caminhões

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Retrato da máquina pública maringaense

Caminhão de lixo
Leitor envia foto tirada na estrada São José (caminho para o lixão de Maringá ), próximo ao Contorno Sul, “onde muitos caminhões passam correndo, sem respeitar ninguém, pois apesar de ali não ser mais área rural (sim ali já se paga IPTU há mais de um ano) não existe nenhuma estrutura (asfalto, rede de esgoto, iluminação…)”. Ele conta que ontem três caminhões vinham na estrada, um seguido do outro, em alta velocidade, até que o primeiro teve que frear; o segundo também freou, mas o terceiro para não bater nos outros dois foi jogado para o barranco. “Até a hora do almoço de hoje o caminhão ainda estava lá com o pessoal da Semusp tentando removê-lo. Alguém em sua campanha disse que todas as ruas da área urbana tinham sido asfaltadas, agora gostaria de saber por que essa não está, sendo que ali está somente a 7 km do centro da cidade (da prefeitura pra ser mais exato).”

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Comissão não dá “ok” para caçambas adquiridas pela Semusp

Semusp
No final de janeiro o vice-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) entregou à Secretaria Municipal de Serviços Públicos dez caminhões, sendo oito com caçambas, que começaram a circular somente a partir do último dia 16. É que a Comissão Especial de Recebimento de Bens Móveis Permanentes descobriu o que poderiam ser irregularidades nas caçambas dos veículos, que não possuem a mesma espessura exigida na licitação. Os implementos não foram aceitos porque não são os mesmos que foram comprados, no final de 2011: possuem espessura menor. A diferença é considerável: a cada metro quadrado de caçamba, seriam 3 quilos a menos de material.
A licitação foi para comprar caçambas com chapas metálicas de 0,75 milímetros, e as que foram entregues são de 0,50 milímetros. De acordo com João Fragozo, que presidiu o processo licitatório, uma pesquisa constatou que, apesar de finas, as chapas possuem mais carbono e, por isso, seriam mais resistentes que as licitadas.

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Pressão e ameaça de substituição

(Atualizado) A comissão encarregada de conferir e receber as caçambas é presidida pelo servidor Moisés Rebouças Santos e formada ainda por Ivone Turatti Giovedy e Estela Jaqueline Simões. Diante da diferença de espessura, os três se recusaram a assinar o recebimento dos implementos. O blog ficou sabendo que houve pressão para que eles voltassem atrás na decisão, inclusive da Controladoria Interna, secretaria ligada à Sociedade Eticamente Responsável/Observatório Social de Maringá.
Um relatório foi produzido pela comissão e, outro, pela Semusp. De qualquer forma, os veículos estão circulando sem o devido recebimento do poder público, uma situação administrativa inusitada. Há cerca de duas semanas, o secretário de Administração, José Roberto Ruiz, chegou a cogitar a substituição dos integrantes da comissão, mas, depois, recuou. O caso deve parar no Ministério Público.