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Cinco esquecidinhos

Celular

Cinco ex-ocupantes de cargos comissionados da administração Pupin/Barros ainda não devolveram o celular da Prefeitura de Maringá, que usavam por força da função que exerciam.
O ex-prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), por exemplo, não devolveu o chip da Vivo que usava em seu aparelho.Continue lendo ›

Ivana Veraldo

Argumentos favoráveis ao chip

Os argumentos mais utilizados pelos defensores do sistema de chip é que ele promove o controle da frequência escolar e reaproxima os pais do ambiente escolar. De fato, o “uniforme inteligente” pode até ajudar no controle da frequência escolar mas, com certeza, não resolve os principais problemas da educação. Educação de qualidade significa professores qualificados, salários dignos, boas condições de trabalho, estrutura física adequada, instrumento didáticos pedagógicos favoráveis ao ensino, etc. Muitas vezes o sistema de chip é adotado por escolas nas quais não existe biblioteca, acesso à internet, auditório, quadra de esportes e ainda faltam professores.
Ivana Veraldo

Ivana Veraldo

Uniforme dedo-duro

A Câmara Municipal de Maringá aprovou ontem um projeto do vereador Paulo Soni (PSB) que prevê a adoção de um chip eletrônico nos uniformes dos alunos da rede municipal. Toda vez que o estudante passar pelo portão de entrada da escola um sensor registrará a sua presença e avisará os responsáveis por meio de mensagem de celular. O sistema, que detectará a presença por ondas de radiofrequência, também registrará o horário de saída da escola. Vários municípios brasileiros já adotaram o sistema de monitoramento. Ao privilegiar esse tipo de medida (no rol de outras que igualmente monitoram os alunos, como as câmeras de vigilância), a Secretaria Municipal de Educação (Seduc) revela que está abrindo mão da sua função de educar e de transformar comportamentos, formando cidadãos. Inverte-se a lógica que levou à criação das escolas, cuja função é socializar conhecimentos e formão cidadãos, e a elas resta vigiar e punir.
Ivana Veraldo