educadores e servidores públicos.
Ontem ele enviou mensagem à Assembleia Legislativa para que a “Bancada do Camburão” revogue a lei 18.493, de 24 de junho de 2015, que determina o governo estadual pague no dia 1º de janeiro de 2017 a inflação acumulada no ano de 2016, mais 1º relativo a perdas de 2015; além de pagar no dia 1º de maio o reajuste referente à inflação dos quatro primeiros meses de 2017.Continue lendo ›

Akino

Aliados?

Se perguntássemos quais políticos de Maringá, com mandato, e outros de maior expressão, não são aliados de Ricardo Barros, alguns responderiam que nenhum. Uma grande dúvida paira sobre Ênio Verri. Até bem pouco tempo, eu afirmaria que eram adversários, mas depois do episódio do caso do Pupin no TSE ficou a dúvida. Aguardo a publicação do acórdão e se não houver apresentação dos embargos de declaração com efeitos infringentes e um efetivo esforço para reverter a decisão absurda, equivocada, que sem dúvida é um dos maiores erros do TSE, para formar uma opinião. Há quem diga que não seria surpresa uma coligação PP e PT, inclusive, para eleições para a Câmara Federal. Neste caso poderia acontecer de militantes do PT votarem em Ênio Verri e ajudarem eleger Ricardo Barros. Que beleza!, diria Milton Leite.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Coligação, mas nem tanto

Li no blog do Linjardi e reproduzo: “Líder do prefeito na Câmara, Heine Macieira (PP) voltou a artilharia hoje contra a base aliada de seu grupo na campanha eleitoral. O vereador fez uso da palavra na sessão da Câmara para disparar contra Valter Viana (ex-secretário de Desenvolvimento Econômico) e Dorival Dias (ex-Procon). Segurando um panfleto de Viana, Heine disse que ali há uma informação que “não é verdade”. Leia mais.
Meu comentário (Akino): Sem o apoio das ‘cartinhas’ fica mais difícil. Coligação, mas nem tanto, pois ao mesmo tempo que se precisa dos votos dos ‘colegas’, é fundamental superá-los. Dos três atuais, do PP, é bem possível dois fiquem de fora, e parece que Heine sente a batata assando. Restaria torcer, e muito, por um vitória do 11 para garantir pelo menos uma secretaria para a família. Para Heine poderiam pensar na de relações públicas.
PS: Sinto que Ulisses está cada vez mais forte, depois que aceitou Jesus.
Akino Maringá, colaborador